opa Manolo

Concordo.. um bate papo seria muito "legal" :)
Para fazer a migração, a gente precisa fazer mais do que  formatar as
máquinas e colocar uma distribuição, eu me proponho a ajudar tambem ..
acho isso bem interessante.
Alem do mais.. agora que saiu a nova versão do sistemão.. hehehehe

abraços

goa

> Olá Manoel,
>
> Quando vocês tiverem uma reunião e quiserem levar alguém para falar um
> pouco de software livre pro pessoal pode falar comigo...
>
> Agora só precisaria que me avisasse com um pouco de atecedência.
>
> Pelo que li existe muita desinformação sobre o tema.
>
> Saudações Acadêmicas!!!
>
> Em 26/01/06, Manoel<[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>> Eis a discussão completa do assunto, com alguns cortes referentes a
>> questões
>> internas do SAJU. Daí o pedido de apoio que fiz anteriormente: de que
>> forma
>> o PSL-Ba pode ajudar no processo de migração do software dos
>> computadores do
>> SAJU para SL?
>>
>> []'s
>> Manolo
>>
>> +++++++++++
>>
>>
>> De: Rafael
>>
>> Pessoal:
>>
>> Trago neste e-mail fatos desagradáveis, mas que devem ser tornados
>> públicos.
>> Desde desembro de 2005 que o gt-info tem notado uma má utilização dos
>> computadores do saju. E em pelo menos um dos casos parece ter havido
>> má-fé
>> de algum sajuano.
>>
>> Explico:
>>
>> Foi identificado no SAJU 1 a instalação do navegador  da internet
>> Mozilla
>> Firefox. Se o fato se resumisse unicamente na instalação do navegador,
>> seria
>> de menor malefício, mas a instalação foi deliberadamente escondida. Foi
>> renomeado a pasta de instalação, para que não pudesse ser facilmente
>> localizada, a pasta de atalhos foi movida para o grupo acessório e o
>> atalho
>> de desktop foi deletado. O programa foi prontamente deletado. Explico
>> agora
>> porque não é necessário a instalação do firefox no saju. O internet
>> explorer
>> não omelhor navegador disponivel no mercado, o próprio firefox, o opera
>> e
>> outros são superiores ao Internet explorer, mas a maioria das pessoas
>> não é
>> usuário avançado de computador e estão familiarizados com o IE. A
>> maioria
>> dos sites da net são desenhados para o IE, então atualmente o melhor
>> custo
>> beneficio dos navegadores para redes de usuários padrão é o Internet
>> explorer. Além do mais o GT-info poderia pensar que a instalação de
>> outro
>> navegador seria para burlar o bloqueio a certos sites da internet. Em
>> suma
>> se acreditam que o firefox é melhor opção que o IE, enham ao GT-Info e
>> proponham a mudança, mas não o instalem mais.
>>
>> O segundo fato foi a instalação do messenger 7.0 no saju 2. Gostaria que
>> a
>> pessoa que o instalou se manifestasse e explicasse a necessidade do saju
>> ter
>> o messenger em seus computadores. Esse programa é um ótimo dispersador
>> de
>> atenção, podendo desviar a finalidade do plantão e ocupar por um tempo
>> precioso os computadores do saju. essa instalação foi feita as claras,
>> apenas foi deletado o icone do atalho, mas ele estava iniciando
>> automaticamente, portanto quem o fez, deve ter feito na boa-fé.
>> Entretanto o
>> GT-info não acredita em qualquer beneficio do messenger para o saju. Se
>> alguém pensa diferente, podemos ouvir o ponto de vista e se for
>> convicente,
>> mudaremos a postura. Até lá não instalem o messenger.
>>
>> Por fim, quem estiver a fim de usar os pcs do saju para ver sites de
>> putaria, não o faça. Não existe bloqueio eficiente o bastante para
>> coibir a
>> infinidade de sites pornográficos da net. Então não acessem, não
>> contribui
>> nada para a entidade. Em horário de plantão inclusive é passivel de
>> advertencia. Em outros horários é quase impossivel o controle, então
>> fica na
>> consciência de cada um.
>>
>> Qualquer dúvida contatem o GT-Info.
