Author: cafonso
Date: Sat Aug 25 06:04:51 2007
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Chap 04 typos, rev 1

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@@ -5,8 +5,8 @@
 <simplesect>
 
 <para>A primeira pergunta que as pessoas fazem sobre o software livre é
-"Como funciona?  O que é que move um projecto?  Quem toma decisões?"
-Fico sempre insatizfeito com respostas prontas sobre meritocracia, o
+"Como funciona? O que é que move um projecto?  Quem toma decisões?"
+Fico sempre insatisfeito com respostas prontas sobre meritocracia, o
 espírito de cooperação, o código falar por si mesmo, etc.
 O facto é que a questão não tem resposta fácil. A meritocracia, a 
 cooperação e a execução de código fazem parte da resposta, mas não 
@@ -16,7 +16,7 @@
 <para>Este capítulo tenta mostrar as fundações estruturais que os projectos
 bem sucedidos têm em comum. Digo "bem sucedidos" não só em termos de 
 qualidade técnica, mas também saúde operacional e sobrevivência.
-Saúde operacional é a capacidade sustendada de um projecto incorporar novas
+Saúde operacional é a capacidade sustentada de um projecto incorporar novas
 contribuições de código e novos programadores e ter capacidade de resposta
 aos relatórios de erros que entrem. Capacidade de sobrevivência é a capacidade
 de um projecto existir independentemente de qualquer participante individual ou
@@ -62,15 +62,15 @@
 frequência com que se ouve falar de "ditador" ou de "tirano" num dado
 projecto de «open source». Mas este tipo de tirania é especial, muito
 diferente do significado convencional da palavra. Imagine um rei cujos
-subditos possam copiar o seu reino completo a qualquer momento  e possam
+súbditos possam copiar o seu reino completo a qualquer momento  e possam
 mudar para a cópia para governarem como acharem mais apropriado. Esse
 rei não governaria de modo completamente diferente daquele ao qual os subditos
 estão sob tutela independentemente do que ele faça?</para>
 
 <para>É por esta razão que projectos que não têm uma organização formal
 como democracias são, na prática, democracias quando se chega ao momento
-de tomar decisões importantes. A replicabilidade implica a ramificabilidade;
-a ramificabilidade implica o concenso. É perfeitamente possível que se 
+de tomar decisões importantes. A replicabilidade implica a bifurcabilidade;
+a bifurcabilidade implica o consenso. É perfeitamente possível que se 
 deseje atribuir a um líder (o exemplo mais famoso é o de Linus Torvalds no
 desenvolvimento do cerne do Linux), mas isso foi porque assim o 
 <emphasis>escolheram</emphasis>, de uma maneira não cínica e não sinistra.
@@ -82,14 +82,14 @@
 que isto normalmente não chega tão longe porque o ditador faz um compromisso
 antes.</para>
 
-<para>Mas só porque a ramificabilidade coloca um limite máximo no poder que
+<para>Mas só porque a bifurcabilidade coloca um limite máximo no poder que
 uma pessoa pode exercer num projecto não quer com isto dizer que não haja
 importantes diferenças em como os projectos sejam governados. Não quer que 
 cada decisão venha até à pergunta extrema de quem está a pensar num ramo. 
 Isso seria cansativo muito rapidamente, retirando energia do trabalho 
 propriamente dito. As duas secções seguintes examinam maneiras diferentes de
 organizar projectos de tal modo que a maior parte das decisões sejam
-adoptadam sem guerra. Estes dois exemplos são de algum modo extremos ideais;
+adoptaram sem guerra. Estes dois exemplos são de algum modo extremos ideais;
 vários projectos caiem no continuo entre ambos.</para>
 
