Devem ser instaladas no Brasil pelo menos 10 operações comerciais de
Worldwide Interoperability for Microwave Access (WiMax), tecnologia de banda
larga sem fio, no próximo ano. "Tenho pelo menos 33 projetos mapeados",
afirmou ontem Ronaldo Miranda, presidente do WiMax Forum no Brasil e diretor
de Marketing e Vendas da Intel para a América Latina. "Serão investidos
centenas de milhões de dólares."

Na terça-feira, a Intel deve anunciar uma parceria com o governo federal
para um piloto em Minas Gerais, Estado de origem do ministro das
Comunicações, Hélio Costa. "O piloto tem como objetivo estender o conceito
do Gesac", explicou Miranda, referindo-se ao Governo Eletrônico - Serviço de
Atendimento ao Cidadão, que hoje só usa satélite para a conexão de internet
de programas de inclusão digital. O governo procura alternativas mais
baratas.

A Intel é a principal promotora do WiMax no mundo. "Investimos US$ 500
milhões no Centrino, para criar demanda", afirmou Miranda, sobre a solução
da Intel que integrou o Wi-Fi, tecnologia de rede local sem fio, aos
computadores portáteis. "Para o WiMax, espere outro investimento deste
porte." Os produtos padronizados do WiMax chegarão ao mercado em 2006.
Testes em São Paulo conseguiram alcance de até 20 quilômetros, com
velocidades entre 10 megabits por segundo (Mbps) e 15 Mbps. O pacote mais
rápido do Speedy, da Telefônica, tem 8 Mbps.

Além da Intel, fazem parte do WiMax Forum grandes fabricantes de
equipamentos de telecomunicações, como Nortel, Motorola, Siemens e Nokia, e
fornecedores especializados, como Aperto e Alvarion. "A América Latina sai
na frente dos Estados Unidos", afirmou Valter Wolf, gerente de Marketing da
Siemens. A primeira geração do WiMax, em que as conexões são fixas, tem mais
apelo em países em desenvolvimento, onde existe pouca banda larga
disponível. Para países desenvolvidos, a aposta maior está na segunda
geração, que permite mobilidade.

"Quando comecei a falar de WiMax há três anos, as operadoras nem me
recebiam", lembrou Miranda. O panorama mudou. O gerente-geral da Alvarion,
Ginaldo Pereira, disse que já fez testes com a Brasil Telecom, Telefônica e
Embratel. As móveis também avaliam. As informações são de O Estado de
S.Paulo.


Fonte: http://www.forumpcs.com.br/noticia.php?b=139425


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Marcus Roberto.

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