Parabéns pelos comentários, Helton.
Será que este é o mesmo Mauro Sant'Anna?
http://www.microsoft.com/brasil/mvp/awardees/desenvolvedores/mauro.mspx

2008/10/9 Helton Dória <[EMAIL PROTECTED]>

> Antes de mais nada é preciso esclarecer que este texto é uma verdadeira
> coletânea de boatos, inverdades e meias verdades que vem sendo propagadas
> publicamente desde que grandes vendedores de licenças de software se
> sentiram ameaçados pelo software llivre. Além disso, o escritor parece ter
> baseado suas análises em leituras superficiais sobre o que a imprensa, de
> forma tendenciosa ou não,  havia publicado sobre o software livre até então.
>
> Outra coisa, desisti de quebrar a resposta em várias. Então vai tudo de uma
> vez e quem tiver paciência de chegar ao final eu agradeço. É bom lembrar tb
> que estarei focando exclusivamente o software livre e não o código aberto
> (open source), porque estes são movimentos diferentes, apesar de possuirem
> algumas interseções. Dito isto, vamos ao que interessa.
>
>
> 2008/10/9 Eduardo Júnior <[EMAIL PROTECTED]>
>
>>
>> Open Source
>>
>> Em 1989, o Sr. Richard Stallman, já então bastante envolvido com algo que
>> iria chamar-se no futuro "software livre" criou um tipo de licença de
>>
>> software que chamou "copyleft", mas que hoje é mais conhecida como "open
>>
>> source" (*).
>>
>> Bom, aqui o autor já comete seus primeiros erros já que a FSF (Free
> Software Foundation) foi criada em 1985 e open source e software livre não
> são a mesma coisa. Para ser software livre, um software não precisa estar
> licenciado sob a GPL, mas a sua licença precisa garantir a liberdade para
> usar o programa para qualquer fim desejado, a liberdade de estudar como o
> programa funciona e adaptá-lo às suas necessidades, a liberdade de
> redistribuir cópias e a liberdade de melhorar o programa e liberar suas
> modificações para o público. Como algumas dessas liberdades demandam o
> acesso ao código fonte, o código fonte precisa estar aberto e ser acessível
> a qualquer um. Por conta do software livre e do open source preconizarem a
> distribuição do código fonte e liberarem as modificações, muita gente coloca
> tudo no mesmo saco. Porém, algumas licenças open source permitem que um
> código antes aberto seja fechado em alguma de suas modifações e isso já é o
> bastante para os dois movimentos serem diferentes entre si. Um software
> livre permanece livre e aberto por toda a sua vida e propaga isso também nos
> seus descendentes.  O autor perpetua a confusão entre free software e open
> source por todo o texto.
>
> A licença deste tipo mais conhecida é a "GNU General Public
>>
>> License". Este tipo de licença se caracteriza principalmente pelo seguinte:
>> você deve incluir o fonte do seu produto, deve permitir modificações e - o
>>
>> principal - qualquer um que inclua qualquer fragmento do seu software é
>> obrigado a incluir a totalidade dos fontes do próprio produto, mesmo aquele
>> que foi desenvolvido depois.
>>
>>
> Novo erro do autor. A GPL não lhe obriga a incluir os fontes do seu produto
> na distribuição do mesmo. Mas ela garante que qualquer um que tenha acesso
> ao produto tenha o direito de solicitar os fontes. Isso quer dizer que, se
> vc quiser distribuir os binários sem os fontes vc pode, mas precisa incluir
> um oferta formal e por escrito que garanta ao usuário o acesso aos fontes.
> Se a pessoa que receber os binários quiser se valer do direito de receber os
> fontes, basta preencher e lhe entregar a oferta escrita e vc terá a
> obrigação de lhe dar os fontes. Isso é valido mesmo se a pessoa não receber
> os binários diretamente de vc. Se vc resolver distribuir os binários pela
> internet, deverá prover um link para os fontes tb.