 </sect1>
@@ -116,13 +116,13 @@
 ter a perícia suficiente para consistentemente tomar boas decisões em todas
 as áreas de um projecto, e de qualquer modo, os programadores de qualidade
 não ficam excepto se tiverem alguma influência na direcção do projecto.
-Assim os ditactores benevolentes normalmente não ditam muito. Em vez disso
+Assim os ditadores benevolentes normalmente não ditam muito. Em vez disso
 deixam as coisas funcionar por si através de discussão e experimentação
 sempre que possível. Participam nessas discussões eles próprios, mas como
 programadores normais, normalmente delegando numa pessoa da área da
 manutenção que tenha mais conhecimento. Só quando é claro que não se
 está a alcançar consenso e a maior parte do grupo <emphasis>quer</emphasis>
-alguém que guie a decisão de modo a poder prosseguir." A roletância em
+alguém que guie a decisão de modo a poder prosseguir." A relutância em
 tomar decisões por decreto é um traço partilhado virtualmente por todos
 os ditadores benevolentes bem sucedidos. É uma das razões porque conseguem
 manter esse papel.</para>
@@ -136,8 +136,8 @@
 
 <para>Ser um BD exige uma combinação de traços. Necessita, primeiro que
 tudo, uma sensibilidade grande sobre a sua própria influência no projecto,
-que por outro lado trás auto-controlo. Nos primeiro estadios de uma 
-discussão, não deve exprimir opiniões e consulsões para evitar que os
+que por outro lado trás auto-controlo. Nos primeiros estadios de uma 
+discussão, não deve exprimir opiniões e conclusões para evitar que os
 outros achem inútil efectuarem dissidências. As pessoas têm que ser livres
 de se exprimirem, mesmo ideias estúpidas. É inevitável que o próprio
 BD exprime de tempos a tempos uma ideia estúpida também e, é claro, 
@@ -172,7 +172,7 @@
 ocasionalmente, quando acharam que a direcção que queriam tomar para
 o projecto era diferente da da maioria dos outros programadores. Devido 
 à bifurcabilidade não importa se o ditador benevolente é root (tem 
-previlégios de administração) nos servidores principais do projecto ou
+privilégios de administração) nos servidores principais do projecto ou
 não. As pessoas falam por vezes do controlo do servidor como se fosse a 
 última fonte de poder num projecto quando tal é irrelevante. A capacidade
 de adicionar ou remover as palavras de passe das pessoas num determinado
@@ -202,7 +202,7 @@
 determinado BD. Só que a governação baseada no grupo é "evolucionariamente
 estável", para pedir emprestada uma metáfora de biologia. Sempre que um BD
 se demite, ou tenta espalhar a tomada de decisão de modo mais equilibrado
-é a oportunidade para o grupo estabelecer um novo sistema não ditaturial 
&mdash;estabelecer uma constituição como deve ser. O grupo pode não tomar esta
+é a oportunidade para o grupo estabelecer um novo sistema não ditatorial 
&mdash;estabelecer uma constituição como deve ser. O grupo pode não tomar esta
 oportunidade a primeira ou a segunda vez mas vai acabar por o fazer; 
 quando o fizer, a probabilidade desta decisão ser invertida é pouco
 provável. O senso comum explica porquê: Se um grupo de N pessoas tem que 
@@ -210,7 +210,7 @@
 têm que concordar com a redução da sua influência pessoal. As pessoas 
 normalmente não o desejam fazer. Mesmo o o fizerem a ditadura resultante seria
 ainda assim condicionada: se o grupo de aborrece-se com o BD o grupo poderia
-distituir o BD. Assim uma vez tendo mudado a liderança de um individuo
+distituir o BD. Assim uma vez tendo mudado a liderança de um indivíduo
 carismático para um sistema mais formal baseado no grupo raramente se volta
 atrás.</para>
 
@@ -220,7 +220,7 @@
 consenso não puder ser alcançado.</para>
 
 <para><firstterm>Consenso</firstterm> significa acordo com que todos
-estam dispostos a viver. Não é um estado ambiguo: um grupo alcançou consenso
+estam dispostos a viver. Não é um estado ambíguo: um grupo alcançou consenso
 numa dada questão quando alguém propõe que se alcançou consenso e que
 ninguém contradiga essa afirmação. A pessoa que propõe o consenso deve
 especificar a que consenso se refere e que acções devem ser levadas a 
@@ -233,16 +233,16 @@
 bem porque se funde suavemente com a discussão técnica propriamente
 dira. No fim de uma discussão há frequentemente acordo geral no caminho
 a seguir. Alguém trata de fazer um fecho, o qual simultaneamente
-resume o que foi decidido e a proposta implicita do consenso. Isto permite
+resume o que foi decidido e a proposta implícita do consenso. Isto permite
 que alguém diga "Espera lá eu não acordei isso. Temos que conversar
 mais."</para>
 
