Em 8 de novembro de 2011 22:25, Leonardo Cezar <[email protected]> escreveu: > 2011/11/8 Leandro Guimarães Faria Corce DUTRA <[email protected]>: >> Le 2011-N-8 21h49, Leonardo Cezar a écrit : >>> >>> Minha palestra sobre versionamento de objetos no banco de dados trata >>> parte deste assunto. >> >> Resumindo: apgdiff é o bicho? > > Resumindo: git é o bicho e o apgdiff resolve o que nenhum outro > resolve, mas não tudo.
Eu achei muito interessante Leo. Confesso que cheguei a tentar uma técnica semelhante, mas chegou num ponto em que ocorriam muitos conflitos pois alguns campos não deveriam subir, e na hora do merge apareciam ou para remover ou para adicionar, os rebases até ajudaram em alguns casos mas nao tive tempo de melhorar a arquitetura em si. Como você disse, o apgdiff resolve mas não tudo, mas a maneira como você encaixou as peças parece ter ficado bem interessante! Parabéns! Acabou que optei por utilizar patches de alteração em banco (um pouco semelhante ao processo do migrations do Rails, mas usando SQL e com uma ferramenta que automatiza algumas coisas), uso tambem o pgTAP para os testes, para validar essas alterações. São controlados via git e cada commit esta associado à tickets em ferramentas de trackers, por questão de rastreabilidade em milestones, por exemplo. []s -- Dickson S. Guedes mail/xmpp: [email protected] - skype: guediz http://guedesoft.net - http://www.postgresql.org.br _______________________________________________ pgbr-geral mailing list [email protected] https://listas.postgresql.org.br/cgi-bin/mailman/listinfo/pgbr-geral