>
>
>>
>>
>> Note, o que caracteriza o Open Source não é nem o acesso aos fontes, nem a
>>
>>
>> permissão de modificações, nem o baixo preço. Estas características sempre
>> existiram anteriormente. Existem hoje licenças bastante conhecidas que
>> satisfazem estes quesitos, como a do "BSD Unix", e que não são Open Source.
>>
>>
>> A principal característica do Open Source é que ele "contamina" qualquer
>> software que use código Open Source, transformando-o automaticamente em Open
>> Source.
>>
>>
> Bom, eu colocaria isso de uma maneira diferente. Eu diria que a principal
> característica do software livre é garantir que as quatro liberdades básicas
> que ele defende continuem existindo mesmo nos descendentes do software
> original.
>
>
>>
>> Para os usuários, o Open Source parece, a princípio, caído do céu: o
>>
>>
>> software não apenas pode ser copiado à vontade e por isso efetivamente
>> gratuito, como também na medida em que os desenvolvedores usem trechos de
>> código Open Source, todo software se tornará Open Source. Passado algum
>>
>>
>> tempo, todo software existente na Humanidade seria gratuito! Na verdade a
>> estória não é tão rósea para os usuários, como veremos a seguir.
>>
>> Mas vamos falar primeiro dos desenvolvedores de software. Como eles
>>
>> sobreviverão se não puderem vender seus produtos e cobrar algum tipo de
>>
>> licença, como tem feito usualmente, em um modelo de negócio provado e que
>> funciona?
>>
>> Esse bloco e os subsequêntes ficam um pouco difíceis de comentar pq o
> autor faz tamanha mistura de inverdades que a gente fica sem saber por onde
> começar. Primeiro ele começa pelo velho mito de que free software significa
> software de graça. Isso talvez se deva ao fato do termo free em inglês ser
> ambíguo, sendo usado tanto para indicar gratuidade quanto liberdade.  Porém,
> em português isso não se justifica pq temos palavras diferentes para livre e
> grátis. Software livre não é software grátis. Muitos softwares livres são
> distribuidos de maneira gratuita, mas isso não quer dizer que a licença os
> obrigue a isso ou que todos devam ser gratuitos. Se estivermos falando
> especificamente da GPL, ela permite que vc cobre taxas, no valor que
> desejar, pela distribuição dos binários. Vc também pode cobrar taxas pela
> distriuição dos fontes, mas essa taxa não pode ser superior à taxa dos
> binários. Como isso é possível? Bom, primeiro, ao cobrar pela distribuição,
> vc não está cobrando pelo software mas pelos serviços de entrega e
> compilação. Segundo, vc não pode cobrar nada pela distribuição subsequente
> feita por terceiros. Ou seja, se joão adquiriu o seu software, ele pode
> passá-lo para josé sem ele ou josé terem que te pagar nada por isso. Mas se
> josé quiser pegar diretamente de vc, como fez João, aí sim vc pode cobrar
> pelo serviço. Além disso, vc pode fazer como as empresas que vendem licenças
> e incluir no valor da taxa o pagamento por serviços como manutenções
> personalizadas e suporte técnico. Ou vc pode também vender seu software em
> caixinhas e cobrar pela mídia, manuais, caixa, etc.
>
>
>
>>
>> Sobrevivendo ao Open Source
>>
>> A "linha do partido" é que os desenvolvedores inicialmente terão a
>> satisfação de contribuir para o bem comum e também divulgar seu nome como um
>>
>> bom desenvolvedor. Bem, e os desenvolvedores que tiverem necessidades mais
>> imediatas como pagar aluguel, mandar os filhos para a escola e cumprirem
>> outras obrigações mais "mundanas"? Ainda segundo a "linha do partido", estes
>>
>>
>> desenvolvedores poderão ganhar dinheiro vendendo suporte técnico, cursos e
>> implantação do próprio produto de software "Open Source" que tenham
>> desenvolvido.
>>
>>
> Acho que isso já foi respondido anteriormente.