-<para>Para decisões pequenas e sem controversia, a proposta de consenso
+<para>Para decisões pequenas e sem controvérsia, a proposta de consenso
 é implícita. Por exemplo se um programador espontaneamente submete uma
-correção de um erro a própria submissão é uma proposta de consenso:
+correcção de um erro a própria submissão é uma proposta de consenso:
 "Parto do princípio que todos concordam que este erro necessita ser 
-corrigido e esta é a correção." Claro que o programador não diz isto; 
-ele só trata de submeter a correção e os outros no projecto não se
+corrigido e esta é a correcção." Claro que o programador não diz isto; 
+ele só trata de submeter a correcção e os outros no projecto não se
 preocupam em indicar o seu acordo, visto o silêncio ser o próprio
 consentimento. Se alguém submeter uma alteração que se venha a verificar
 <emphasis>não</emphasis> ter consenso, o resultado é simples o projecto 
@@ -256,20 +256,20 @@
 significa que a maior parte das decisões pode ser facilmente desfeita. A
 maneira mais comum disto acontecer é se alguém submeter uma alteração
 por engano pensando que toda a gente concorda com ela, para vir a enfrentar
-objeções após tal facto. É tipico dessas objeções começarem por um
+objeções após tal facto. É típico dessas objecções começarem por um
 pedido de desculpas por se ter estado ausente de discussão, embora
 se possa omitir isto se não se encontrar nada sobre o assunto nos 
 arquivos da lista de correio. De qualquer modo não há razão para o tom
 da discussão ser diferente após a alteração ter sido submetida do que antes.
 Qualquer alteração pode ser invertida, pelo menos até terem sido inseridas
 alterações dependentes (isto é, novo código que falhe se a alteração 
-original form retirada de repente). O sistema de controlo de versões
+original for retirada de repente). O sistema de controlo de versões
 dá ao projecto uma maneira de desfazer os efeitos de um julgamento mau ou
 rápido. Isto, por seu lado, liberta as pessoas para confiarem nos seus
 instintos sobre quanta retroalimentação é necessária antes de fazerem
 algo.</para>
 
-<para>Isto também significa que o processo de estabeler consenso não
+<para>Isto também significa que o processo de estabelecer consenso não
 necessita de ser muito formal. A maior parte dos projectos gerem isto
 por instinto. Pequenas alterações podem ocorrer sem discussão ou com 
 discussão mínima seguida de alguns assentimentos de acordo. Para 
@@ -280,7 +280,7 @@
 porque não verificou o seu email com a frequência necessária.</para>
 
 <para>Assim, quando alguém está confiante e sabe o que necessita ser 
-feito, deve fazê-lo. Isto aplica-se não só a correções de software, mas
+feito, deve fazê-lo. Isto aplica-se não só a correcções de software, mas
 a actualizações de sítios web, alterações na documentação, e qualquer
 outra coisa que dificilmente seja controversa. Normalmente só haverá alguns
 exemplos onde uma acção tem que ser desfeita, e essas podem ser tratadas
@@ -343,17 +343,17 @@
 url="http://en.wikipedia.org/wiki/Voting_system#List_of_systems"/> para
 mais detalhes sobre votação pela positiva e outros sistemas de votação,
 mas tente evitar entrar num longo debate sobre qye sistema de votação
-usar (porque, claro, iria encontrar-se num debase sobre que sistema
+usar (porque, claro, iria encontrar-se num debate sobre que sistema
 de votação usar para decidir o sistema de votação!). Uma razão pela qual
 a votação pela positiva é uma boa escolha é que é muito difícil para
 alguém objectar, é um sistema tão justo quanto possível como sistema
 de votação.</para>
 
 <para>Finalmente, conduza a votação em público. Não há necessidade
-para segredo ou anonimia de votação em assuntos que tenham sido 
+para segredo ou anonimato de votação em assuntos que tenham sido 
 debatidos publicamente. Deixe que cada participante coloque os seus
 votos na lista de correio do projecto, de modo a que cada observador
-possa escrutinar e verificar os resultos por si e assim fica tudo
+possa escrutinar e verificar os resultados por si e assim fica tudo
 registado nos arquivos.</para>
 
