Caros,
 
Estava saindo de casa para reunião no Ministério do Trabalho em Qualidade e SL, qd me avisaram do MCT, porque depois iria passar por lá, de que todo o primeiro andar, onde funciona a SPOA, a administração tinha sido interditado pela PF.
Resumo: Não fui AINDA para Esplanada.Perdi a reunião no MTB que tanto queria ir
Desde a época das três CPIs do  ano passado, que se está sabendo a respeito das encrecas sérias e feias nas licitações de TIs - TICs, compras em toda área de informática.Enfim, o que se esperava acontecer em algum momento lá bem anterior, se deu, 
""HOJE"" com todo aparato.
Uma grande confusão.
É isto ai
Quem não deve, não precisa temer.
Às vezes, sou muito chata pedindo prudências e cuidados aos gestores que compram TICs, em especial, mas olha ai o bicho pegando feio.Adoro um projeto transparência, ajuda a vida.
Abs,
Ada
 
 
PF deflagra operação contra quadrilha que fraudava licitações na área de Informática

:: Luiz Queiroz     :: 26/07/2006

A Polícia Federal está realizando na manhã de hoje (26), em Brasília, uma grande operação, que visa desbaratar uma quadrilha especializada em fraudar licitações em ministérios e órgãos vinculados, na contratação de mão-de-obra nas áreas de informática.

A PF divulgou a seguinte nota oficial sobre a operação:

"A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje, 26, a operação Mão-de-Obra. O objetivo da ação, que conta com apoio da Controladoria Geral da União, é prender suspeitos de integrarem uma quadrilha especializada em fraudar licitações de órgãos públicos. O grupo é formado por empresários do ramo de prestação de serviços e de informática, seus funcionários e servidores públicos.

De acordo com a investigação realizada pela PF em conjunto com o Ministério Público Federal, a quadrilha realizava acertos para "lotear" grandes licitações de órgãos públicos. Os empresários combinavam previamente o resultado, definindo os vencedores e causando prejuízo ao erário público. Eles contavam com a colaboração de servidores públicos que passavam informações privilegiadas ou atuavam de forma a atender os interesses dos empresários na confecção de editais das concorrências. A ação de hoje é um desdobramento da operação Sentinela, realizada pela Polícia Federal em dezembro de 2004.

Além das prisões, os 170 policiais federais que participam da operação cumprem 30 mandados de busca e apreensão nas empresas investigadas, em órgãos públicos e residências. Os mandados de prisão e de busca e apreensão foram expedidos pelo juiz José Airton de Aguiar Portela, da 12ª Vara Federal. Contra os presos são imputados os crimes de fraude a licitações, formação de cartel, formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva, dentre outros".

 


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