Relativamente ao Openoffice, posso testemunhar que a resistência à mudança no meu local de trabalho foi notória (o Openoffice substituiu o MS Office há aproximadamente 6 meses), mas a adpatação não foi tão complicada como muitos temiam. Passados estes meses já todos os utilizadores conseguem ter o mesmo nível de produtividade que tinham com o MS Office, e realmente a adaptação OO -->MSO é relativamente simples e não é preciso ser-se particularmente dotado (informaticamente falando) para se conseguir trabalhar.
No fundo o que todos temiam era que tivessem de perder muito tempo a aprender a dominar um novo software, o que na óptica do utilizador é uma questão fundamental - há 10/15 anos que usam as mesmas soluções e consciente ou inconscientemente pensam que mudar de plataforma é voltar a aprender tudo do 0. Pelo menos foi essa a sensação com que fiquei com base no exemplo que testemunhei. André Mano 2010/3/30 Victor Ferreira <[email protected]> > Muito poderá ser feita nas Universidades, onde infelizmente ainda grassa o > desconhecimento, e o "acodomodamento" a soluções comerciais que todos já > conhecem de cor, resistindo a ter de aprender a mexer em software > diferente... Verdadeja dita que já noto alguns a olhar com alguma > curiosidade para o FOSS4G, embora me pareça que ter de mudar as sebentas, e > criar novos powerpoints, etc, ainda faça muitos se arrenpenderem antes de > começar... > Vamos a ajudar os meus colegas académicos a experimentar coisas novas? > Aos que já o vão fazendo, força com isso! > E já agora arranjem outro argumento que não seja "os alunos querem aprender > Ar** porque é o que se usa nas empresa...". Claro que as licenças à borla > vão ajudando a manter a malta utilizadora... > > E já experimentaram usar o Openoffice? Eu sou utilizador à mais de 6 anos e > já não sinto dores nem tremideiras de ter deixado de "consumir" o Office da > MS... > > Victor > > Artur Gil wrote: > >> "Open source cresce em maturidade" >> http://www.semanainformatica.xl.pt/968/est/100.shtml >> >> Apesar de tudo, o FOSS ainda continua a ser visto com uma solução imatura >> e passível de desconfiança (este título assim o demonstra). Para tal têm >> contribuído imenso esses "artigos especiais sobre FOSS" em que muitos dos >> principais entrevistados são frequenetemente completamente alheios (e >> antagónicos?) ao FOSS. >> >> Indo de encontro às últimas discussões que tem havido sobre a janela de >> oportunidade de crescimento para o FOSS que deveria representar uma >> (suposta) crise económica, faço aqui finca-pé na última frase do artigo: >> >> "(...) Mais irónico, o desejo de João Neves é de «maior crise», já que >> acredita que esta «tende a racionalizar as decisões, o que beneficia o >> software livre. Infelizmente parece que o desejo será cumprido.*" >> >> Deveria ser verdade, se não estivéssemos a falar de Portugal, a verdadeira >> República das Bananas, onde tudo pode e acontece à custa do erário público, >> sem rumo nem estratégia. >> >> AG >> * >> >> ------------------------------------------------------------------------ >> Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 < >> http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/> >> - Celebridades < >> http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/> >> - Música < >> http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/> >> - Esportes < >> http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/> >> >> ------------------------------------------------------------------------ >> >> _______________________________________________ >> Portugal mailing list >> [email protected] >> http://lists.osgeo.org/mailman/listinfo/portugal >> >> > _______________________________________________ > Portugal mailing list > [email protected] > http://lists.osgeo.org/mailman/listinfo/portugal >
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