Num cemit�rio havia um coveiro corcunda. Um dia ele estava andando pelo
cemit�rio a noite, quando viu um fantasma surgir por tr�s de um t�mulo.
Ele tentou correr, mas o fantasma disse:
- N�o corra, n�o adianta fugir.
O homem ficou paralisado.
F - Tens dinheiro?
H - N�o!
F - Tens felicidade?
H - N�o!
F - Tens sorte?
H - N�o!
F - Bom, como eu n�o tenho nada para te dar, ent�o voc� me d� essa
corcunda!
Quando o homem viu, o fantasma tinha desaparecido, e a sua corcunda
tamb�m. Ele ficou louco de alegria e foi correndo contar para os seus
colegas coveiros.
Um outro coveiro que era aleijado se interessou logo. E o ex-corcunda
disse;
- Rapaz, vai l� que era um fantasma curador, vai te deixar bom.
Ap�s saber direitinho onde o outro encontrou o fantasma ele seguiu todo
esperan�oso. Mas procurou, procurou, procurou e nada do fantasma, quando
ele j� ia desistindo ouviu aquela voz gutural:
F - Homem n�o corra!
H - N�o senhor. (j� todo feliz)
F - Tens dinheiro?
H - N�o senhor. (eheheheheheh)
F - Tens sorte?
H - N�o.
F - Tens felicidade?
H - N�o!
F - Ent�o como n�o tens nada, toma essa corcunda!


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