Senhores, boa tarde... Muito interessante a questão, mas creio que já foi ponderado o suficiente para podermos perceber que tanto Oracle, quanto o PostgreSQL, ou DB2, ou qualquer outro SGBD tem seus pontos fortes e fracos, e devido a isso estarem em constantes evoluções, aperfeiçoamentos e melhorias.
É sabido também que todo produto tem seus defensores, desde os mais apaixonados até os menos preocupados. Sem contar o fato de termos clientes que não vão trocar suas arquiteturas legadas pelo simples fato de elas serem pagas (software pago é que é bom), e como sempre estiveram assim, vão permanecer assim até o "fim dos tempos". :D Acho que seria mais construtivo para a lista definirmos parâmetros para testes, métodos e boas práticas quanto a procedimentos de armazenamento, pesquisa, modelagem... Ou quem sabe, quando devemos utilizar um índice "A" ou "B"... Quais as diferenças de implementação entre um índice Hash e um de Árvore-B, Árvore-R, X/Z/W... Ou então, construir com perguntas do tipo: "O SGBD XX tem um recurso interessante que não foi implementado no PostgreSQL, será que teríamos condições de implementá-lo?"... Afinal de contas, somos profissionais, e se conhecermos tais pormenores certamente ajudaremos muito na construção deste nosso maravilhoso SGBD. Bem, é apenas uma opnião... Att, -- Charly Frankl Engenheiro de Sistemas http://javadevilopers.blogspot.com/ [email protected] Linux user #391083 "Se você tem uma maçã e eu tenho uma maçã e nós trocamos essas maçãs, então eu e você ainda teremos uma maçã cada. Mas se você tiver uma idéia e eu tiver uma idéia e nós trocamos idéias, então cada um de nós terá duas idéias." George Bernard Shaw (1856-1950)
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