>>
>> +++++++++++++++++
>>
>> De: Manolo
>>
>> Pois o GT Info pode considerar aberta a discussão sobre a migração total
>> dos
>> sistemas operacionais dos computadores do SAJU para sistemas
>> operacionais
>> baseados na plataforma GNU/Linux.
>>
>> Achei sinceramente terrível que o GT de Informática de uma entidade com
>> os
>> princípios e objetivos do SAJU tenha com o software livre uma postura
>> como a
>> que está na mensagem anterior, especialmente numa época em que as
>> empresas
>> de software proprietário (principalmente a Microsoft) estão jogando duro
>> e
>> sujo contra o software livre, e quando a própria UFBA está sendo mais
>> rigorosa com instalações irregulares de software e tendo mais gastos com
>> licenças de software proprietário.
>>
>> Ao invés de se pensar em alguma ação concreta para que se promova a
>> migração
>> de um software de baixa qualidade como o Internet Explorer - e os demais
>> da
>> Microsoft - para softwares livres de melhor qualidade (e que não tem
>> interface tão diferente do IE, não tem tantas diferenças para o usuário
>> final), o que o GT Info faz - pelo menos é o que transparece na mensagem
>> anterior - é usar a separação falaciosa entre "usuários avançados" e
>> "usuários comuns" de computadores para manter programas da Microsoft
>> rodando
>> nas máquinas do SAJU, quando nem de longe isso se aplica ao programa
>> apagado
>> (Mozilla Firefox - v. mais sobre o programa em
>> http://pt.wikipedia.org/wiki/Firefox -
>> http://www.mozilla.org.br/).
>>
>> []'s
>> Manolo
>>
>> P.E.: quem quiser entender melhor o que é software livre e outras coisas
>> do
>> tipo pode acessar estes sites e páginas:
>>
>> "Software Livre" (Wikipedia):
>> http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre
>> "O que é software livre" (Projeto Software Livre - Bahia):
>> http://twiki.im.ufba.br/bin/view/PSL/OQueESL.
>> "Por que usar software livre" (Projeto Software Livre - Bahia):
>> http://twiki.im.ufba.br/bin/view/PSL/PorqueUsarSL
>> "Quem usa software livre" (Projeto Software Livre - Bahia):
>> http://twiki.im.ufba.br/bin/view/PSL/QuemUsaSL
>> Portal de software livre do Governo Federal:
>> http://www.softwarelivre.gov.br
>> Projeto Software Livre - Brasil:http://www.softwarelivre.org/
>> Projeto Software Livre - Bahia:
>> http://twiki.im.ufba.br/bin/view/PSL
>> Manual de software livre da Cãmara Municipal de Salvador (que vai trocar
>> todo o sistema de informática para software livre):
>> http://www.cms.ba.gov.br/especiais/apostila_linux.pdf
>>
>> +++++++++++++++++++++
>>
>> De: Emília
>>
>> Além do já exposto por Manolo gostaria de acrescentar algumas coisas em
>> relação ao e-mail que foi assinado como GT - INFO:
>>
>> 1 - Em primeiro lugar, mas não pela primeira vez, volto a dizer que não
>> é
>> uma atitude razoável sair supondo a má-fé de pessoas sem antes
>> escutá-las.
>> Sinceramente, não entendo quase nada de computador, e não sei até que
>> ponto
>> é danoso instalar ou não um firefox ( que pra ser sincera tb não sei bem
>> o
>> que faz). Mas sei que antes de fazer suposições sobre a má-fé da pessoa
>> que
>> o instalou numa lista aberta de e-mails de uma entidade é necessário ,
>> no
>> mínimo escutá-la. (...)
>>
>> 3 - Como não sou muito conhecedora das questõesde informática, acredito
>> que
>> seja importante esclarecer e aprofundar as discussões sobre questões
>> como o
>> software livre na entidade...
>>
>> atenciosamente,
>> Emília
>>
>> +++++++++++++++++++++
>>
>> De: Gondo
>>
>> Emília, salvo engano as disposições sobre o uso do MSN (e outros
>> recursos de
>> informática) foram decididos em reunião-geral, e podem ser objeto de
>> reformulação a qualquer tempo. O que não se pode é alguém passar por
>> cima do
>> que já foi decidido previamente, senão vira bagunça.
