Oi Olival, Augusto Campos e demais,

¿Será que nenhum deputado pode aproveitar esta decisao e dar outro
sentido aos argumentos e reverter as compras do MS Office?

É que tem uma novidade importante: agora o formato ODF - formato do
OpenDocument-  é estandar internacional.(ISO/IEC 26300)

http://softwarelivre.sapo.pt/2006/05/03/opendoc_iso_standard/

Os formatos de arquivos do Office da MS estao fora do padrao ISO.
Portanto alguns governos como Dinamarca, Bélgica,
Extremadura...etc...estao determinando que a troca de documentos
internos e com o público em geral devem seguir padroes os
internacionais.
Claro estabelecendo um prazo para a migraçao dos documentos antigos, mas
estabelecendo desde já o cumprimento desta norma internacional.
O OpenOffice (BRoficce) já segue estes padroes ISO.

¿Como poderia o parlamento brasileiro desrespeitar uma norma
internacional na hora da compra?

Mais ainda, creio que cabe ao parlamento legislar sobre a aplicaçao
desta norma em toda máquina pública.

Usar Office da MS em governos e no parlamento é ir contra os padroes
internacionais.

Poderiamos fazer uma campanha pública no Brasil direcionada para
parlamentos e governos (nacional, estadual e municipal) neste sentido.

Augusto o que tu achas do br-linux.org encabeçar mais esta campanha?

abraços

Marcelo

Em Ter, 2006-06-27 às 18:11 -0300, Olival Gomes Barboza Junior escreveu:
> "A Câmara dos Deputados cancelou o projeto de compra de licenças
> da Microsoft, que faria neste ano. De acordo com o diretor de TI da
> instituição, Luis Antônio Eira, o assunto só voltará a ser analisado
> no próximo ano, quando deve entrar no mercado uma nova versão do MS
> Office. Segundo Eira, se a Câmara comprasse agora as licenças
> estaria adquirindo um produto que ficaria desatualizado rapidamente,
> já que a Microsoft anunciou o lançamento da nova versão para o próximo
> ano. A Câmara tentou negociar um contrato que lhe garantisse acesso à
> nova versão, mas o preço pedido pela Microsoft ficou muito acima do
> que a instituição estava disposta a pagar. “Queríamos um
> preço compatível com a realidade orçamentária da Câmara”, comenta o
> diretor da Câmara. Segundo ele, a Microsoft aceitou reduzir o preço
> das licenças, mas não negociou o valor da atualização. “Vamos esperar
> a próxima versão”, informa. Em 2007, comenta, a Câmara vai avaliar
> se ainda será vantajoso adquirir as licenças. Até lá é possível que as
> soluções em software livre tenham evoluído e a 
> Câmara não precise mais das licenças da Microsoft. Neste ano, a
> Câmara fará licitação para compra de licenças apenas para banco de
> dados, sistema operacional e alguns outros sistemas " 
> 
> 
> Fonte: Ti & Governo, ed. de 27/06/2006


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