Anderson: Imaginemos: tabela A tem o trigger foo1, que altera a tabela B tabela B tem o trigger foo2, que faz uma alteracao qualquer em outro lugar
Com TG_RELNAME, se a tabela A for alterada, você terá a informação que a alteração foi realizada na mesma.Assim que ela alterar a tabela B, esta irá disparar outro gatilho, que se programada com o RELNAME, irá lhe dizer que a alteração veio de B. Realmente, estou confuso com o que você precisa realizar aqui. GEorge 2009/6/29 Anderson Aguilar Ferreira <[email protected]> > Então André, seria quase isto. > > Mas na verdade eu precisava de um nível acima. > > a TG_RELID ou TG_RELNAME retorna a tabela que está sofrendo as alterações > no memento do disparo da trigger. > > O que eu precisava é qual tabela que fez com que altera-se a tabela que > ativou a TRIGGER. Como é o caso de CONSTRINT, quando altera a chave do pai, > altera a chave dos filhos. > > ----- Original Message ----- > *From:* André Pignata <[email protected]> > *To:* Comunidade PostgreSQL Brasileira<[email protected]> > *Sent:* Monday, June 29, 2009 12:34 PM > *Subject:* Re: [pgbr-geral] Saber de onde veio o disparo da trigger > > Anderson, seria isso? > TG_RELID > > Data type oid; the object ID of the table that caused the trigger > invocation. > TG_RELNAME > > Data type name; the name of the table that caused the trigger invocation. > http://www.postgresql.org/docs/8.1/interactive/plpgsql-trigger.html > > 2009/6/29 Euler Taveira de Oliveira <[email protected]> > >> Anderson Aguilar Ferreira escreveu: >> > Eu sei sim o conceito de TRIGGER. >> > >> [...] >> >> > E o que eu queria nao e qual operacao ativou a trigger e sim de onde ela >> foi >> > ativada. E ja sabia que isto nao tem no PostgreSQL, mas nao custa nada >> > perguntar. >> > >> A ativação (disparo) sempre vem de uma *tabela* (como eu disse na resposta >> anterior). O que não tem no PostgreSQL? É sabido que o mesmo implementa >> somente um subconjunto do que o padrão especifica mas certamente é >> suficiente >> para a maioria dos casos. >> >> > E antes de responder da maneira que vc respondeu, entenda primeira a >> > pergunta, Sr. Sabe Tudo. >> > >> Eu não quis te ofender em nenhum momento. Só disse que se você entendesse >> o >> conceito de gatilhos saberia que eles são _disparados_ de acordo com uma >> ação >> na tabela (e não em uma restrição -- *constraint*). >> Por que os brasileiros sempre levam as coisas pelo lado pessoal [1]? Em >> nenhum >> momento eu disse que _sabia tudo_; só tentei te dar o caminho das pedras >> mas >> se você entendeu de outra maneira... >> >> >> [1] >> http://www.timbira.com/presentations/pgconbr_2008/falando_elefantes.pdf >> >> >> -- >> Euler Taveira de Oliveira >> http://www.timbira.com/ >> _______________________________________________ >> pgbr-geral mailing list >> [email protected] >> https://listas.postgresql.org.br/cgi-bin/mailman/listinfo/pgbr-geral >> > > > > -- > André Luiz Martins Pignata > Integral Convênios Odontológicos > Gerente de TI > > ------------------------------ > > _______________________________________________ > pgbr-geral mailing list > [email protected] > https://listas.postgresql.org.br/cgi-bin/mailman/listinfo/pgbr-geral > > > _______________________________________________ > pgbr-geral mailing list > [email protected] > https://listas.postgresql.org.br/cgi-bin/mailman/listinfo/pgbr-geral > > -- George R. C. Silva Sigma Consultoria Desenvolvimento em GIS www.consultoriasigma.com.br www.sigmaconsultoria.blogspot.com
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