2011/2/10 Tiago Adami <[email protected]>:
> Em 10 de fevereiro de 2011 16:41, Cesar Pedroso
> <[email protected]> escreveu:
>> Nesse caso terei que sempre fazer o pg_dump com o --blob?

Sim.

>> Algum problema em passar a coluna para bytea? Desculpe pela ignoracia nao
>> sei a diferença.

Não, desde q vc conheça as limitações do bytea e seus impactos pra tua
aplicação.

> Este tipo de tratamento com OID  _deve_ ser algo específico do
> PostgreSQL, pois não conheço nenhum outro RDBMS que implemente algo
> diferente dos velhos conhecidos CLOB (a.k.a *Long Varchar* ou *Text*
> no PostgreSQL) e BLOB - e não descarto a possibilidade de estar com
> meus conhecimentos defasados.

Olha só, tenho a impressão q o OID ou LO é o q mais se aproxima das
implementações de BLOBs em outros SGBDs, mesmo porque por definição
BLOBs deveriam ser armazenados em uma entidade própria
(pg_largeobjects)[necessita referência \:-|]. Basta analisar a
implementação do Oracle, por exemplo, q mantêm os BLOBs em tabela a
parte e faz uma referência para este catalogo por um indentificador
interno.

As vantagens são inúmeras, por exemplo não existe a restrição de 1GiB
como vc mesmo já citou, visto q um objeto binário será dividido em
várias linhas do catálogo, mas confesso q a manutenção e replicação
desses dados é "cambeta".

Abraço!

-Leo
-- 
Leonardo Cezar
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