Author: cafonso
Date: Sat Aug 18 06:00:44 2007
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 <chapter id="social-infrastructure">
 
-<title>Social and Political Infrastructure</title>
+<title>Infraestrutura Social e Pol�tica</title>
 
 <simplesect>
 
-<para>The first questions people usually ask about free software are
-"How does it work?  What keeps a project running?  Who makes the
-decisions?"  I'm always dissatisfied with bland responses about
-meritocracy, the spirit of cooperation, code speaking for itself, etc.
-The fact is, the question is not easy to answer.  Meritocracy,
-cooperation, and running code are all part of it, but they do little
-to explain how projects actually run on a day-to-day basis, and say
-nothing about how conflicts are resolved.</para>
-
-<para>This chapter tries to show the structural underpinnings
-successful projects have in common.  I mean "successful" not just in
-terms of technical quality, but also operational health and
-survivability.  Operational health is the project's ongoing ability to
-incorporate new code contributions and new developers, and to be
-responsive to incoming bug reports.  Survivability is the project's
-ability to exist independently of any individual participant or
-sponsor&mdash;think of it as the likelihood that the project would
-continue even if all of its founding members were to move on to other
-things.  Technical success is not hard to achieve, but without a
-robust developer base and social foundation, a project may be unable
-to handle the growth that initial success brings, or the departure of
-charismatic individuals.</para>
-
-<para>There are various ways to achieve this kind of success.  Some
-involve a formal governance structure, by which debates are resolved,
-new developers are invited in (and sometimes out), new features
-planned, and so on.  Others involve less formal structure, but more
-conscious self-restraint, to produce an atmosphere of fairness that
-people can rely on as a <foreignphrase>de facto</foreignphrase> form
-of governance.  Both ways lead to the same result: a sense of
-institutional permanence, supported by habits and procedures that are
-well understood by everyone who participates.  These features are even
-more important in self-organizing systems than in centrally-controlled
-ones, because in self-organizing systems, everyone is conscious that a
-few bad apples can spoil the whole barrel, at least for a while.</para>
+<para>A primeira pergunta que as pessoas fazem sobre o software livre �
+"Como funciona?  O que � que move um projecto?  Quem toma decis�es?"
+Fico sempre insatizfeito com respostas prontas sobre meritocracia, o
+esp�rito de coopera��o, o c�digo falar por si mesmo, etc.
+O facto � que a quest�o n�o tem resposta f�cil. A meritocracia, a 
+coopera��o e a execu��o de c�digo fazem parte da resposta, mas n�o 
+explicam como � que os projectos s�o geridos no dia-a-dia e nada dizem
+sobre como s�o resolvidos os conflitos.</para>
+
+<para>Este cap�tulo tenta mostrar as funda��es estruturais que os projectos
+bem sucedidos t�m em comum. Digo "bem sucedidos" n�o s� em termos de 
+qualidade t�cnica, mas tamb�m sa�de operacional e sobreviv�ncia.
+Sa�de operacional � a capacidade sustendada de um projecto incorporar novas
+contribui��es de c�digo e novos programadores e ter capacidade de resposta
+aos relat�rios de erros que entrem. Capacidade de sobreviv�ncia � a capacidade
+de um projecto existir independentemente de qualquer participante individual ou
+sponsor; pense nisto como a probabilidade do projecto continuar mesmo que todos
+os seus membros fundadores se mudarem para outras coisas. O sucesso t�cnico 
n�o 
+� dif�cil de alcan�ar, mas sem uma base de programadores e uma funda��o
+social robustas, um projecto pode ser incapaz de tratar o crescimento que esse
+sucesso inicial tr�s ou a partida de indiv�duos carism�ticos.</para>
+
+<para>H� v�rias maneiras de alcan�ar este tipo de sucesso. Algumas envolvem uma
+estrutura de governo formal, pela qual os debates s�o resolvidos, os novos 
+programadores s�o admitidos (e por vezes exclu�dos), novas caracter�sticas
+s�o planeadas e assim sucessivamente. Outras envolvem uma estrutura menos
+formal, mas maior auto-controlo, para produzir uma atmosfera de justi�a em
+que as pessoas possam confiar como uma forma de governa��o <foreignphrase>de
+facto</foreignphrase>. Ambos os caminhos levam ao mesmo resultado, perenidade 
+institucional, suportada por h�bitos e procedimentos bem compreendidos por
+todos os participantes. Estas caracter�sticas s�o ainda mais importantes
+em sistemas auto-organizados do que em sistemas controlados centralmente,
+porque em sistemas auto-organizados todos t�m consci�ncia que algumas ma�as
+podres podem estragar toda a caixa, pelo menos durante algum tempo.</para>
 
 <sect1 id="forkability">
-<title>Forkability</title>
+<title>Ramificabilidade</title>
 
