2013/12/6 Matheus Saraiva <[email protected]>:
> Em 06-12-2013 17:19, Flavio Henrique Araque Gurgel escreveu:
>
>> Faça você a análise: liste suas consultas. Crie os índices. Faça EXPLAIN
>> ANALYZE das consultas sobre dados reais. Assim, você terá certeza de como
>> seus índices serão utilizados, no seu caso específico.
>>
>> Às vezes, a estratégia de índices precisa de ajustes após ter sido
>> colocada em produção.
>
> Terei todas essas consultas que relatei (A and B, A and C, C and B, somente
> C e somente B)
>
> Baseado do que vc afirmou, qual seria a prática adequada, colocar o banco em
> produção sem índices, e cria-los depois de alguns dias baseado em uma
> análise de uso?

Bom, em primeiro lugar, uma modelagem minimamente decente (chaves
naturais declaradas, pelo menos) já terá boa parte dos índices mais
usados.  Isso não será o caso num modelo que se baseia exclusiva ou
predominantemente em chaves artificiais (autoincremento): haveria
alguns dos índices mais usados, mas relativamente poucos ainda.

Claro que só as chaves naturais dificilmente representarão todos os
índices necessários, a menos que numa base de dados extremamente
simples e leve, com uso igualmente simples e leve.  Mas, se o uso for
simples e leve e a base de dados for bem modelada, não fará mal criar
apenas os índices implícitos e observar.

Entretanto, relendo o trecho da mensagem do Flávio acima transcrito,
não é bem isso que ele propõe: ele propõe não exatamente observar o
uso sem índices, mas com índices.  E, enquanto rola o uso, já analisar
os planos de execução.  Com o que concordo em gênero, número e grau.
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