>
>>
>>
>> Mesmo sem entrar no mérito de que o tal desenvolvedor teria grande interesse
>>
>>
>> em fazer um software ruim para aumentar sua receita em serviços (criar
>> dificuldades para vender facilidades), tal esquema é intrinsecamente
>> inviável. Vejamos: João desenvolveu o software originalmente e tem que
>>
>> recuperar o gasto inicial de desenvolvimento em serviços. Já Antonio é
>>
>> igualmente capaz a João do ponto de vista técnico, mas é um pouco mais
>> esperto como negociante. Ao invés de se preocupar desenvolvendo o software,
>> Antonio resolve apenas examinar o produto já desenvolvido por João e vender
>>
>>
>> os mesmos serviços. Antonio pode vender os serviços mais barato, porque não
>> tem que recuperar o gasto como desenvolvimento! Na verdade, gastar dinheiro
>> com o desenvolvimento automaticamente tira a sua competitividade como
>>
>>
>> fornecedor dos serviços subseqüentes!
>>
>>
> Bom, isso tudo é mito. Não existe software caixa preta que atenda 100% a
> necessidade de todo mundo. O que acontece é que fomos forçados e nos
> acostumamos ao modelo de receber um software genérico goela abaixo e nos
> adaptarmos a ele ao invés do contrário (que seria o correto). Sendo assim,
> essa idéia de que uma segunda pessoa iria pegar o software, entendê-lo
> instantaneamente e começar a fazer uma concorrência desleal com o
> desenvolvedor original cai por terra. Primeiro pq se fosse mesmo possível, o
> desenvolvedor original teria uma dianteira pq leva tempo para se dominar um
> software plenamente, principalmente os mais complexos. Além disso, quanto
> mais gente vender o software ou serviços sobre ele, maior será o crescimento
> do mercado ao redor dele (o que propiciaria a realização de mais negócios
> por parte de todos os envolvidos). Por fim, se João e Antônio prestam
> serviços sobre um mesmo software e somente João entende dele o suficiente
> para modificá-lo, qual deles lhe parece mais capaz de prestar serviços?
>
>>
>>
>> No ramo do Open Source, o bom é pegar carona em alguma coisa que outras
>>
>> pessoas tenham feito, mas fazer coisas novas é uma fria.
>>
>> Efetivamente, a maioria das "estórias de sucesso" com o uso de Open Source
>>
>> que eu ouço é de "caronistas" que estão usando de graça algo para o qual em
>> nada contribuíram. Open Source no software do outro é refresco. Embora
>> momentaneamente possa haver benefícios, principalmente se o "incauto" que
>>
>>
>> desenvolveu o software originalmente foi alguma universidade estrangeira,
>> este não é um modelo que se sustente por muito tempo, já que não há
>> incentivo econômico para desenvolver software novo.
>>
>>
> Bom, ele faz várias afirmações, mas não aponta exemplos comprobatórios de
> nada. Quanto ao modelo não se sustentar, a história tem provado justamente o
> contrário.
>
>
>>
>>
>> Curiosamente, várias empresas brasileiras e estrangeiras que promovem o
>>
>> Linux e se beneficiam da "boa vontade" que existe em volta desta "nobre
>> causa", na verdade sobrevivem vendendo software comercial fechado e nada
>> Open Source. Faça como eu digo, mas não faça como eu faço! Em alguns casos
>>
>>
>> existem até fortes suspeitas que algumas destas empresas violaram os termos
>> das próprias licenças "GNU" ao "fecharem" software que originalmente era
>> aberto.
>>
>>
> Novamente ele lança boatos, mas não aponta responsáveis. Sendo assim, não
> vou comentar.
>
>
>> Isto é um crime que compensa, pois a própria falta de identidade
>>
>> jurídica dos programas Open Source (quem é o dono?) significa que não há
>> ninguém para processá-lo, se é que alguém que trabalha de graça teria
>> dinheiro para processar os outros. E mesmo que tal processo fosse movido e
>>
>>
>> ganho pelo "licenciador", qual seria a pena por "roubar" algo gratuito? Isso
>> é um verdadeiro "buraco negro" legal.
