> E qual seria o problema em manter um VACUUM (não FULL) rodando no CRON > semanalmente se houver uma janela de manutenção disponível?
Se você tem janela, nenhum problema. Note que pra executar VACUUM não é necessário janela também, o banco de dados permanece disponível. O ruim é fazer SÓ isso, desligando o autovacuum. > Você pode discordar e eu aceito sua posição, mas falo pela minha > experiência - que pode ser pouca comparada à sua. Mesmo em bancos de > dados pequenos (< 10 GB) de softwares ERP que possuem mais dados > inseridos que eliminados ou atualizados, não ter uma manutenção Você está fazendo confusão. INSERT puro não gera tuplas mortas (exceto em caso de ROLLBACK). Logo não há necessidade de VACUUM para INSERT. VACUUM permite o reaproveitamento de tuplas mortas que aparecem por UPDATEs e DELETEs. > semanal ou mensal causa muito impacto. Principalmente nos planos de > acesso. Para manter planos de execução em ordem o que você precisa é de ANALYZE. O autovacuum é responsável por isso. E ele faz isso melhor do que "rotinas semanais". O autovacuum monitora o quanto uma tabela foi modificada e faz os ANALYZE quando precisa. Fazer semanalmente não significa que você terá planos melhores. Ajustar bem as configurações autovacuum_analyze_scale_factor e autovacuum_analyze_threshold é mais indicado. > Seria por causa de algum problema com a execução do AUTOVACUUM? Não > saberia responder neste momento... Não há influência. Você pode executar rotinas manuais ou agendadas sem prejuízo para o funcionamento das automáticas do PostgreSQL. O que estou tentando dizer é que o PostgreSQL sozinho faz um melhor trabalho do que rotinas agendadas, pois o seu banco de dados muda conforme é solicitado, não conforme o tempo. []s Flavio Henrique A. Gurgel Consultor e Instrutor 4Linux Tel: +55-11-2125-4747 www.4linux.com.br _______________________________________________ pgbr-geral mailing list [email protected] https://listas.postgresql.org.br/cgi-bin/mailman/listinfo/pgbr-geral
