É parece que o programa tem vários pontos de fuga.

Abraço,

ASF

On 6/8/06, Julian Carlo Fagotti < [EMAIL PROTECTED]> wrote:
Então concordamos!
O governo deve fazer uma pesquisa objetivando detectar o porque da promoção da pirataria dentro do seu programa de inclusão digital.
O Positivo fez a dela, com sei lá qual o interesse. Em alguns pontos a interesse da pesquisa do Positivo pode até servir para o Governo. Mas o governo temo outras preocupações, por isso não pode, nem deve, chupinzar a pesquisa alheia. Mas a pesquisa do Positivo levanta este problema.

Em 07/06/2006 às 19:34, "" <psl-brasil@listas.softwarelivre.org > escreveu:
Julian,

Mas a pesquisa da Positivo só informa isso, o percentual de troca? Não os motivos? Não há interesse deles em saber o por que da baixa aceitação do produto da Positivo (não do governo)?

Concordo com você sobre a co-responsabilidade do governo federal em verificar os resultados da iniciativa como um todo e cobrar esses resultados dos parceiros (isentos de tributação). Porém, que se pese o fato de que o mesmo governo federal não pode, sob nenhuma hipótese, estimular o crescimento do monopólio da Microsoft. E é assim mesmo que tem que ser, curto e grosso!

Eu, minha empresa, a sua, podemos ter interesses comerciais e defender esse ou aquele modelo. Porém o estado brasileiro precisa ter uma posição pró-Brasil e nesse caso em questão não consigo ver sob nenhuma ótica como o estímulo à venda casada de PCs e Windows pode fazer bem para o país.

Eu continuo achando que alguém está dando uma de "joão-sem-braço" nessa estória.

Abraço,

ASF

On 6/7/06, Julian Carlo Fagotti <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
De novo, creio ser algo de interesse do Governo Federal. O Programa refere-se a inclusão digital. O software livre entra como ferramenta legal para viabilizá-lo.
Não faz sentido o Governo Federal incentivar a pirataria. Então esta pesquisa feita pela Positivo Informática, para atender o interesse comercial, deve ser feita pelo governo, que tem outro enfoque sobre o mesmo programa. Não adianta a gente ser esperto, inteligente e audaz, e querer adivinhar o que se passa na cabeça destes 75%. Temos que perguntar para eles. O governo contrata uma pesquisa. e daí projeta a ação. É assim que se faz numa sociedade de massa. É assim que se faz em camapanha eleitorial. É assim que o capitalismo faz. É isso que a Positivo fez.

Em 07/06/2006 às 16:45, "" <psl-brasil@listas.softwarelivre.org > escreveu:
Seria interessante se elas compliasse um banco de dados sobre os motivos da troca.

 Acho que qualquer empresa responsável, que vende um produto e está interessada na satisfação do cliente deveria procurar saber os motivos de uma "rejeição" tão alta. O razoável seria achar que elas deveriam estar interessadas em ouvir o cliente para aprimorar o seu produto.

Ou não se trata do produto dessas empresas? Eu acho que é sim, que o tal PC com o Linux é um produto delas. Elas integraram, elas estão vendendo. Até mesmo porque distribuições Linux existem as mais diversas e diferentes entre si.

Ou será que estas empresas só estão mesmo é interessadas na isenção fiscal e em aumentar a venda desse monte de peças "importadas" que elas chamam de PC?

Abraço,

ASF





Abraço,

On 6/7/06, Julian Carlo Fagotti < [EMAIL PROTECTED]> wrote:

Consumidor compra computador com Linux e troca por Windows

Por Ralphe Manzoni Jr. editor executivo do IDG Now!
Publicada em 07 de junho de 2006 às 14h49
Atualizada em 07 de junho de 2006 às 14h51

São Paulo - Segundo pesquisa da Positivo, 75% dos consumidores que compraram computador com Linux trocaram por Linux em até 3 meses.

O consumidor que compra um computador equipado com o sistema operacional Linux troca pelo Windows, da Microsoft. Isso é o que indica uma pesquisa conduzida pela fabricante de computadores Positivo.

A empresa ouviu 200 compradores de sua linha de computadores com o sistema operacional Linux, em novembro do ano passado, antes de começar o programa de inclusão digital do governo federal, o Computador Para Todos.

Segundo a pesquisa, 65% dos consumidores trocaram o Linux pelo Windows no primeiro mês de uso do computador. Outros 10% fizeram a troca em até três meses. Apenas 25% se mantiveram com o Linux.

Um outro fabricante de computadores, que não quer ser identificado, disse que 90% das chamadas para o seu call center são de pessoas que trocaram o Linux pelo Windows e estão tendo problemas com a instalação de alguns drivers ou com o acesso a internet.

Nos dois casos, as empresas dizem que não perguntaram se as cópias instaladas do Windows eram piratas.

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