olá-lá,

por alusões :P


A Dom, 2004-06-20 às 16:47, Jesus Bravo Alvarez escreveu:
>
> - As dúas propostas feitas aquí son de traducir automaticamente do castelán
>   e do portugués, cando o que traducimos é un 100% do inglés.  Iso quere
>   dicir, como xa comentastes, que estaríamos a facer unha tradución dunha
>   tradución, e iso é pouco recomendable.  Os problemas posibles son
>   introducir erros na tradución, transmitir os erros da tradución orixinal,
>   e que a tarefa de revisión é aínda máis difícil ("mmm, que cona é isto?
>   será un erro do tradutor automático? será un erro do que o traduciu a
>   español/portugués? a ver que mire o orixinal en inglés... mmm, e agora a
>   tradución a español/portugués...") Ufff...

antes de mais, eu não fiz proposta nenhuma, só uma reflexão e uma
resposta a alguma pergunta feita. tanto me tem o que faça cada um, eu
normalmente só me preocupo polo trabalho que tenho de fazer eu, o lombo
dos outros a mim não me dói :)

e com isto que dizes, a mim parece-me óbvia uma solução sem tanto
barulho como lhe pões: tu traduzes automagicamente do idioma X para
galego, mas sempre vês o original e traduze-lo normalmente. o resultado
não é *revisar* a tradução automática, mas traduzir *desde zero* tendo
já muitas partes -frases, palavras, ...- escritas (conceptualmente é
bastante diferente ;).

eu por exemplo fazia uma cópia do documento original e com cada
parágrafo traduzia vendo o que havia no original, e ao acabar esse
parágrafo eliminava o original. naqueles tempos não havia tradução
portuguesa daqueles documentos, senão provavelmente abriria dois
navegadores/editores/o-q-for, acima com o original e abaixo com a
portuguesa, e iria escrevendo por cima da portuguesa aproveitando o que
puder. com o de Berto já nem teria de corrigir a maioria das palavras.

isso não impede que cambies por completo muitas das frases. o que tens
de ver é se paga a pena traduzir por cima (por se tens de corrigir
muitas cousas) ou fazê-lo desde zero porque não aproveitas nada. e não
tens de mirar para nada como o traduzem nos outros idiomas se já o estás
mirando do original, salvo que tenhas dúvidas. mas no caso dos
tradutores automágicos que traduzem praticamente palavra por palavra já
a tens diante, e no caso do do Berto (que só cambia a ortografia, não
traduz nada) tens exactamente o mesmo texto diante.


>       En todo caso, igual estou a ser pesimista de máis, habería que
> facer unha proba cun texto de documentación a ver que tal funciona.  Agora,
> hai alguén a traducir documentación por aquí?  Eu téñoo difícil para facer
> probas, estou dándolle arreo á tradución de GNOME, a ver se a voltamos a un
> nivel de decencia mínima ;)
> 
>       Se alguén fai algunha probiña seria (que non sexa traducir unha
> noticia ou un texto literario coas dúas ferramentas para demostrar canto se
> parecen o galego e o portugués e o estúpidos que somos os que traducimos a
> galego), que o conte na lista ;)

eu não digo que quem faça isso seja estúpido, eu é que acho estúpido
perder o *meu* tempo por causa de gente que teima em manter a
dificuldade dum problema, quando há um método muito singelo de
simplificação que virtualmente todo o mundo pode superar sem fazer um
master em Harvard.

e a prova tê-la no fim da mensagem, sobre este ficheiro:

http://br.tldp.org/projetos/howto/arquivos/html/Networking-Overview-HOWTO/Networking-Overview-HOWTO-182.html

- um dos câmbios mais importantes é que é de português do Brasil, com
sintaxe levemente diferente que o por2gal não corrige

- também eliminam consonantes mudas e assim aparecem coisas estilo
"atualización"

- outro problema é que têm uma forma parecida com o inglês em frases do
tipo "ele é um protocolo feito em.." ("it's a.."), neste caso conviria
uma regra estilo El[ea] [é|faz|outros-verbos-habituais] -> só-o-verbo

