Em 2 de setembro de 2014 00:05, Anselmo Mota Silva <[email protected]> escreveu: > > Em 01/09/2014 10:48, "Marco Aurelio" <[email protected]> escreveu: > > (corte) >> 2 - Outra dúvida, considerando que tenho uma tabela onde a chave natural é >> composta, ex Notas, chave=PESSOA+NUMERO+SERIE+MODELO, o ideal para o >> relacionamento com as tabelas filhas (itensmovimento, duplicatas) seria >> criar um serial (notas_id) ou gravar a chave composta em cada tabela filha ? >> > Há quem atire pedras em chaves artificiais, mas, eu uso... No seu caso a > chave composta, se for a que estás citando podes ter problemas, por exemplo > com nota fiscal complementar... Ou não.
No histórico da lista há discussões muito bem fundamentadas para a questão do uso ou não de chaves artificiais. Como hoje a maioria dos frameworks de desenvolvimento as utilizam - ou funcionam melhor com elas - também não descarto seu uso. Particularmente utilizo duas premissas a seu respeito: 1) Se os atributos chave são imutáveis (nunca, jamais serão alterados) utilizo chave composta natural; 2) Se o(s) atributo(s) chave podem sofrer alterações, utilizo chave única artificial, mas crio um índice único para evitar duplicações (um exemplo disso é uma entidade onde só há um campo de descrição que pode ser alterado); TIAGO J. ADAMI http://www.adamiworks.com @tiadami _______________________________________________ pgbr-geral mailing list [email protected] https://listas.postgresql.org.br/cgi-bin/mailman/listinfo/pgbr-geral
