A má interpretação sempre foi o problema dos "teóricos"; baseado nisto, no meu ver, digo:

A filosofia open source, nunca foi e nem será vendida como software gratuito ( viu o paradoxo:  vendido x gratuidade), e sim como sistema auditável, flexível, e lógico alternativo, muitas vezes melhor e mais dinâmico que os proprietários.
Com este ponto definido, por exemplo órgão públicos teriam maior liberdade de criação ou de desenvolvimento do expertise. O que antes era dificultado pela idéia de consulta, especificação, licitação, aquisição e treinamento.
O SL facilita, encurtando o prazo de entrega do produto final compatível com a necessidade. O que poderíamos estar discutindo é qual a melhor ferramenta a ser utilizada, levantamento de custos para treinamento desta referida ferramenta e divulgar isto como modelo entre os diversos níveis da esfera administrativa ( Federal, Estadual, Municipal, e até mesmo nos centros comunitários).

O que sempre ouvimos dizer é o SL é uma corrente de pessoas épicas, socialistas do cyber mundo, sonhadores e inegavelmente destacadas em seu mundinho. Estranho agora a revista Veja, vir agora lançar mão de uma matéria de Custos de um software vendido por eles (governantes) como gratuito. A má gestão não deve ser vinculada ao SL e sim a gerência, má versação do dinheiro público.

Poderia o Estado montar parcerias com as Universidades a ponto de (re)distribuir o conhecimento acadêmico de forma a universalizar o conhecimento e não ficarmos presos a soluções proprietárias e aprendessemos a melhor administrar o dinheiro de todos.,....
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