-<para>The indispensable ingredient that binds developers together on a
-free software project, and makes them willing to compromise when
-necessary, is the code's <firstterm>forkability</firstterm>: the
-ability of anyone to take a copy of the source code and use it to
-start a competing project, known as a <firstterm>fork</firstterm>.
-The paradoxical thing is that the <emphasis>possibility</emphasis> of
-forks is usually a much greater force in free software projects than
-actual forks, which are very rare.  Because a fork is bad for everyone
-(for reasons examined in detail in
-<xref linkend="forks"/><phrase output="printed"> in
-<xref linkend="managing-volunteers"/></phrase>), the more serious
-the threat of a fork becomes, the more willing people are to
-compromise to avoid it.</para>
-
-<para>Forks, or rather the potential for forks, are the reason there
-are no true dictators in free software projects.  This may seem like a
-surprising claim, considering how common it is to hear someone called
-the "dictator" or "tyrant" in a given open source project.  But this
-kind of tyranny is special, quite different from the conventional
-understanding of the word.  Imagine a king whose subjects could copy
-his entire kingdom at any time and move to the copy to rule as they
-see fit.  Would not such a king govern very differently from one whose
-subjects were bound to stay under his rule no matter what he
-did?</para>
-
-<para>This is why even projects that are not formally organized as
-democracies are, in practice, democracies when it comes to important
-decisions.  Replicability implies forkability; forkability implies
-consensus.  It may well be that everyone is willing to defer to one
-leader (the most famous example being Linus Torvalds in Linux kernel
-development), but this is because they <emphasis>choose</emphasis> to
-do so, in an entirely non-cynical and non-sinister way.  The dictator
-has no magical hold over the project.  A key property of all open
-source licenses is that they do not give one party more power than any
-other in deciding how the code can be changed or used.  If the dictator
-were to suddenly start making bad decisions, there would be
-restlessness, followed eventually by revolt and a fork.  Except, of
-course, things rarely get that far, because the dictator compromises
-first.</para>
-
-<para>But just because forkability puts an upper limit on how much
-power anyone can exert in a project doesn't mean there aren't
-important differences in how projects are governed.  You don't want
-every decision to come down to the last-resort question of who is
-considering a fork.  That would get tiresome very quickly, and sap
-energy away from real work.  The next two sections examine different
-ways to organize projects such that most decisions go smoothly.  These
-two examples are somewhat idealized extremes; many projects fall
-somewhere along a continuum between them.</para>
+<para>O ingrediente indispens�vel que serve de argamassa a que os programadores
+se mantenham unidos num projecto de software livre e os leva a estarem 
dispon�veis
+para o compromisso quando necess�rio � a 
<firstterm>ramificabilidade</firstterm>: a
+capacidade de qualquer pessoa a partir de uma c�pia do c�digo fonte e usando-o 
como
+base come�ar um projecto concorrente, conhecido como <firstterm>ramo 
(fork)</firstterm>.
+A coisa paradoxal � que � esta <emphasis>possibilidade </emphasis> de ramos �
+normalmente uma for�a muito maior nos projectos de software livre que os 
+ramos reais, os quais s�o muito raros. Porque um ramo � mau para toda a gente
+(por raz�es explicadas em detalhe em
+<xref linkend="forks"/><phrase output="printed"> em
+<xref linkend="managing-volunteers"/></phrase>), quanto mais
+s�ria uma amea�a de ramifica��o fica, mais as pessoas est�o dispostas a 
+efectuar um compromisso para a evitar.</para>
+
+<para>Os ramos, ou o potencial para o seu surgimento melhor dizendo, �
+a raz�i pela qual nos projectos de software livre n�o h� verdadeiros
+ditadores. Pode parecer uma afirma��o surpreendente, tendo em conta a 
+frequ�ncia com que se ouve falar de "ditador" ou de "tirano" num dado
+projecto de �open source�. Mas este tipo de tirania � especial, muito
+diferente do significado convencional da palavra. Imagine um rei cujos
+subditos possam copiar o seu reino completo a qualquer momento  e possam
+mudar para a c�pia para governarem como acharem mais apropriado. Esse
+rei n�o governaria de modo completamente diferente daquele ao qual os subditos
+est�o sob tutela independentemente do que ele fa�a?</para>
+
+<para>� por esta raz�o que projectos que n�o t�m uma organiza��o formal
+como democracias s�o, na pr�tica, democracias quando se chega ao momento
+de tomar decis�es importantes. A replicabilidade implica a ramificabilidade;
+a ramificabilidade implica o concenso. � perfeitamente poss�vel que se 
+deseje atribuir a um l�der (o exemplo mais famoso � o de Linus Torvalds no
+desenvolvimento do cerne do Linux), mas isso foi porque assim o 
+<emphasis>escolheram</emphasis>, de uma maneira n�o c�nica e n�o sinistra.
+O ditador n�o tem uma m�o m�gica sobre o projecto. A propriedade chave de
+todas as licen�as de �open source� � n�o darem a ningu�m mais poder do que a
+qualquer outra entidade na decis�o de como o c�digo pode ser alterado ou
+usado. Se o ditador come�ar de repente a tomar decis�es m�s, haver� uma paragem
+de actividade, seguida eventualmente de uma revolta e uma ramifica��o. Claro
+que isto normalmente n�o chega t�o longe porque o ditador faz um compromisso
+antes.</para>
+
+<para>Mas s� porque a ramificabilidade coloca um limite m�ximo no poder que
+uma pessoa pode exercer num projecto n�o quer com isto dizer que n�o haja
+importantes diferen�as em como os projectos sejam governados. N�o quer que 
+cada decis�o venha at� � pergunta extrema de quem est� a pensar num ramo. 
+Isso seria cansativo muito rapidamente, retirando energia do trabalho 
+propriamente dito. As duas sec��es seguintes examinam maneiras diferentes de
+organizar projectos de tal modo que a maior parte das decis�es sejam
+adoptadam sem guerra. Estes dois exemplos s�o de algum modo extremos ideais;
+v�rios projectos caiem no continuo entre ambos.</para>
 
 </sect1>
 
@@ -101,7 +100,7 @@
 <simplesect id="benevolent-dictator"></simplesect>
 <!-- ======================== SECTION ============================== -->
 <sect1 id="benevolent-dictator">
-<title>Benevolent Dictators</title>
+<title>Ditador Benevolente</title>
 
 <para>The <firstterm>benevolent dictator</firstterm> model is exactly
 what it sounds like: final decision-making authority rests with one

_______________________________________________
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