>>
>> Quanto ao incidente com o firefox, eu acabei de conversar com Brito, e
>> pelo
>> que ele me narrou pode até que não exista má-fé, mas tanto eu quanto ele
>> achamos estranho que alguém instale um navegador no SAJU1 quando já
>> existe
>> outro, e ainda modificar os nomes das pastas onde o programa foi
>> instalado.
>> Como já existiram outros casos de uso do pc do saju para acesso a
>> conteúdo
>> pornográfico, é possível que o programa tenha sido instalado justamente
>> para
>> burlar as proteções de conteúdo que o gt-info programou no explorer.
>> (...)
>>
>> Existe um grupo de trabalho no SAJU onde questões como a do software
>> livre
>> podem e devem ser discutidas, o GT-UNI. A participação é livre, todos
>> podem
>> tomar parte. É só se interessar.
>>
>> atenciosamente,
>>
>> Gondo
>>
>> +++++++++++++++++++++
>>
>> De: Valdemiro
>>
>> Oi Gustavo e sajuanos,
>>
>> Acredito que o caso é uma boa oportunidade para que a discussão sobre o
>> software livre (e para além dele, a própria luta anticorporativa) seja
>> socializada dentro do SAJU (e não só dentro do GT-UNI), até porque
>> contribuiria para o programa de formação da entidade (acrescentando
>> debates
>> novos e não burocratizando o cotidiano da entidade).
>>
>> Criando um fórum mais amplo fica mais fácil trabalhar as questões na
>> entidade (como um seminário ou uma rodada de oficinas, tenho certeza que
>> o(s) grupo(s) que debate(m) software livre na cidade e faz(em) alguns
>> eventos não teria(m) qualquer restrição a priori, fora as questões de
>> local
>> e horario...), deixar para discutir somente no GT é limitado pra mim,
>> até
>> por que muitas pessoas tem restrições de horarios, e criando uma espaço
>> de
>> um ou dois dias pode-se ter um público maior (até da propria faculdade,
>> já
>> que pra mim não deve estar restrito aos sajuanos). Assim vamos entender
>> até
>> que ponto instalar o firefox no computador do SAJU ou regulamentar
>> coletivamente as restrições é útil para entidade ou não, de forma a
>> contemplar um conteúdo educacional mínimo e contribuir para levantar a
>> temática.
>>
>> Acho que tentar trabalhar coletivamente as questões leva a diminuição do
>> discurso das penalidades e do errado, além de trazer mais pessoas pra
>> participar do GT-UNI, já que sai do âmbito administrativo para travar
>> discussões no plano social.
>>
>> Saudações sajuanas,
>>
>> +++++++++++++++++++++
>>
>> De: Emília
>>
>> Gondo,
>>
>> Estava presente  na reunião geral que decidiu sobre a política de uso
>> dos
>> computadores do SAJU e se bem me lembro a decisão da reunião geral foi
>> que a
>> política geral seria a da não instalação de programas desenessários nos
>> computadores, até para que não ficassem lentos.
>>
>> Note que esta decisão não implica que somentre o GT-INFO poderá instalar
>> os
>> programas nos computadores do SAJU, o que seria surreal, já que todas\os
>> sajuanas\os podem ter livre acesso aos computadores. Muito menos na
>> discricionaridade do GT-INFO de determinar que programas são oou não são
>> necessários para a entidade, que , como todas as demais decisões da
>> entidade, será decidido em reunnião geral.
>>
>> Quanto a questão da má-fé. Se vc quiser se posicionar e fazer juizos de
>> forma pública sem nem ao menos escutar as pessoas as quais seus
>> julgamentos
>> são direcionados, é seu direito e vc deve arcar com as consequencias.
>> Mas é
>> completamente diferente vc se posicionar num e-mail assinado por vc, do
>> que
>> o GT-INFo - comissão institucianal, criada em reunião geral e que deve
>> seguir os encaminhamentos desta - sair fazendo suposições.
>>
>> Note que o problema não é que as pessoas pessoalmente expressem seus
>> juizos
>> de valores, o problema é que se utilizem de meios institicionais, atas
>> como
>> atas de reuniões gerais ou emails assinados por uma comissão que deve
>> seguir
>> os encaminhamentos das reuniões gerais, para fazê-lo. Isso sim é
>> problematico, pq neste caso vc coloca o peso institucional num juizo de
>> valor que não é institucional.
