Em 24 de novembro de 2015 23:39, Dickson S. Guedes
<[email protected]> escreveu:
> Em 24 de novembro de 2015 20:16, Tiago José Adami <[email protected]> 
> escreveu:
>> E então a tabela - ou arquivo do objeto - chegou no limite dos 4 GB e
>> 'corrompeu' (se é esta a palavra adequada).
>
> Que estranho isso, porque o Postgres cria arquivos de tamanho menor ou
> igual a 1GB justamente por questões de compatibilidade. Vide o
> `relfilenode`, que é um ID lógico, fisicamente dividido em N arquivos
> físicos com tamanhos de no máximo 1GB nomeados com final .1, .2, .3, e
> assim por diante.

Faz muito tempo que eu presenciei este fato, difícil lembrar.

Pode parecer algo sem noção: a mensagem era semelhante, o arquivo
informado tinha 4 GB e estava dentro da pasta "..\base\", acredite ou
não, em uma partição FAT32 - equipamentos rodando Windows XP de
POS/Frente de Caixa de supermercados com uma tentativa de solução
utilizando PostgreSQL "embarcado'.

Agradeço pela observação sobre o meu comentário e não nego a
possibilidade de eu estar confundido e ter viajado legal na maionese.
Como não posso verificar, provar ou simular, melhor ignorar.

P.S: Para ficar menos feio o OP poderia verificar se a partição é
mesmo NTFS, já que é mais fácil corromper arquivos em FAT32 :)

Tiago J. Adami
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