- a palavra "nível->nible" merece trato aparte ;)

- este em concreto tb tem bastantes erros ("suPPorta", "é uma dos
factores", "espeço" -espaço-, "Uma implementação beta implementation",
alguma frase sem traduzir, ..).


conclusão: num documento sem erros estúpidos na tradução, tentando
adaptar isso para a especial ortografia brasileira, tendo em conta as
substituições de uma série de termos de pt_BR a pt_PT/galego
(acessar->aceder, arquivo->ficheiro, ...) e de pt_PT a galego
(sucesso->éxito, ligação->conexão -às vezes fica bem ligação-, ...), e
com umas substituições automágicas dependentes do documento que não são
o suficientemente gerais como para metê-lo no por2gal (pex
"pontoa-ponto"), fica como o segundo anexo.

ainda se podem fazer mais substituições ad-hoc para esse documento sem
medo de introduzir erros imprevistos, estilo suport->soport, com o qual
terias umas quantas palavras mais às que nem necessitarias tocar. este
documento também não é muito longo, mas nas guias de instalação de
distribuições onde se explica a instalação desde diferentes médios (CD,
disco, rede..) pode aforrar bastante tempo :)

eu penso que tendo isso escrito se aproveitaria muito mais o tempo que
desde o original inglês, porque só há que reescrever algumas partes por
completo, introduzir ou eliminar algum artigo e preposição, alguma
letra em alguma palavra, e trocar de ordem algumas palavras (alt+t em
emacs) para as diferentes sintaxes.

o equivalente desde os tradutores automáticos como os do outro dia,
introduziam acho que mais câmbios de sintaxe e sobretudo muito mais
graves, palavras sinónimas mal utilizadas (firme-asine), maus usos de
"falsos amigos", expressões diferentes, e acima de tudo, uma forma
diferente de dizer a frase em muitos dos casos que não se dá entre os
co-dialectos portugueses americano e europeu.

agora cada um@ que julgue :)


>       Saúdos!
> 
> P.D: Berto, se cadra podías facer tamén un gal2por (pena que non estea en
> prolog ou haskell, xa estaría feito!), logo podíamos exportar as nosas
> traducións aos portugueses, com certeça ficariam muito felizes com elas :)

certeÇa ou certeZa? ;)

é por isso mesmo que o tradutor gal2por não é efectivo: porque em se é
'j' ou 'ge/i' (jeito->xeito, gerar->xerar, giz->xiz) sempre passa a ser
'x', 'ç' sempre a 'z' (cabeça->cabeza, braço->brazo, justiça->xustiza),
'-ção' a '-ción', 'ss' a 's'.

mas o contrário não é tão óbvio, nem acho que haja regras que sempre se
cumpram: é certeza ou certeça? can é cão ou cã? e grao é grão ou grã?
gran é grão ou grã também? estranxeiro é estrangeiro ou estranjeiro?
bruja ou bruxa? expresão ou expressão? tamén é também ou tambêm?
portugués ou português? aspeito ou aspecto ou aspeto? respeito ou
respeto ou respecto? ...

e pelo dito em outras mensagens, se os portugueses já rejeitam muitas
vezes as traduções brasileiras, nem txe conto as galegas...

bics and apperts!

--------------------------------------------------------------------------

-- 
Manuel A. Fernandez Montecelo <man...@sindominio.net>

Title: Como Facer - Visión xeral da Conectividade do Linux: Protocolos de Rede
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182. Protocolos de Rede

Linux supporta varios diferentes protocolos de rede:

182.1 Protocolo TCP/IP

O protocolo TCP/IP foi orixináriamente desenvolvido, duas décadas atrás, para o Departamento de Defesa (DoD) dos Estados Unidos, principalmente para o propósito de interligación de computadores de diferentes plataformas. O conxunto de protocolos TCP/IP disponibilizado, através de sua estrutura de nibles, para isolar as aplicacións dos equipamentos de conectividade.