 </sect2>
@@ -362,21 +362,21 @@
 <title>Quando Votar</title>
 
 <para>A coisa mais difícil sobre a votação é determinar quando a fazer.
-Em geral votar deve ser algo  muito raro: &mdash;um último recurso par
+Em geral votar deve ser algo muito raro: &mdash;um último recurso par
 quando todas as outras opção tenham falado. Não pense na votação como
 um grande meio de resolução de debates. Não é. Acaba discussão e assim 
 também termina o pensamento criativo sobre o problema. Desde que a 
 discussão continue há a possibilidade de que alguém descubra uma nova
 solução de que todos gostem. Isto sucede com frequência: um debate vivo
 pode produzir uma nova maneira de pensar sobre o problema e conduz 
-para uma proposta que eventualmente satizfaça toda a gente. Mesmo quando
-não aparecem novas proposta é mesmo assim normalmente preferírel ao
+para uma proposta que eventualmente satisfaça toda a gente. Mesmo quando
+não aparecem novas proposta é mesmo assim normalmente preferível ao
 intermediário chegar a um compromisso do que ir para votação. Após um
-compromisso, todos estaram um pouco descontentes, enquanto que após uma 
-votação algumas pessoas estaram muito descontentes enquanto outras 
-estão alegres. De um ponto de vista político a situação anterior é 
+compromisso, todos estarão um pouco descontentes, enquanto que após uma 
+votação algumas pessoas estarão muito descontentes enquanto outras 
+estarão alegres. De um ponto de vista político a situação anterior é 
 preferível: pelo menos cada pessoa pode sentir ter extraído algo 
-do seu descontentamento. Pode estar insatizfeito mas isso sucede com cada
+do seu descontentamento. Pode estar insatisfeito mas isso sucede com cada
 um deles.</para>
 
 <para>A principal vantagem da votação é resolver determinada questão
@@ -390,7 +390,7 @@
 técnicas para evitar uma votação prematura. A mais óbvia é simplesmente
 dizer "julgo que não estamos preparados para votar por agora", e explicar
 porque não. Outra é pedir que se faça um inquérito informal (que não 
-seja binding). Se a resposta tender claramente para um lado ou para outro
+seja vinculativo). Se a resposta tender claramente para um lado ou para outro
 isto poderá levar algumas pessoas a chegar a um compromisso, evitando
 uma votação formal. Mas a forma mais eficaz de o fazer é simplesmente
 dar uma nova solução, ou um novo ponto de vista sobre uma sugestão antiga
@@ -406,8 +406,8 @@
 eleitorado, assim parar a discussão cedo pode baixar a qualidade do
 resultado.</para>
 
-<para>(Nota  que o conselho roletante para ir a votos não inclui a votação
-de alteração-inclusão descrita em
+<para>(Nota  que o conselho ruletante para ir a votos não inclui a votação
+de alteração/inclusão descrita em
 <xref linkend="stabilizing-a-release"/><phrase output="printed">
 em <xref linkend="development-cycle"/></phrase>.  Aí, a votação é mais
 um mecanismo de comunicação, um meio de registar o envolvimento de
@@ -421,21 +421,21 @@
 
 <para>Ter um sistema de votação levanta a questão do eleitorado: quem
 vota? Isto tem o potencial de ser um tema sensível, porque força o
-projecto a reconhecer oficiamente que algumas pessoas estão mais envolvidas
-ou têm um melhor juizo que outras.</para>
+projecto a reconhecer oficialmente que algumas pessoas estão mais envolvidas
+ou têm um melhor juízo que outras.</para>
 