>>
>>
> Vamos lá, e quem é o dono? A primeira resposta pra essa pergunta é "aquele
> quem desenvolveu o software". O uso da GPL não transfere automaticamente os
> seus direitos autorais para outrem. Se vc desenvolveu o software, vc
> continua amparado pela lei de direitos autorais e continua sendo o "dono"
> dele. Por isso, vc pode processar qualquer um que esteja infringindo algum
> dos direitos dos quais vc não abriu mão. Mas e o software densenvolvido por
> uma comunidade, como fica? Para facilitar esse tipo de coisa, as comunidades
> por tráz de grandes softwares livres costumam criar fundações e transferir
> os direitos de cópia para essas instituições. De modo a tornar mais simples
> as relações jurídicas quando se fizer necessário. Mas e se não houver uma
> fundação e o software tiver muitos desenvolvedores? Bom, nesse caso eu acho
> que os desenvolvedores poderiam se responsabilizar por sua propriedade
> individualmente ou entrar em algum tipo de acordo para mover uma ação
> coletiva. Nesse caso talvez fosse mais fácil perguntar isso a um advogado
> especializado no assunto.
>
>
>>
>> E os usuários?
>>
>> Os usuários estarão amarrando os seus negócios (não de software e sim de
>>
>> outra atividade como manufatura ou comércio) em uma base frágil e que pode
>> trazer diversas surpresas desagradáveis no futuro.
>>
>> Suponha que o software corresponda a uma pequena fatia do gasto das
>> empresas, algo como 2%. Se o seu negócio perder a produtividade na atividade
>>
>>
>> fim por causa desta pequena suposta economia, você já fez um mau negócio,
>> mesmo que o Open Source seja rigorosamente gratuito.
>>
>> O Open Source não é gratuito porque mesmo que você use 100% de software Open
>> Source. Ele ainda exige serviços de implantação e manutenção, usando muitas
>>
>>
>> vezes ferramentas sem coesão e conseqüentemente de baixa produtividade,
>> porque feitas por equipes diferentes com pouca coordenação e regras. Na
>> verdade existem estudos que apontam o custo total de uso Open Source como
>>
>>
>> sendo maior que o do software comercial, se você incluir gastos como
>> implantação, suporte e treinamento.
>>
>>
> Quantos de vcs já ouviram falar de algum usuário ou empresa que já tenha
> processado a Microsoft pq o Windows travou e isso comprometeu a
> produtividade da empresa? Quantos usuários domésticos processaram a
> Microsoft pq uma falha de segurança do Windows comprometeu a integridade de
> dados pessoais de suma importância? Acho que a Microsoft ainda é a maior
> vendedora de licenças de software do mundo e acho que isso exemplifica bem
> como esse papo é conversa fiada.
>
>
>>
>>
>> Outro grande problema é: "Quem dá garantia?" Assim como não há ninguém para
>> processá-lo, não há ninguém para quem reclamar. Não há garantia quanto à
>>
>> continuidade do funcionamento, quanto ao conserto de eventuais defeitos,
>> quanto à adaptação a novos hardwares, quanto à compatibilidade com outros
>> produtos nem quanto a não-violação de licenças ou patentes de terceiros. Não
>>
>>
>> há um processo claro quanto à participação em órgãos de classe nem de
>> licenciamento de tecnologias específicas. Isso lembra um idealista do "amor
>> livre" que não preveja o que deve ser feito com as crianças que acabarem
>>
>>
>> inevitavelmente nascendo.
>>
>> Nos últimos anos a sociedade Brasileira criou diversas leis e práticas como
>> o Código de Defesa do Consumidor que visam exatamente dar garantias aos
>> consumidores. O Open Source vai na contra-mão desta tendência, removendo as
>>
>>
>> garantias dos produtos.
>>
>>
> Se garantia é um ponto importante para um determinado usuário, ele não
> deveria lançar mão de um software gratuito, seja ele software livre ou não.
> Porque mesmo o Código de Defesa do Consumidor dando algumas garantias sobre
> qualquer produto, gratuito ou não, as garantias sobre um produto gratuíto
> são mínimas e demandariam uma extensa perícia para determinar se o seu
> problema foi ou causado por uma falha do produto. Além disso, não sei até
> que ponto as diversas resalvas contidas nos termos das licenças de uso não
> amenizariam mais ainda tais coisas. Por tanto, como existem milhares de
> empresas que vendem suporte sobre softwares livres, basta que esse
> consumidor adquira um pacote de suporte desses e ele terá automaticamente a
> quem reclamar e terá alguém responsável por atender à suas reclamações.