>>
>> Eu, por exemplo reluto em acreditar que um(a) sajuana\o tenha instalado
>> um
>> programa de computador no SAJU de má-fé! E até escutá-la\o não gostaria
>> que
>> a entidade veiculasse este tipo de suposição através de um e-mail
>> assinado
>> por um GT da entidade...(...)
>>
>> Por fim, mas não menos importante, a discussão do software livre não
>> deve
>> ser feita no GT-INFO, mas sim na reunião geral. É uma discussão politica
>> e
>> deve ser feita na instância política da entidade não em comissão com
>> funções
>> meramente administrativas...
>>
>> atenciosamente,
>> Emília
>>
>> +++++++++++++++++++++
>>
>> De: Manolo
>>
>> Gondo (e responsáveis pelo GT Info),
>>
>> da instalação do Firefox não dá para inferir a intenção de quem o
>> instalou,
>> muito menos que ela tenha sido de acesso a sites pornográficos. Isso não
>> se
>> justifica de forma alguma, até por uma coisa que aprendemos em sala na
>> faculdade: o princípio da presunção de inocência (não dá para dizer A, B
>> ou
>> C fez ou deixou de fazer certa coisa, nem adivinhar sua intenção, sem
>> indícios ou provas que assim o indiquem). O GT Info, enquanto comissão
>> institucional do SAJU, deveria respeitar este princípio mínimo antes de
>> atirar más-fés para todos os lados, abstendo-se de suposições quanto à
>> intenção de quem instalou o Firefox; deveria também - consideração
>> pessol, e
>> não crítica institucional - agir enquanto comissão realmente
>> democrática,
>> comunicando o SAJU da instalação do Firefox e abrindo o debate sobre
>> qual o
>> melhor programa para a entidade, mesmo tendo sido instalado
>> anonimamente.
>> Afinal, como já creio ter demonstrado e o próprio GT Info o reconhece, o
>> Firefox é melhor que o Internet Explorer, e não é justificável para um
>> GT de
>> Informática manter nos computadores programas de pior qualidade quando
>> há um
>> melhor instalado.
>>
>> Se se tomam as considerações de A, B ou C como diretrizes para o
>> funcionamento do GT Info, ao invés de diretrizes institucionais - como
>> se
>> fez no caso, quando Gondo (que não sei se participa do GT Info) acha
>> "estranho" a instalação do Firefox e o GT Info acusa de "má-fé" quem
>> instalou o Firefox e o desinstala com critérios questionáveis - caso eu
>> participasse do GT Info e usasse meus próprios critérios pessoais para
>> avaliar a instalação do Firefox poderia tranqüilamente inferir, por
>> exemplo,
>> que alguém resolveu usar um navegador de melhor qualidade, e inclusive,
>> ao
>> invés de achar estranho, acharia fantástico que alguém houvesse
>> contribuído
>> para a difusão do sftware livre, mesmo anonimamente. (...)
>>
>> Quando toma partido pelo Internet Explorer - e pelo software
>> proprietário
>> contra o software livre, ao desinstalar o Firefox - o GT Info
>> desconsidera
>> estas estatísticas (o Firefox, sozinho, representa 25% do mercado de
>> navegadores, sendo que o Internet Explorer já vem com o Windows), e
>> ainda
>> reproduz um preconceito bastante comum contra o software livre: de que é
>> complicado demais de usar. Como o GT Info demonstra conhecer tanto o
>> Firefox
>> quanto o Opera e outros navegadores, sabe perfeitamente que a interface
>> do
>> Firefox (aquilo que aparece na tela e permite "dialogar com a máquina":
>> botões, janelas, menus, etc.) é bastante semelhante à do Internet
>> Explorer.
>> Diversos telecentros já usam o Firefox como navegador padrão, e o caso
>> deles
>> é ainda mais grave que o do SAJU: são dezenas ou centenas de usuários
>> por
>> dia, com os mais diversos graus de conhecimento de informática, todos
>> usando
>> o Firefox e outros softwares livres sem maiores problemas. Para um
>> exemplo
>> concreto disso, basta descer à Faculdade de Educação da UFBA, no Vale do
>> Canela, e ver os Tabuleiros Digitais instalados nos os pátios internos
>> do
>> prédio: todos os computadores usam Firefox, e o sistema operacional de
>> todos
>> eles é baseado na plataforma GNU/Linux.
