> > Você só se esqueceu de um detalhe: o PostgreSQL não apaga os xlogs já > utilizados, ao invés disso estes são reciclados. Ou seja, no seu caso o > PostgreSQL usou o arquivo 62, e, ao invés de simplesmente apagá-lo, este > foi renomeado, provavelmente 6A. Veja então que o PostgreSQL não está > atualmente trabalhando no arquivo 6A, mas em algum antes disso > (possivelmente 63), para verificar em que arquivo ele está trabalhando, > execute o seguinte comando SQL: > > SELECT pg_xlogfile_name(pg_current_xlog_insert_location()); > > Este vai te retornar o segmento de log em que o PostgreSQL está > trabalhando (escrevendo) atualmente, os mais antigos estão prontos para ser > arquivados e reciclados (ou removidos) e os mais novos estão prontos para > serem reutilizados. > > Vale ressaltar que o processo que arquiva esses logs e o que escreve neles > (faz a reciclagem, remoção, etc.) são processos diferentes, por isso esse > processo não é síncrono, mas em geral acontece bem rápido. > > Perfeito. Obrigado Matheus.
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