>
> E ainda digo mais, diferente dos softwares fechados, o softwares livres
> ainda dão a possibilidade do usuário receber assistência e suporte mesmo
> quando ele não pagou pelo serviço, já que boa parte desses softwares é
> abraçada por uma comunidade que corrige bugs e presta auxílio a novos
> usuários sem cobrar nada por isso.
>
>
>>
>> Os milhões de olhos
>>
>> Um outro mito que ronda o Open Source é que ele tem melhor qualidade e é
>> intrinsecamente mais seguro porque existem milhões de olhos revendo o
>> software e pegando qualquer erro, já que o fonte sempre está disponível.
>>
>>
>> Evidentemente muitos usuários poderão preferir pagar algum dinheiro e depois
>> ter a quem reclamar do que ficar com esta efêmera "garantia dos milhões de
>> olhos". Mesmo esta "garantia dos milhões de olhos" não é verdadeira por
>>
>>
>> vários motivos. O primeiro é que a maioria das pessoas simplesmente não quer
>> saber de examinar fonte nenhum. Outro é que a proliferação da quantidade de
>> versões e distribuições torna esta revisão simplesmente impossível: não dá
>>
>>
>> para rever todas as combinações e interações possíveis entre os vários
>> produto e versões.
>>
>> Na verdade, a quantidade de olhos nem é tão grande assim. Um estudo recente
>> de Stephen R. Schach da Universidade Vanderbilt prova que mais de 80% das
>>
>>
>> modificações introduzidas em projetos Open Source como Gnome e Mozilla foram
>> feitas por um pequeno grupo de desenvolvedores. Pior, ele prova que o número
>> de variáveis globais presentes em versões de Linux cresce exponencialmente,
>>
>>
>> enquanto o número de linhas cresce linearmente. O Linux caminha a passos
>> largos para ser de manutenção impossível.
>>
>>
> Realmente eu não acho que o simples fato do código fonte estar aberto
> garanta a qualidade de um software. No entanto, o mesmo pode ser dito de um
> software de código fechado. A diferença entre os dois é que o software
> livre, por ter código aberto e por permitir a livre modificação, permite que
> os usuários o inspecionem e ajudem a corrigir as falhas que os incomodam. Ou
> seja, se vc pegar uma software fechado ruim, fica dependente que o
> desenvolvedor daquele produto tenha a vontade de corrigir as falhas pra vc.
> Se vc pega um software livre, mesmo que ninguém queira corrigir as falhas,
> vc tem o direito de estudá-lase corrigí-las vc mesmo. Quanto à maioria dos
> usuários não terem interesse pelos fontes, o objetivo nunca foi transformar
> a todos em desenvolvedores. A questão é que aqueles que quiserem se
> desenvolver ou que quiserem fazer uma modificação em função de uma
> necessidade específica, tenham as condições para fazê-lo.
>
>
>>
>>
>> Conclusão
>>
>> As promessas do Open Source de um mundo onde o todo o software é grátis soa
>>
>> como uma agradável utopia para alguns. Mas não é um modelo de negócio
>> estável e capaz de se perpetuar e trazer avanços ao setor. Muito pelo
>> contrário, caso o Open Source seja indiscriminadamente usado, o setor de
>>
>>
>> software simplesmente entrará em colapso e deixará de existir, deixando os
>> usuários à mercê de alguns "programadores beneméritos" que desenvolverão o
>> que quiserem, quando quiserem e se quiserem.
>>
>> Nem o ramo de software nem a sociedade como um todo estarão bem servidas com
>>
>>
>> o uso indiscriminado do Open Source.
>>
>>
> Bom, por tudo que foi esclarecido anteriormente, acho que fica claro o quão
> distorcida é a visão desse autor.
>
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Anderson "Caco" Marques Ferraz
4.º Período de Engenharia da Computação - UEFS
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(Oktal)
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