Apesar de ser baseado nun modelo de nibles, el é máis voltado para o provemento de interconectividade, non se prendendo ríxidamente ós nibles funcionais. Esta é unha das razóns pola cal o protocolo TCP/IP se tornou un protocolo de interconexón padrán de fato, ó contrario da OSI.

O protocolo TCP/IP estivo presente no Linux desde seu princípio. el foi implementado a partir do cero. É un dos máis robustos, rápidos e confiable implementación, e é unha dos fatores chave do suceso do Linux.

Como Facer relacionados: http://metalab.unc.edu/mdw/HOWTO/NET3-HOWTO.html

182.2 Protocolo TCP/IP versión 6

IPv6, algunhas veces referenciado como IPng (IP Next xeneration) é unha atualización do protocolo IPv4, d eforma a enfocar varios temas. Estes temas incluen: escasez de enderezos I{ disponibles, falta de mecanismos para manusear o tráfego en horas sensibles, falta de un nible de seguranza para a rede, etc.

O maior espezo para nomes será acompañado por un mecanismo de enderezamento mellorado, o cal terá un garnde impacto na performance de roteamento. unha implementación beta implementation xa existe para o Linux, e unha versión d eproduzáo é esperada para liberación da versión 2.2.0 do núcleo do Linux.

182.3 Protocolo IPX/SPX

IPX/SPX (Internet Packet Exchanxe/Sequenced Packet Exchanxe) é un protocolo proprietario desenvolvido pola Novell, e baseado no protocolo Xerox Network Systems (XNS). O IPX/SPX se tornou proeminente durante o início dos anos 80 como unha parte integrante do Netware, da Novell. O NetWare se tornou un padrán de fato para Sistema Operacional de Rede (SOR), da primeira xeración de Redes Locais. A Novell complementou seu SOR con un conxunto de aplicacións orientada para negócios, e utilitarios para conexón das máquinas cliente.

O Linux ten unha implementación moito limpa do IPX/SPX, permitindo que sexa configurado con un:

  • roteador IPX
  • ponte IPX
  • cliente NCP e/ou servidor NCP Server (para compartillamento de arquivos)
  • Clente Novell para impresión, servidor Novell de impresión
E para:
  • Disponibilizar o PPP/IPX, permitindo que unha máquina Linux axa como un cliente/servidor PPP
  • Realizar o encapsulamento de IPX através do IP, permitindo a conexón de duasrede IPX através de unha ligación que use apenas o IP

Adicionalmente, Caldera oferece o suporte comercial para o Novell NetWare baixo o Linux. A Caldera disponibiliza un completo cliente para Novell NetWare, criado a partir de tecnoloxia licenciiada pola Novell Corporation. O software permite o aceso completo do cliente a servidores dee arquivo Novell 3.x and 4.x incluindo características tais como NetWare Directory Service (NDS) e criptografia RSA.

182.4 Protocolo AppleTalk

Appletalk é o nome do protocolo para interconexón da Apple. el permite un modelo de rede pontoa-ponto que prové funcionalidade básica tal como compartillamento de arquivo e de impresora. Cada máquina pode, simultáneamente, axir como un cliente e servidor, e o “software” e “hardware” necesarios estan incluídos en cada computador Apple.

O Linux prové unha completa interconexón Appletalk. Nettalk é unha implementación, a nible de núcleo, do ptocolo AppleTalk , orixinalmente para sistemas derivados do BSD. Inclui suporte para roteamento AppleTalk, servindo sistemas de arquivo Unix e AFS filesystems sobre AFP (AppleShare), servindo impresoras Unix e acesando impresoras AppleTalk através de PAP.

Vexa a seción 5.1 para maiores informacións.

182.5 Rede Metropolitanas (WAN), X.25, Frame-relay, etc...

Varias empresas proveén produtos T1, T3, X.25 e Frame Relay products para o Linux. xeralmente é requirido “hardware” especial para ese tipo de conexón. Os vendedores que proveén o “hardware” tamén proveén os “drivers” con supote ó protocolo.

