Um homem rico, sentindo-se morrer, pediu papel e pena, e escreveu assim: "Deixo os meus bens � minha irm� n�o a meu sobrinho jamais ser� paga a conta do alfaiate nada aos pobres". Mas morreu antes de fazer a pontua��o. A quem deixava ele a fortuna que tinha? Eram quatro os concorrentes. O sobrinho chegando, fez a seguinte pontua��o numa c�pia do bilhete: "Deixo os meus bens � minha irm�? N�o! A meu sobrinho. Jamais ser� paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres". A irm� do morto chegou em seguida, e em outra c�pia do escrito pontuou-o do seguinte modo: "Deixo os meus bens � minha irm�. N�o a meu sobrinho. Jamais ser� paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres". J� o alfaiate que, pedindo c�pia do original, j� fez a seguinte pontua��es: "Deixo os meus bens � minha irm�? N�o! A meu sobrinho? Jamais! Ser� paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres". O juiz estudava o caso, qdo chegaram os pobres da cidade. Um deles, mais sabido, em outra c�pia do manuscrito, fez esta interpreta��o: "Deixo os meus bens � minha irm�? N�o! A meu sobrinho? Jamais! Ser� paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres." --------------------------------------------------------------------- Voc� tem email?? Que tal mudar gratuitamente para [EMAIL PROTECTED]? Visite http://www.email.com.br e fa�a seu pedido. Esse email � seu! ---------------------------------------------------------------------