>>
>> A instalação do Firefox com outros nomes de pasta pode ter se dado pelos
>> mais variados motivos, dos quais gostaria de listar alguns - totalmente
>> hipotéticos:
>>
>> a) hábito de instalar programas "para si" em computadores de uso
>> coletivo
>> (por mais esquisito que pareça, há quem queira ter um programa "só meu"
>> em
>> computadores coletivos, e não é a primeira vez que vejo isso acontecer);
>> b) corte de caminhos burocráticos (procurar o GT Info, discutir a
>> instalação
>> do Firefox e proceder à instalação pode parecer um caminho longo demais
>> para
>> quem pode apenas baixar o navegador na internet e instalá-lo);
>> c) receio de que alguém desinstalasse o programa (bastante
>> justificável);
>> d) aversão à participação em instâncias coletivas da entidade (o GT Info
>> pode parecer algo tão complicado quanto uma reunião geral, que gostaria
>> de
>> ter confirmação se continuam com baixa freqüência de sajuanos/as);
>> e) ocultamento de um programa usado para acesso a sites de pornografia
>> (o
>> que é também uma hipótese provável, mas continua sendo apenas uma
>> hipótese).
>>
>> Enfim, todas estas hipóteses são e continuam sendo apenas hipóteses, tão
>> prováveis como qualquer outra antes que se saiba a real intenção de quem
>> instalou o Firefox. Assumir qualquer uma delas como certa, em especial a
>> que
>> inclui a má-fé de quem instalou o Firefox, pode ser um péssimo
>> indicativo
>> das intenções de quem está no GT Info - para usar o mesmo procedimento
>> de
>> imputação de intenções a partir de fatos.
>>
>> Mas isso não é o que achei mais grave, além das questões de fundo que
>> Emília
>> e Valdemiro já levantaram. A pior parte, repito, é que o GT Info,
>> responsável pela política de informática da entidade (gestão da rede,
>> manutenção das máquinas, sugestão de novos softwares, etc. - digo isso
>> na
>> falta de conhecimento mais específico de suas funções e limites
>> institucionais) se omita na discussão da propriedade intelectual de
>> software. Ou pior, que este GT Info tome partido do software
>> proprietário -
>> pela retirada do Firefox em favor do Internet Explorer - sem consultar
>> ou
>> esclarecer a comunidade de usuários cujas máquinas gerencia sobre as
>> diferenças entre software proprietário e software livre, das táticas da
>> Microsoft na "guerra dos navegadores", das vantagens do software livre
>> tanto
>> para o SAJU quanto para a UFBA, dentre outros tópicos no debate -
>> político -
>> entre software proprietário e software livre.
>>
>> Um exemplo das vantagens do software livre: diferentemente do Windows e
>> dos
>> programas da Microsoft, o software livre é adaptável às máquinas onde é
>> instalado. Como a maioria das máquinas do SAJU é antiga, rodam versões
>> do
>> Windows e outros programas da Microsoft que as tornam lentas, causam
>> reclamações e tornam necessária a mudança de máquinas, aquecendo a
>> indústria
>> de hardware (placas-mãe, processadores, memória, etc.). Os programas da
>> Microsoft (e demais softwares proprietários) têm que ser instalados como
>> vieram, na configuração mínima que exigem; do contrário, tornam o
>> computador
>> muito lento, ou sequer podem ser rodados. Praticamente todos os
>> softwares
>> livres podem ser adaptados à configuração de cada máquina e melhorar sua
>> performance, deixando-as mais rápidas e funcionais que com software
>> proprietário. Há inúmeras outras vantagens, mas deixo essa como
>> aperitivo.
>>
>> Creio que depois dessa discussão toda valha a pena preparar um evento
>> para
>> esclarecimento dos/as sajuanos/as sobre o assunto, não?
