É mto complicado.
Mas friamente falando, sem levar em conta temas racistas ou do gênero, cabe
uma ressalva.
Assim como salmão, telha, marfim e outros, o NOME da cor é apenas uma
convenção, necessária na identificação dos sinais propostos pela sociedade,
no caso, internacional.
A empresa apenas importa as informações programadas por outros países.
Cabe à mãe uma explicação pelo desentendimento da criança ou um
aconselhamento quanto a esse tipo de idéia da criança, não declarar a razão
de todo problema numa convenção.
Compreendo todo o problema criado por uma situação que não é aceita nos dias
atuais, mas não creio que ela vá solucionar o problema da criança.
O que vc acha?
cordialmente,
André


Em 19/04/08, Angela tavares <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>
>    Para pensar ....
>
> Beijos,
>
> Angela
> Observação: mensagem anexa encaminhada.
>
> ------------------------------
> Abra sua conta no Yahoo! 
> Mail<http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.mail.yahoo.com/>,
> o único sem limite de espaço para armazenamento!
>
> 
>
>
> ---------- Mensagem encaminhada ----------
> From: Fábio Adiron <[EMAIL PROTECTED]>
> To: Síndrome de Down <[EMAIL PROTECTED]>, "CVI Brasil
> Grupo" <[EMAIL PROTECTED]>, "Educautismo" <
> [EMAIL PROTECTED]>, Fórum Inclusão <
> [EMAIL PROTECTED]>, "Novidades do dia " <
> [EMAIL PROTECTED]>
> Date: Thu, 17 Apr 2008 16:30:11 -0300
> Subject: [Down] Qual é a cor da pele ?
>
> Queridos, leiam a mensagem abaixo que tenho enviado sistematicamente para
> a
> Faber-Castell, sem resposta. Acho que já comentei a história com vocês.
> Hoje
> acordei cansada disso. Vou, ao menos, espalhar o tema por aí. Sei lá,
> PROCON, Seppir, CBN. Quero um help de vocês. Quero saber se me ajudam,
> enviando pros contatos de vocês e me indicando pra quem mais eu posso
> reclamar disso tudo. Resolvi fazer barulho porque os caras nunca me
> responderam.
>
>
> Denise
> Segue abaixo o texto da mensagem:
> _________________________
>
> Gostaria de contar-lhes a seguinte história: Quando meu filho ingressou na
> escola de educação infantil, chegou aqui em casa certo dia dizendo que
> queria ser 'cor de pele'. Gostaria de informar que somos negros. Meu
> marido
> é branco. Nosso filho, mestiço.
>
> Não conseguimos entender o desejo dele, pois ele já era cor de pele - foi
> o
> que respondi. 'Filho, você é cor de pele. Cor de pele negra'. Esse tema
> rondou a casa por semanas até que um dia fui à escola descobrir o que
> estava
> havendo.
>
> E, para minha surpresa, o fato era uma mistura de incompetência para a
> diversidade brasileira vinda da própria professora e, muito fortemente,
> saída também da Faber-Castell, que tem na sua caixa de lápis de 36 cores
> uma
> cor chamada PELE. Que cor é essa? Um salmão, rosa-claro, rosinha a que o
> fabricante denomina PELE.
>
> Pele de quem, me pergunto? Pele branca, é claro. Não seria legítimo em um
> país de maioria negra que houvesse também uma cor na caixa de lápis para
> quem não tem pele branca?
>
> Ressalto que,sim, embora as estatísticas camuflem esse dado, o Brasil é um
> país de maioria negra. E posso informar bibliografia consistente sobre o
> assunto, se necessário. Ou insiram uma nova cor, que contemple a pele
> negra,
> ou mudem o nome dessa, por favor.
>
> Meu filho está com sete anos agora e já faz tempo que sabe que
> 'marronzinho', como ele mesmo dizia. Mas entendeu nesse exato momento em
> que
> quis ser 'cor de pele' que vocês o submeteram a um preconceito disfarçado.
> Camuflado em uma caixa de lápis que vemos nas propagandas cantantes,
> coloridas, sorridentes da marca.O fato é que desde essa época - e faz
> tempo!
> tento por este canal, sem sucesso, um contato com a Faber-Castell.
>
> O fato é que semana passada, fazendo uma compra pude ver que a cor PELE
> continua na caixa de lápis fabrica por vocês. Quero uma resposta e
> providências em uma semana, por favor. Porque hoje acordei cansada de ser
> ignorada. Aproveito para informar que, desta vez, usarei todos os recursos
> necessários para que minha reclamação atinja os canais destinados a ela,
> bem
> como instituições que se preocupam com a questão no Brasil.
>
> Atenciosamente, muito atenciosamente,
>
> Denise Camargo.
>
>
>

Responder a