Quem tem o amor tem a convicção plena do tempo. Do tempo de ontem, do
tempo de hoje e o que virá amanhã. O amor solidifica a convicção
 humana.

Quem tem o amor sai de si mesmo e se vê de outra forma, da forma que 
o
mundo o vê, redescobre seus próprios valores, e volta pra si num
encontro com sua própria alma. O amor é a linha sagrada de ligação
do "eu" com o universo.

Quem tem o amor se despe da vaidade e veste a humildade, a humildade
que dignifica o caráter e a essência de "ser". O amor é a
vestimenta da vontade de viver.

Quem tem o amor se torna um jardineiro, o jardineiro que aprendeu a
regar todos os outros sentimentos que decorrem desse amor. O amor é o
jardim da alma.

Quem tem o amor tem a propriedade da vida, a propriedade da 
esperança,
a propriedade em ser feliz. O amor é o telhado de quem não tinha 
casa.

Quem tem o amor ouve vozes dos céus todos os dias, vozes que indicam
os sinais e os caminhos. O amor é o interlocutor entre o homem e 
Deus.


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