Em 20 de março de 2015 09:47, Matheus de Oliveira
<[email protected]> escreveu:
> Nossa. Um e-mail sem corpo, pode isso Arnaldo?
>
> De qualquer forma, na maioria dos ambientes, e em versões mais recentes o
> autovacuum toma conta disso tudo com sucesso. Em alguns ambientes, após uma
> análise mais detalhada nós fazemos o agendamento, mas geralmente é para um
> conjunto específico de tabelas.
>
> Se quiser agendar um VACUUM ANALYZE em horários de menor atividade do
> sistema, não vai fazer mal (veja o tempo que demora e garanta que não
> intercala com uso mais ativo do sistema). Só não caia na armadilha de
> agendar um VACUUM FULL, nem REINDEX. Só os faça se realmente comprovar a
> necessidade.
>
> Outro ponto é fazer um VACUUM ANALYZE de tabelas após carga de dados grandes
> ou operações de UPDATE/DELETE em batch, ou ainda após uma restauração. Mas
> veja que não é agendado, é algo que faz parte da operação, e mais uma vez, é
> preciso uma análise, nem sempre é necessário.
>

Aproveitando o gancho: trabalho com um determinado banco de dados para
um aplicativo científico com dados sensoriais (não sei como ele
funciona, só "cuido" das informações no SGBD) que possui acesso
constante a algumas tabelas 24x7. O autovacuum parece não estar
encontrando uma janela disponível (o espaço utilizado em disco diminui
pouco ou nada comparado a um VACUUM explícito), então me obrigo a
colocar um agendamento no cron toda madrugada, deixando o banco
temporariamente inoperante.

Há como saber se o autovacuum está sendo eficiente? Tipo: um SELECT
que mostre quais tabelas precisam de VACUUM?

Dessa forma eu faria uma checagem e executaria somente quando necessário.

PostgreSQL 9.3.5.


TIAGO J. ADAMI
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