182.6 Protocolo ISDN

O ncleo do Linux ten capacidades ISDN embutidas. O Isdn4linux controla placas de PC para ISDN, e pode emular un moden con o conxunto de instrucións Hayes (comandos "AT"). As posibilidades varian do simples uso de un programa de terminal, conexóns via HDLC (usando equipamentos inclusos),ata conexóns completas con a Internet con PPP e aplicacións de áudio.

182.7 Protocolos PPP, SLIP, PLIP

O núcleo do Linux ten suporte embutido para PPP (Pointto-Point-Protocol), SLIP (Serial Line IP) and PLIP (Parallel Line IP). PPP é o medio máis usual para usuarios acesaren seus Provedores de Aceso a Internet (PAI). PLIP permite a ligación barata de duas máquinas usando a porta paralela e un cabo especial, alcanzando velocidades de 10kBps a 20kBps.

182.8 Protocolo de Radio Amador

O núcleo do Linux ten suporte embutido para protocolos de rádio amador.

Especialmente interesante é o suporte ó protocolo AX.25. Este protocolo oferece tanto modo de operación conectado e non-conectado, é é usado tanto para ligacións pontoa-ponto, ou para o transporte de outros protocolos tais como o TCP/IP e o NetRon.

el é similar ó X.25 nible 2 en sua estrutura, con algunhas extensións pata tornálo máis útil no ambiente de rádio amadores.

182.9 Protocolo ATn

O suporte do Linux para o protocolo Atn ainda está correntemente no estáxio pre alpha. Existe unha versión experimental, que siuporta conexóns brutas ATn(PVCs e SVCs), IP sobre ATn, emulación de Rede Local...


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Title: Como Facer - Visión xeral da Conectividade do Linux: Protocolos de Rede
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182. Protocolos de Rede

Linux suporta varios protocolos diferentes de rede:

182.1 Protocolo TCP/IP

O protocolo TCP/IP foi orixináriamente desenvolvido, duas décadas atrás, para o Departamento de Defesa (DoD) dos Estados Unidos, principalmente para o propósito de interconexión de computadores de diferentes plataformas. O conxunto de protocolos TCP/IP disponibilizado, através de sua estrutura de niveis, para isolar as aplicacións dos equipamentos de conectividade.

Apesar de ser baseado nun modelo de niveis, é máis voltado para o provemento de interconectividade, non se prendendo ríxidamente ós niveis funcionais. Esta é unha das razóns polas cales o protocolo TCP/IP se tornou un protocolo de interconexón padrón de fato, ó contrario da OSI.

O protocolo TCP/IP estivo presente no Linux desde seu princípio. Foi implementado a partir do cero. É un dos máis robustos, rápidos e de confiable implementación, e é un dos fatores chave do éxito do Linux.

Como Facer relacionados: http://metalab.unc.edu/mdw/HOWTO/NET3-HOWTO.html

182.2 Protocolo TCP/IP versión 6

IPv6, algunhas veces referenciado como IPng (IP Next xeneration) é unha atualización do protocolo IPv4, de forma a enfocar varios temas. Estes temas incluen: escasez de enderezos disponibles, falta de mecanismos para manusear o tráfego en horas sensibles, falta de un nivel de seguranza para a rede, etc.

O maior espazo para nomes será acompañado por un mecanismo de enderezamento mellorado, o cal terá un garnde impacto no desempeño do roteamento. Xa existe unha implementación beta para o Linux, e esperase unha versión de produción para a liberación da versión 2.2.0 do núcleo do Linux.

182.3 Protocolo IPX/SPX

IPX/SPX (Internet Packet Exchange/Sequenced Packet Exchange) é un protocolo proprietario desenvolvido pola Novell, e baseado no protocolo Xerox Network Systems (XNS). O IPX/SPX se tornou proeminente durante o início dos anos 80 como unha parte integrante do Netware, da Novell. O NetWare se tornou un padrón de fato para Sistema Operacional de Rede (SOR), da primeira xeración de Redes Locais. A Novell complementou seu SOR con un conxunto de aplicacións orientada para negócios, e utilitarios para conexón das máquinas cliente.

