Euler,

> Você *não* mostrou essa tal tabela, os índices dela e, o mais importante, 
> as
> estatísticas de uso desses índices.
> (...)
> Ugh? Como vou supor algo que _não_ vi?

Ah, que bom que notou.
http://listas.postgresql.org.br/pipermail/pgbr-geral/2009-October/017617.html
Ainda acha que tem algo errado no meu modelo de dados sem ter essas 
informações?

> Posso estar errado (pois não vi a sua
> estrutura) mas já presenciei vários cenários em que combinei alguns 
> índices e
> diminuí consideravelmente o número deles sem prejudicar as consultas que 
> os
> utilizam. Assim, eu consegui aumentar o número de DML/s consideravelmente.

Ah, isso certamente ajudaria. Algum exemplo concreto em que isso funcionou 
para você?
Algum método automatizado ou pelo menos sistemático de como fazer isso? Não 
posso me dar ao luxo de usar o método da tentativa-e-erro num modelo com 900 
tabelas e mais de 3000 chaves estrangeiras.

>> Se eu quisesse gravar mais rápido do que
>> consultar, meteria os dados num arquivo TXT, não num banco de dados.

> Como tu farias integridade referencial em um TXT? Não menospreze anos de
> pesquisa em teoria de SGBDs.

Citei o caso extremo caso desempenho nas gravações fosse meu problema. Não 
é. Por enquanto o custo desse monte de índices (mesmo nas consultas, como 
bem explicado pelo Charly) ainda é muito menor do que o benefício de sua 
eventual utilização.

Atenciosamente,

Mozart Hasse 


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