On 1/18/16 10:10 AM, Flávio Alves Granato wrote:
> On 15-01-2016 22:21, iannsp wrote:
>> Implementado no SGDB ou fora dele o custo é dado pela resistencia a
>> mudanças que a arquitetura utilizada define.
> Pode explicar melhor este conceito? Ficou muito vago.
O que manda na capacidade de um software em ser alterado no ritmo que a
equipe de negócios precisa mudar é o quanto a arquitetura é capaz de
suportar mudanças nesses pontos.
Uma arquitetura desenvolvida por alguém que desconhece uma área de
negócios normalmente falha em suportar esses hubs de mudança e ai surge
o cenário em que o desenvolvedor luta com o software legado para
encaixar as mudanças. Isso é oq ue chamo taxa de resistencia a mudança
em uma arquitetura de software.

> 
>> No caso do sgdb, principalmente o postgresql que suporta tipagem dos
>> parametros, sobrecarga de metodos, multiplas linguagens de programação e
>> níveis de segurança(acesso ao O.S.) creio que a resistencia da
>> arquitetura é baixa portanto que desenvolvido por um profissional que
>> saiba o que é arquitetura de software, entenda do nicho em que o
>> software que esta escrevendo esta inserindo e pratique simplicidade sem
>> simplismo.
> "Creio", "simplicidade" e "simplismo" são palavras que levam a um
> entendimento muito subjetivo e apoiado na experiência pessoal de cada
> um. Entender de nicho não deve ser levado em consideração, mas como um
> adicional pois se contrato um desenvolvedor/DBA eu espero que ele faça
> muito bem é sistemas e que as regras de nicho fiquem muito bem entendida
> pelo negócio, aliás é um dos princípios do SOA ( já falaram por ae que
> SOA não é sistema nem procotolo? ).
Pois bem, com todo o respeito: discordo completamente.
 Levar o profissional técnico conhecer de técnica sem conhecer o
contexto é contra o que acredito.
 DDD e lean, conceitos que uso no desenvolvimento de sistemas, se
referem a isso.
 Sim, as palavras creio, simplicidade e simplismo são de aplicação
pessoal, mas não são de meu uso exclusivo e tampouco são subjetivas.

> 
> No fundo não respondeu à minha pergunta.
entendo.
>> Uma lista em ptbr sobre o melhor e mais fodastico banco de dados open
>> source do mundo.
> Concordo contigo, uso ele há mais de 15 anos, mais firme em minha
> memória tenho a versão 7.3 que não me lembro quando foi lançada.
puxa.
>> E SÓ VOCE é 110% do tempo desenvolvedor, eu mesmo sou 99% desenvolvedor,
>> mas com aquele 1%...
> não entendi. As vezes tenho dificuldades para entender o sacarmos.
entendo.
>> Testes de aceitação são a exposição de um problema. Pense lean.
> Pensar "lean" seria desenvolver sem testes e principalmente sem permitir
> aos donos do negócio ter controle sobre as regras e não deveríamos expor
> este problema? Como você responde subjetivamente, me permite endenter
> subjetivamente.
>>
>> O melhor software que você já escreveu para um cliente é aquele que você
>> não precisou escrever pq entendeu o problema e resolveu sem uma linha de
>> código.
> Não entendi, se na primeira resposta você me diz que o arquiteto tem que
> entender do nicho para poder ser um bom profissional. Estranho virou um
> paradoxo.
é necessario entender de negócio para resolver um problema sem programar.

>> Se você quer resolver o problema do seu cliente você deveria repensar o
>> seu 110%.
> talvez.
>> "quem trabalha com banco de dados" soou preconceituoso.
> Como se os teus 110% não tivesse sido. Mera formalidade de uma discussão
> acalorada não leve a mal.
>> "Empresas grandes ou pequenas", não importa: Se elas tiverem
>> programadores dedicados 110% a programar elas terão os mesmos problemas.
> Como mudar esta realidade?
Parar de acreditar que todo problema exige código em sua solução e que
programar mais resolve mais problemas. É a famosa parabola do velho
lenhador, aqui tem um video para ilustrar melhor:
https://www.youtube.com/watch?v=RGHs8zgZMh0

>> "Mercado brasileiro": tem mais gente nessa lista com experiencia
>> internacional do que você imagina e quanto mais cenarios você conhece
>> melhor habilitado para analisar o proximo cenario você estará.
> Sim, conheço alguns. Já preambulo por esta lista há uns 12 anos. Não é
> de hoje que vejo a discussão de onde ficar as regras de negócio e não é
> a primeira vez que entro nela. Só ler o histórico da lista. ;-)
> 
> A diferença que hoje não acho que deva ficar em lugar algo, ou melhor
> dizendo que é melhor estar em algum lugar porque X ou Y disse, como você
> comentou o pragmatismo do movimento Lean leva a se adaptar o tempo todo.
> Na minha concepção o modelo relacional, mesmo que ainda claudicante no
> PostgreSQL e isso não o desmerece pois os outros bancos de dados são
> pernetas mesmo, é a melhor saída para manter a unicidade dos dados, mas
> tem outras respostas que preciso dar quando falamos de sistemas para
> clientes finais, como em uma tela de formulário de cadastro por exemplo
> de um paciênte médico em que eu tenha que colher muitas informações
> sobre a saúde dele e até dados pessoais ( poiseh as vezes que imaginou o
> formulário pecou no design da informação ), o retorno para a tela como
> seria? Dar raise campo a campo não parece ser uma opção muito otimizada
> e "eu" não a escolheria.
> 
Entendo a sua questão: Suportar uma modelagem de um problema que esta em
constante evolução é um desafio comum para um DBA e para um
desenvolvedor, mas isso não tem a ver com regras de negócio mas sim com
modelagem e suportar uma modelagem assim pode ser algo simples no
postgreSQL, principalmente se você utilizar um campo json ou jsonb.
Agora, se você quiser modelar o problema de maneira relacional basta
suportar as entidades em separado e modelar tabelas para cada uma delas
e permitir relacionamentos 1->N.

Claudicante é tudo que o modelo relacional não é nem no PostgreSQL nem
nos outros bancos de dados relacionais ou objeto relacionais.

>>
>> "as coisas mudam rapidamente": Ué, modele as mudanças. Se os dados não
>> fossem considerados mutaveis talvez a profissão de DBA nem existisse.
> Fiz várias perguntas e agora que consegue me dar alguma resposta mais
> assertiva? E aliás, só peguei o teu email como exemplo e não foi
> direcionado a você a não ser as 2 ou 3 primeiras linhas.
>> "temos que acompanhar, o sistema inteiro". Não confunda praticas ruins
>> de programação com programar.
> É prática comum em algumas instituições religiosas a pinçagem de
> palavras ou parte de frases para poder se apoiar e atacar, se conseguir
> ser mais assertivo nas tuas respostas ia ajudar bastante nas discussões.
> 
Não tem como ser mais assertivo por que a asserção esta no kit de
conhecimento que você usa para a interpretação.

> Senhores já que fomos advertidos, não respondo(do verbo fazer ou
> retrucar) mais emails que tenham tom emocional e direto, há não ser que
> já conheça a pessoa e saiba que ela reagira bem há uma crítica. Para
> evitarmos os flames mesmo... :-)
Não considerei nossa troca de emails como um flame. Você não me ofendeu,
eu não te ofendi. Surgiram aqui e acolá algumas coisas boas nessa troca
de email.


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