>>
>> []'s
>> Manolo
>>
>> +++++++++++++++++++++
>>
>> De: Rafael
>>
>> Pessoal:
>>
>> Até nova reunião do GT-Info, não haverá manifestações do GT.
>>
>> Entretanto fica a minha manifestação pessoal.
>>
>> Eu não presumi má-fé no caso do firefox. Eu tenho certeza de que foi
>> má-fé.
>> Sustento o parecer anterior em qualquer instância, e se o rsponsável
>> pela
>> instalação se manifestar, não consiguirá derrubar o fato de que a
>> instalação
>> foi deliberadamente escondida. Esse tipo de atitude não deve se repetir
>> e
>> portanto fica mantido o peso institucional da noticia. (...)
>>
>> Voltando ao GT-Info, a reunião geral aprovou o regimento e o projeto do
>> GT,
>> que visava desafogar a reunião geral de questões técnicas ou que
>> exigissem
>> um maior amadurecimento das idéias, logo criou-se o GT. Simples assim. A
>> discrecionariedade é garantida ao gt, que é aberto e só não conta com
>> mais
>> participantes, porque ninguém quer participar. o GT escolhe o conjunto
>> de
>> softwares necessários, baseando-se na necessidade do momento. Se a
>> necessidade muda, o GT responde prontamente, enquanto não se demonstrar
>> a
>> necessidade de um determinado software não disponivel nas máquinas, não
>> será
>> instalado. Discordãncias que não possam ser resolvidas dentro do GT,
>> irão a
>> reunião geral. Ou seja descentralizamos os trabalhos para permitir a
>> maior
>> participação de pessoas, ou se esqueceram que as reuniões não tem
>> passado
>> por momentos de grande entusiasmo?Quanto aos softwares livres, fica só
>> uma
>> pergunta:COMO UM GT QUE CONTA OFICIALMENTE COM 3 MEMBROS vai conseguir
>> viabilizar um debate intenso com o saju, e a comunidade e ainda realizar
>> a
>> migração para um ambiente opensource? Se há sajuanos querendo fazer
>> parte do
>> GT e realizar essas coisas, que se manifestem e assumam a tarefa.
>>
>> Além do mais a coisas mais urgente e importantes que realizar debates
>> sobre
>> o software livre.
>>
>> Por hora é o fim.
>>
>> +++++++++++++++++++++
>>
>> De: Manolo
>>
>> Rafael,
>>
>> à parte as questões de fundo que demonstram sua formação autoritária
>> (para
>> usar o mesmo tipo de inferência que você usa no caso Firefox), gostaria
>> de
>> comentar algumas de suas afirmações.
>>
>>
>> "o GT escolhe o conjunto de softwares necessários, baseando-se na
>> necessidade do momento. Se a necessidade muda, o GT responde
>> prontamente,
>> enquanto não se demonstrar a necessidade de um determinado software não
>> disponivel nas máquinas, não será instalado. Discordãncias que não
>> possam
>> ser resolvidas dentro do GT, irão a reunião geral."
>>
>> Que o GT escolha os softwares isso é plausível até certo ponto, mas o
>> que
>> impede o GT Info de apresentar esta escolha ao SAJU como um todo quando
>> há
>> outras questões que não são somente técnicas por trás desta escolha?
>> Creio
>> já o haver demonstrado o suficiente, então não retornarei ao assunto
>> "software livre vs. software proprietário". Sem contar que mesmo
>> tecnicamente - e você o reconhece - a escolha do IE contra o Firefox é
>> equivocada.
>>
>>
>> "COMO UM GT QUE CONTA OFICIALMENTE COM 3 MEMBROS vai conseguir
>> viabilizar um
>> debate intenso com o saju, e a comunidade e ainda realizar a migração
>> para
>> um ambiente opensource? Se há sajuanos querendo fazer parte do GT e
>> realizar
>> essas coisas, que se manifestem e assumam a tarefa."
>>
>> Ou seja, você admite, enquanto membro do GT, que não tem o menor
>> interesse
>> em fazer a migração, é isso mesmo que entendi? Porque o que não falta
>> são
>> contatos para fazer a migração. Se ao invés de colocar obstáculos a
>> determinadas ações e demandas você procurasse se informar antes de falar
>> o
>> que quer que seja, com certeza teria observado que já contatei o Projeto
>> Software Livre - Bahia sobre a migração, e desde já informo que estou
>> também
>> contatando outras pessoas não ligadas ao PSL-BA para ajudar o GT no
>> processo. (Inclusive os comentários à mensagem do GT Info enviada a
>> partir
>> de seu email não tem sido dos melhores.)
