On 12-11-2015 12:17, Guimarães Faria Corcete DUTRA, Leandro wrote:
como o PostgreSQL caminhando para trabalhar com
dados JSON muito bem como os famosos NoSQL

Já trabalha com JSon e outros tipos, geralmente melhor que os infames NoSQL.

Concordo, mas como as escolhas ocorrem em um ponto no tecido do espaço-tempo, no momento em que eu estava testando o postgresql com uma tabela em que o tipo da coluna era json, faltava alguma coisa para nossas queries. Se não me engano, pois já deve ter uns 2 anos estes testes, testamos o postgresql no centOS 7 e postgresql 9.1, sendo que poderíamos utilizar a versão 9.4 do postgresql e nos darmos bem, mas atualizar não era uma opção no momento.

O fato é que não deu. E terei novas oportunidades e postgresql entra nas minhas escolhas para situações como estas sem dúvidas alguma. Quanto a bases relacionais, é primeira opção sempre e quase sempre a única opção que permito.


A questão da escolha foi a base de dados totalmente desnormalizada e ruim,
fruto de 20 anos de falta de manutenção corretiva/evolutiva e a necessidade
de entregar dados mais rapidamente. Utilizamos o Riak por motivos de
garantias de persistencia de dados em cluster, built-in e a velocidade para
chave-valor que queríamos. Hoje conseguimos entregar dados para os
servidores web em 17,3ms e chegando em alguns caso em 2,7ms.

Já olhou o chave-valor do PostgreSQL?

Já e por mim utilizaria fácil, mas ouvimos do nosso dba que ele tem 365 x 10²³ ceriticações de sql server e que não iria utilizar postgresql em nosso ambiente e após isso vários FUDs... logo, ele não conseguiu o mesmo efeito contra um conceito que ele não conhece.

Um outro exemplo é que devido uma necessidade imposta por uma má implementação de um parceiro, acabamos implemento um software de broker de mensagens e utilizamos o postgresql como persistencia, basicamente tínhamos uma tabela com mais de 5GB de dados, um dos campos era o conteúdo json da mensagem, "E" nunca tivemos problemas de performance mesmo ele rodando em uma VM e com poucos ajutes para produção. Mas hoje estamos em outro fornecedor de SGBD, para saber o motivo volte ao parágrafo anterior... :-)


Nada contra ao Dutra, somente contra ao uso das palavras "portanto
inferior", "EU" gostaria que tivesse sido: portanto irmãos ou portanto mais
antigo... hehehehehehe...

Você só vai entender o porquê da inferioridade quando ler (e entender)
o artigo original do Codd, ou um dos vários resumos do modelo
relacional publicados por exemplo pelo Date.  Como sempre digo, no
Brasil é raro quem ensine modelo relacional; geralmente as pessoas
entendem mal o SQL e acham que esse malentendido sobre o SQL é a
essência do modelo relacional.

Concordo contigo, preciso sair do meu mundinho e ler mais o Codd e reler o Date, mesmo sendo um desenvolvedor isso vai me ajudar muito.
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