charles andre escreveu:
> Pelo que estudei o pgpool-II em caso de falha para sincronizar 
> o servidor que saiu do ar ele usa o PITR ou RSYNC e o pgcluster usa
> o RSYNC. Em uma base de dados muito grande em torno de 20 TB acho que
> essa sincronização não é viavel: o pitr varios arquivos a serem copiados,
> controle dos arquivos etc e o rsync trava o sistema de arquivos ppara 
> poder copiar os dados ? 
Mesmo em uma base de dados com dezenas de terabytes, o que você precisa é 
copiar somente os logs de transação (em sistemas de baixa alteração isso pode 
ser poucos megabytes). O rsync trava o que?

> Ele não deveria sincronizar so os dados que foram alterados depois que o
> server caiu em vez de mandar tudo de novo ?
> 
Sim. E é isso que as técnicas de warm/hot standby e replicação fazem.

> Um outro problema, tabelas que usam sequence como chave primaria. No
> pgpool-II para resolver esse impasse ele tem o paramentro
> insert_lock => Replicating a table with SERIAL data type, the SERIAL column
> value may differ between the backends.
> esse parametro loca a tabela em cada insert into para que o valor da
> sequence fique indentico em cada no, para uma grande cargar de dados acho
> inviavel.
Isso porque o pgpool-II tenta resolver um problema (que ao meu ver pertence a 
própria arquitetura do PostgreSQL) a nível de aplicação.

> Acho que um dos grandes problemas da replicação multimaster e reolver o
> impasse da sequence se alguem tiver alguma outra sugestão ficarei grato.
Como eu disse, esse problema não foi resolvido no PostgreSQL. Espero poder 
trabalhar nisso (replicação multi-mestre) ao longo desse ano.


-- 
   Euler Taveira de Oliveira
   http://www.timbira.com/
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