>>
>>
>> "Além do mais a coisas mais urgente e importantes que realizar debates
>> sobre
>> o software livre."
>>
>> Tenho que pedir que você as cite, uma a uma. A migração é uma demanda
>> posta
>> para o GT desde minha primeira mensagem sobre o assunto, e gostaria de
>> saber
>> o que há na agenda do GT Info que a impede. Do contrário, sem problemas,
>> o
>> caso pode ser levado à Reunião Geral - inclusive no que diz respeito à
>> "discricionariedade" de um membro do GT afirmar publicamente que tal ou
>> qual
>> demanda posta para o GT é mais importante que a outra sem que se
>> fundamente
>> esta posição. Lembre-se que, enquanto membro do GT Info, comissão
>> institucional do SAJU, é difícil separar o que é pessoal do que é
>> institucional, então peço um pouco mais de cuidado com essas afirmações.
>>
>> []'s
>> Manolo
>>
>> +++++++++++++++++++++
>>
>> De: Rafael
>>
>> O firefox é melhorqu o IE? Claro que é. O Opera é melhor que o IE?
>> Também
>> é.São a melhor solução para o SAJU? Não sei. Talvez. Quem sabe?
>>
>> O calcanhar de aquiles do opensource é o suporte e a
>> compatibilidade.Além do
>> mais o debate não pode ser levado para a luta do bem X o mal.Não se
>> iludam
>> com defesas apaixonadas do software livre ou da luta anti-coporativa. A
>> escolha de um determinado programa leva a uma análise de dezenas de
>> variáveis e depois de escolhe-lo e usá-lo, há a questão crítica da
>> manutenção. Que oferece manutenção a UFBA? o HelpDesk. Quais os
>> softwares
>> que a ufba usa? Padrão Microsoft na maioria. Nós somos obrigados a
>> seguir o
>> padrão ufba? Não. Mas tem sido um ótimo redutor de custos estarmos
>> insridos
>> no ambiente windows, utilizando sem ônus para o SAJU os serviços da
>> Helpdesk
>> e adquirindo programas legalmente registrado (licenças fornecidas pela
>> ufba
>> e pela microsoft). Dentro de uma realidade de pouca participação das
>> pessoas
>> nas questões do saju, foi e é a melhor solução utilizarmos o padrão
>> windows.
>>
>> No entanto... pra que gastar energia mudando o que está estável e
>> fucionando, quando precisamos de esforço conjunto para outros assuntos.
>>
>> Esse debate está muito fora de foco pra mim.
>>
>> --
>> "Sempre que ouço a palavra cultura
>> saco meu talão de cheques
>> saco meu revólver."
>> - Fellini, "Cultura"
>> _______________________________________________
>> PSL-BA mailing list
>> PSL-BA@listas.im.ufba.br
>> https://listas.im.ufba.br/cgi-bin/mailman/listinfo/psl-ba
>>
>>
>
>
> --
> Dois Axé!!!
>
> -----
> "Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível e de
> repente você estará fazendo o impossível."
>                                    São Francisco de Assis
>
> Leandro Nunes dos Santos
> Bacharelando em Ciência da Computação - UFBA
> Membro do DACOMP - www.dacomp.im.ufba.br
> Membro do Projeto Software Livre Bahia - www.psl-ba.softwarelivre.org
> Tesoureiro da ENEC - www.enec.org.br
>
> Contatos:
> ICQ: 86979111     MSN: [EMAIL PROTECTED]
> ORKUT: leandro nunes
> TEL: (71) 32407940    CEL: (71) 88266932
> _______________________________________________
> PSL-BA mailing list
> PSL-BA@listas.im.ufba.br
> https://listas.im.ufba.br/cgi-bin/mailman/listinfo/psl-ba
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Só é cantador quem traz no peito o cheiro e a cor de sua terra, a marca de
sangue de seus mortos e a certeza de luta de seus vivos...François
Silvestre, Cantador

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