Em 20 de agosto de 2012 11:30, Guimarães Faria Corcete DUTRA, Leandro < [email protected]> escreveu:
> 2012/8/20 Flávio Alves Granato <[email protected]>: > > Sim, mas veja que são duas questões bem separadas. Uma é distribuir > uma consulta entre vários processadores; outra, entre processadores > assimétricos (GPUs, CPUs &c); outra, entre nós de um grupo de > servidores. > > Notem também que existe um certo exagero, principalmente pelos > vendedores de versões corporativas de SGBDs proprietários, quanto aos > benefícios do paralelismo. São relativamente poucas as circunstâncias > em que o paralelismo fará uma grande diferença para o usuário ou para > o sistema. Geralmente, o paralelismo normal, de uma consulta por > processador, já é o suficiente para aproveitar a máquina bem e dar > bons tempos de resposta aos usuários. > > A comunidade está trabalhando em paralelismo, mas sem atropelos. O > objetivo, como sempre, é ter implementações que não só dê bom ganho de > desempenho hoje, mas não prejudique outros casos de uso além dos > contemplados pelos vários tipos de paralelismo, e que não aumente > demais a complexidade do sistema nem para operação, nem para > manutenção futura seja de bases, seja do código fonte. > Verdade verdadeira. Vender RAC como a resposta para todos os males é muito fácil.... Sim, as consultas do RAC no Oracle Enterprise são muito bacanas. Mas só fazem sentido em consultas muito pesadas onde o gargalo não seja I/O e sim processamento. O caso do PGStrom é bem peculiar neste sentido. Não é uma consulta que a gente vê o tempo todo. Ainda assim, eu acho o projeto (ainda que em estagio bastante embrionário) bacana para caramba. :-) []s -- Atenciosamente, Fábio Telles Rodriguez blog: http:// <http://www.midstorm.org/~telles/>http://tellesr.wordpress.com e-mail / gtalk / MSN: [email protected] Skype: fabio_telles
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