Em 28 de junho de 2011 19:07, Udlei Nattis <[email protected]> escreveu:
> Olá Shander, > > Suas observações são muito bem vindas. > > Quanto a linguagem, não vamos ter o sistema em varias linguagens (mas seria > possível um fork dela), vamos ter apenas uma mas "plugins" que podem ser > feitos em qualquer linguagem por qualquer pessoa. Creio que não cabe > explicar aqui como isto funciona ou o motivo desta decisão, mas é algo que > pesou quando surgiu a idéia de colocar a inteligência no banco, pelo menos > do que é essencial. > > Pelas msg vejo que somente o que realmente for essencial e importante, deva > ficar em procedures. O restante fica a cargo da aplicação. > > Bom é isso ai, agradeço as críticas, deu uma boa luz. > Uma pergunta importante: O software será utilizado como SaaS? Ou seja, vai rodar na nuvem em um servidor seu. Neste caso, a preocupação com outros SGDBs não é tão grande. Quando você desenvolve e tem de instalar em vários clientes, aí sim você tem de se preocupar mais com a portabilidade. Se o software é só seu e só você vai rodar ele, você pode ficar mais a vontade e explorar as especificidades do seu SGDB. -- Atenciosamente, Fábio Telles Rodriguez blog: http://www.midstorm.org/~telles/ e-mail / gtalk / MSN: [email protected] Skype: fabio_telles
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