verjam isso, que ridiculo

De mesa ou portátil?

Comprar um computador é uma decisão tão pessoal e estratégica quanto
adquirir a casa própria



        
LIBERDADE
Na casa de Rafael Corrêa, todos
têm computadores ligados em rede

Comprar um computador nos dias de hoje é uma escolha quase tão
complexa e pessoal quanto a da casa própria. Assim como uns preferem
casa e outros apartamento, a primeira decisão a tomar é entre o micro
de mesa e o notebook. De início, num caso ou no outro, é preciso
prestar atenção à configuração básica, ou de entrada. Os especialistas
são praticamente unânimes: um monitor de 15 ou 17 polegadas, memória
mínima de 256 megabytes, disco rígido de pelo menos 40 gigabytes e
processador Intel Celeron 315, ou AMD Sempron. O sistema operacional
mais indicado continua sendo o Windows XP Home, que acompanha grande
parte dos computadores. Evite os aparelhos baratos que usam o sistema
operacional Linux, a menos que você seja um nerd que curta resolver
problemas em vez de usar o micro.

Entre os computadores de mesa, há duas novas tendências. A primeira
são os consumidores que buscam um segundo ou terceiro aparelho. É cada
vez mais comum ver famílias como a de Rafael Corrêa, na qual cada
membro da casa tem o próprio PC ligado em rede. 'É muito mais cômodo e
dá mais liberdade para usar o micro para a atividade que se quiser',
diz Corrêa. A outra é a popularização do consumo. Uma das razões para
isso é o estímulo dado pelo governo federal aos micros populares. 'O
computador está realmente penetrando na classe C. Parcelas de R$ 59,60
fazem a diferença', afirma Hélio Rotenberg, diretor da Positivo
Informática, atual líder de vendas do mercado brasileiro.

Os aparelhos portáteis - laptops ou notebooks - sempre tiveram charme
e, até hoje, são vistos como símbolos de status. Mas é sempre bom
lembrar que sua principal característica é a mobilidade e que adquirir
um apenas por modismo pode não valer a pena. Quem faz o alerta é
Sergio Bentin, gerente de marketing do distribuidor de equipamentos de
informática Ingram Micro. Segundo ele, o notebook é uma boa escolha
para pessoas que viajam constantemente ou se acostumaram a levar
trabalho para casa. 'Se for para usar em cima da mesa, a menos que
seja uma questão de espaço, o investimento não se justifica', diz
Bentin. Apenas 6% dos computadores no Brasil são notebooks. No Japão,
essa parcela chega a 51%.

Para o usuário que se enquadra nessa categoria, o essencial é escolher
um equipamento com todos os dispositivos já embutidos, para trabalhar
fora do escritório, nos cibercafés e hotéis ou em qualquer local que
ofereça acesso wi-fi. Chips mais baratos, como o Celeron, da Intel, ou
o Sempron, da AMD, são alternativas mais viáveis que o mais caro
Pentium 4. E sempre é preciso estar atento à duração das baterias. Há
quem opte por comprar bateria extra. Isso é possível no caso
específico da Dell, que permite ao usuário configurar detalhes do
equipamento. Com cerca de R$ 100, pode-se ampliar de quatro para seis
as células da bateria. Na prática, isso significa uma autonomia 50%
superior.


http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG74328-6012-419,00.html



Foto: Izilda França/ÉPOCA
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Fernando Palho Ribeiro
Analista de suporte
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