 <para>A melhor solução é simplesmente usar uma distinção pré-existente, como
 por exemplo quem tem acesso de submissão, e anexar os privilégios de votação
 a essa condição. Em projectos que oferecem tanto acesso de submissão 
 parcial ou total a questão é se os submetedores parciais podem votar depende
 largamente do processo pelo qual o acesso de submissão parcial lhes foi 
-atribuído. Se o projecto o dá de forma liberal, por exemplo como uma forma
+atribuído. Se o projecto o dá, de forma liberal, por exemplo, como uma forma
 de manter várias ferramentas contribuídas por terceiros no repositório,
 então deve ser tornado claro que o acesso de submissão parcial é só isso
 não lhe dá acesso às votações. A implicação inversa naturalmente também
 se mantém: visto os submetedores totais <emphasis>irão</emphasis> ter 
privilégios
 de votação, devem ser escolhidos não só como programadores, mas como membro
-do eleitorado. Se alguém mostrar tendências disruptivas ou obstruccionistas
+do eleitorado. Se alguém mostrar tendências disruptivas ou obstrucionistas
 na lista de distribuição de correio, o grupo deve ser muito cuidadosa sobre 
 torná-lo um submetedor, mesmo que seja uma pessoa com capacidade 
técnica.</para>
 
@@ -445,7 +445,7 @@
 submetedores, colocados numa lista de distribuição de correio pública, porque
 os sentimentos e reputação do candidato podem sofrer. Em seu lugar é
 normal que um dos submetedores, proponha alguém aos outros submetedores
-numa lista de distribuição de correio privada, proponto que alguém receba
+numa lista de distribuição de correio privada, propondo que alguém receba
 acesso de submissão. Os restantes submetedores dizem de sua justiça, sabendo
 que a discussão é privada. Frequentemente não haverá discussão e assim
 sendo não haverá necessidade de votar. Após esperar alguns dias de forma
@@ -457,10 +457,10 @@
 segredo. Se a pessoa, sob consideração, souber o que está a ocorrer e 
 nunca lhe vier a ser atribuído o acesso de submissão pode concluir que 
 perdeu a votação e pode ficar sentido. Claro que, se alguém pede explicitamente
-acesso de submissão, então, só há como explicitamente aceitar ou regeitar. 
Neste
+acesso de submissão, então, só há como explicitamente aceitar ou rejeitar. 
Neste
 caso deve ser feito tão delicadamente quanto possível, com uma explicação
-clara "gostamos das sua correções mais ainda não vimos suficiente número",
-ou "gostamos das suas correções todas mas tiveram que ser alteradas antes de
+clara "gostamos das sua correcções mais ainda não vimos suficiente número",
+ou "gostamos das suas correcções todas mas tiveram que ser alteradas antes de
 serem aplicadas e assim não nos sentimos confortáveis para lhe dar acesso
 de submissão para já. Contudo, esperamos que tal mude no futuro." Lembrar
 que aquilo que se disser pode ser um golpe, dependendo do nível de confiança
@@ -491,7 +491,7 @@
 uma solução é pedir a todos os subscritores da lista de distribuição
 de correio que votem. Esta votação de facto é uma 
 <firstterm>sondagem</firstterm> e não uma votação, mas os programadores
-podem tratar o resultado como XXbinding.  Como qualquer sondagem
+podem tratar o resultado como vinculativo.  Como qualquer sondagem
 assegure-se que fica claro para os participantes que há uma opção de
 para sugerir: se alguém pensar que uma opção melhor não aparece nas
 perguntas da sondagem, a sua resposta pode tornar-se no resultado
@@ -509,14 +509,14 @@
 objecção e uma obstrução. O seu significado exacto varia de projecto
 para projecto. Alguns projectos tornam difícil ultrapassar um veto; 
 Outros permitem que um veto seja ultrapassado por uma maioria de votos,
-eventualmente após um atrazo obrigatório para mais discussão. Qualquer
+eventualmente após um atraso obrigatório para mais discussão. Qualquer
 veto deve ser acompanhado de uma explicação detalhada; um veto sem uma
 explicação deve ser consideração não admissível.</para>
 