O Linux ten unha implementación moito limpa do IPX/SPX, permitindo que sexa configurado con un:

  • roteador IPX
  • ponte IPX
  • cliente NCP e/ou servidor NCP Server (para compartillamento de arquivos)
  • Clente Novell para impresión, servidor Novell de impresión
E para:
  • Disponibilizar o PPP/IPX, permitindo que unha máquina Linux axa como un cliente/servidor PPP
  • Realizar o encapsulamento de IPX através do IP, permitindo a conexión de duas redes IPX através de unha conexión que use apenas o IP

Adicionalmente, Caldera oferece o suporte comercial para o Novell NetWare baixo o Linux. A Caldera disponibiliza un completo cliente para Novell NetWare, criado a partir de tecnoloxia licenciada pola Novell Corporation. O software permite o aceso completo do cliente a servidores de ficheiros Novell 3.x e 4.x incluindo características tais como NetWare Directory Service (NDS) e criptografia RSA.

182.4 Protocolo AppleTalk

Appletalk é o nome do protocolo para interconexón da Apple. Permite un modelo de rede punto-a-punto que prové funcionalidade básica tal como compartillamento de ficheiros e de impresora. Cada máquina pode, simultáneamente, axir como un cliente e servidor, e o "software" e "hardware" necesarios estan incluídos en cada computador Apple.

O Linux prové unha completa interconexón Appletalk. Nettalk é unha implementación, a nivel de núcleo, do protocolo AppleTalk, orixinalmente para sistemas derivados do BSD. Inclui suporte para roteamento AppleTalk, servindo sistemas de arquivo Unix e AFS filesystems sobre AFP (AppleShare), servindo impresoras Unix e acedendo impresoras AppleTalk através de PAP.

Vexa a seción 5.1 para maiores informacións.

182.5 Rede Metropolitanas (WAN), X.25, Frame-relay, etc...

Varias empresas proveén produtos T1, T3, X.25 e Frame Relay para o Linux. Xeralmente requerese "hardware" especial para ese tipo de conexión. Os vendedores que proveén o "hardware" tamén proveén os "drivers" con suporte ó protocolo.

182.6 Protocolo ISDN

O núcleo do Linux ten capacidades ISDN embutidas. O Isdn4linux controla placas de PC para ISDN, e pode emular un moden con o conxunto de instrucións Hayes (comandos "AT"). As posibilidades varian do simple uso de un programa de terminal, conexións via HDLC (usando equipamentos incluidos), ata conexións completas con a Internet con PPP e aplicacións de áudio.

182.7 Protocolos PPP, SLIP, PLIP

O núcleo do Linux ten suporte embutido para PPP (Point-to-Point-Protocol), SLIP (Serial Line IP) e PLIP (Parallel Line IP). PPP é o medio máis usual para usuarios acederen seus Provedores de Aceso a Internet (PAI). PLIP permite a conexión barata de duas máquinas usando a porta paralela e un cabo especial, alcanzando velocidades de 10kBps a 20kBps.

182.8 Protocolo de Radio Amador

O núcleo do Linux ten suporte embutido para protocolos de rádio amador.

Especialmente interesante é o suporte ó protocolo AX.25. Este protocolo oferece tanto modo de operación conectado e non-conectado, e é usado tanto para conexións punto-a-punto, ou para o transporte de outros protocolos tais como o TCP/IP e o NetRon.

É similar ó X.25 nivel 2 en sua estrutura, con algunhas extensións para tornálo máis útil no ambiente de rádio amadores.

182.9 Protocolo ATM

O suporte do Linux para o protocolo Atm ainda está correntemente no estáxio pre alpha. Existe unha versión experimental, que suporta conexións brutas ATM (PVCs e SVCs), IP sobre ATM, emulación de Rede Local...


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