> [Gibon] Eu pensei em usar o vacuum full principalmente para ganhar
> espaço em
> disco, já que o vaccum (sem full) libera o espaço para uso mas não
> "encolhe" o arquivo fisicamente (abaixo do último registro
> válido...acredito que algo
> tipo HWM...). Quanto ao reindex e o analyze após o vacuum full, valeu
> pela dica, não sabia disto.

Observe o que o Euler falou sobre REINDEX.
Se o número de tuplas removidas for pequeno, o REINDEX será opcional. Se o o 
número for grande, o próprio índice ficará inchado.
Esse ganho de espaço em disco pode ser controlado pelo autovacuum. A impressão 
de tabela "diminuindo" do VACUUM FULL parece boa, mas se o autovacuum estiver 
funcionando adequadamente sua tabela tenderá a manter um tamanho médio apenas 
um pouco maior. Apesar do maior espaço ocupado em disco, compensa em relação ao 
custo de manutenção que você está criando.
 
> > [Gibon] Rodo o analyze por não ter o autovacuum ativo. E desativo o
> > autovaccum para não ter processos concorrentes durante o dia
> > (operacional), entendendo que o vacuum/analyze sendo executado a
> > cada dia (durante a noite)
> > é o suficiente para garantir performance e otimização de espaço.

Infelizmente não é.
Se suas tabelas tem alterações durante o dia, o número de ANALYZE necessário é 
variável.
É melhor configurar isso no autovacuum e ele fará de acordo com a demanda pra 
você, e não por tempo. Já tive problemas sérios com isso e o Euler foi o cara 
que me ajudou a entender o processo do autovacuum.

> [Gibon] a questão é que em algumas GRANDES tabelas, e geralmente as
> que são
> o "coração" da aplicação, ocorre muita alteração durante o dia, então
> um vaccum nestas, em plena operação, eu acredito que pode onerar um
> pouco.

Se bem configurado, essa "oneração" é pequena. E compensa no final das contas.
Compare:
sem autovacuum - durante o dia, suas consultas começam bem pela manhã e pioram 
à tarde, podendo ficar péssimas.
com autovacuum - suas consultas manterão um ritmo similar durante o dia todo.

> [Gibon] E se eu deixar o autovaccum ativo e desativá-lo apenas em
> tabelas críticas, executando o vaccum nestas em uma rotina noturna,
> você acredita
> que seria uma boa abordagem? E ainda, quais as dicas para se

Na verdade, é exatamente ao contrário. É nas "críticas" que ele fará a 
diferença por estar ligado.

> considerar um
> autovacuum "bem configurado"?

Precisaremos entender o que é "tabela crítica" pra você, e como sua aplicação 
funciona em detalhe.
[]s

Flavio Henrique A. Gurgel
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