 <para>Com os vetos vem o problema do abuso dos vetos. Por vezes os 
 programadores estão demasiado despostos a levantar problemas vetando,
 quando o que era desejável era mais discussão. Pode evitar abuso de 
-veto, usando-o de modo muito roletanto você mesmo e gentilmente
+veto, usando-o de modo muito ruletante você mesmo e gentilmente
 pedir para o retirar se alguém o usar com demasiada frequência. Se 
 necessário lembrar ao grupo que os vetos só serão respeitados
 enquanto o grupo concordar que o sejam &mdash; se uma maioria clara de
@@ -529,9 +529,9 @@
 votação e de veto muito estruturado, descrito em <ulink
 url="http://www.apache.org/foundation/voting.html"/>.  As normas 
 Apache espalharam-se para outros projectos, e irá ver as suas convenções
-usadas em vários graus em muitos locais no mundo do open source. 
+usadas em vários graus em muitos locais no mundo do «open source». 
 Tecnicamente um "-1" nem sempre indica um veto formal de acordo com
-as normas Apache mas informalmnente normalmente  toma o significado
+as normas Apache mas informalmente normalmente  toma o significado
 de um veto ou de uma objecção muito forte.</para>
 
 <para>Tal como os votos os vetos pode ser aplicados retroactivamente.
@@ -559,7 +559,7 @@
 pergunte novamente. O documento não deve conter qualquer surpresa: não
 é origem de acordos é uma mera descrição de acordos. Claro que se for
 bem sucedido as pessoas começam a citá-lo como origem com autoridade,
-mas isso só significa que reflete o entendimento geral do grupo de forma
+mas isso só significa que reflecte o entendimento geral do grupo de forma
 correcta.</para>
 
 <para>É este o documento a que se alude em <xref
@@ -568,7 +568,7 @@
 o projecto é muito novo, terá que estabelecer directrizes sem
 a vantagem que a história longa de um projecto traz. Mas à medida
 que a comunidade que o desenvolve amadurece, pode ajustar a 
-linguagem para refletir a forma que as coisas realmente tomaram.</para>
+linguagem para reflectir a forma que as coisas realmente tomaram.</para>
 
 <para>Não tente ser exaustivo. Nenhum documento pode capturar tudo o que 
 as pessoas necessitam saber sobre como participar num projecto. 
@@ -577,8 +577,8 @@
 todos aderem às mesmas. Outras coisas são simplesmente demasiado
 óbvias para serem mencionadas, e distrairiam de material importante
 mas não óbvio. Por exemplo não há razão para escrever directrizes
-equivalentes a "Seja educado e respete os outra na lista de distribuição
-de correio e não inicie uma guerra inflamada", ou "Escreva código limpor,
+equivalentes a "Seja educado e respeite os outra na lista de distribuição
+de correio e não inicie uma guerra inflamada", ou "Escreva código claro,
 legível e sem erros". Claro que isto é desejável mas visto não haver
 um universos onde elas possam <emphasis>não</emphasis> ser desejáveis,
 não vale a pena mencionar. Se as pessoas estão a ser agrestes na 
@@ -603,7 +603,7 @@
 <para>Se o projecto é uma ditadura benevolente, ou tem funcionários
 com poderes especiais (presidente, ...), então o documento é uma
 boa oportunidade para codificar os procedimentos de sucessão.
-Isto por vezes pode ser tão simples quanto nomear pessoas especificas
+Isto por vezes pode ser tão simples quanto nomear pessoas específicas
 como substitutos no caso de uma saída repentina do projecto do BD
 por qualquer razão. Geralmente, se há um BD, só o BD pode nomear um
 sucessor. Se os funcionários forem eleitos então o processo de 
@@ -631,13 +631,13 @@
  Subversion <filename>hacking.html</filename> em <ulink
 url="http://svn.collab.net/repos/svn/trunk/www/hacking.html"/>, e os 
 documentos sobre governo da Apache Software Foundation em <ulink
-url="http://www.apache.org/foundation/how-it-works.html"/> and <ulink
+url="http://www.apache.org/foundation/how-it-works.html"/> e <ulink
 url="http://www.apache.org/foundation/voting.html"/>.  A ASF de facto
 é uma coleção de projectos de software, legalmente organizados como
 uma corporação sem fins lucrativos, e assim os seus documentos 
 tendem a descrever mais procedimentos de governo que convenções
 de desenvolvimento. Mesmo assim é bom ler, pois representam a 
-experiência acumulada de muitos projectos de open source.</para>
+experiência acumulada de muitos projectos de «open source».</para>
 
 </sect1>
 

_______________________________________________
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