"Posso explicar software gratuito em três palavras: liberdade, igualdade e fraternidade", disse, comparando o movimento ao lema da Revolução Francesa.

Alguém usou tradutor automático ou o jornalista não entendeu bem o espírito da coisa?



2006/6/29, Ada Lemos <[EMAIL PROTECTED]>:

Stallman sugere que franceses tomem as ruas contra lei de direitos autorais

Por Peter Sayer, para o IDG Now!*
Publicada em 29 de junho de 2006 às 19h12
Atualizada em 29 de junho de 2006 às 20h03

Paris - Richard Stallman compara movimento do software livre com Revolução Francesa e diz que protesto poderia impedir votação de lei, nesta sexta.

O evangelista do software livre e presidente da Free Software Foundation Richard Stallman disse que a juventude francesa deveria protestar nas ruas contra o projeto de lei sobre direitos autorais que será votado na sexta-feira.

A lei ameaça a liberdade dos jovens em assistir DVDs usando software livre, e foi formulada para fazer cidadões franceses se submeterem às vontades das empresas de mídia, disse ele, durante a palestra de abertura da conferência Capitale du Libre, em Paris.

Perguntado sobre o que poderia parar a lei, Stallman respondeu prontamente: "Milhares de jovens franceses nas ruas".

Na sexta-feira, tanto o Senado como a Assembléia Nacional votarão a lei, que permitirá que cidadões peçam a uma corte que ordene que companhias ofereçam informações sobre seus sistemas de proteções anticópias, mas não especifica se a divulgação pode ser feita sob um acordo sigiloso, explica o evangelista.

"Se houver sigilo destas informações, então não seria possível desenvolver softwares livres usando estes dados", analisou.

"Posso explicar software gratuito em três palavras: liberdade, igualdade e fraternidade", disse, comparando o movimento ao lema da Revolução Francesa.

"Muitas pessoas dizem que sistemas de DRM são aceitáveis desde que funcionem em todas as máquinas. Está claro que esta não é a solução", declarou.

"O simples fato de não ter uma aplicação para assistir DVDs pode ser considerado um grande obstáculo para o avanço do Linux. Se você fosse impedido de oferecer tal aplicação, então as pessoas não apreciariam a liberdade já que sua própria consciência se recusaria a usar Linux por causa disto".

A relação entre a Apple e polêmica lei francesa, a ser votada nesta sexta-feira pelo Parlamento Francês, foi destaque desde o anúncio do projeto de lei. A empresa de Steve Jobs ameaçou desativar o serviço iTunes no país caso o projeto, que obrigaria a empresa a abrir o código do seu sistema de proteção, fosse aprovado.

A tensão entre a companhia e o governo da França diminuiu quando uma versão mais leve da lei foi sugerida.

Segundo a mais recente versão do projeto, a Apple poderia negociar com os artistas para que eles decidissem se as canções seriam vendidas ou não com sistema de proteção de cópias.

*Peter Sayer é editor do IDG News Service, em Paris.

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