Ricardo L. A. Banffy escreveu:
[EMAIL PROTECTED] wrote:

Estou para descobrir onde obscuratismo de coisas PÚBLICAS
pode ser útil.

Forças armadas é o primeiro exemplo que me vêm à cabeça. Concordo que não seja a melhor defesa e que possa ser abusada (daí a necessidade de alguma forma de fiscalização), mas, sobreposta a outros mecanismos, a obscuridade é bem efetiva. No nosso caso, a obscuridade serve para evitar um ataque às urnas enquanto se preparam contramedidas para perveni-lo ou corrigi-lo e quer-se que ele seja limitado. Se existe uma falha que pode impactar, digamos, 1% das urnas, é melhor que ela não seja divulgada até que seja corrigida. É por isso que muitas vulnerabilidades de software são comunicadas apenas ao autor e, depois de disponibilizada uma correção, ao público em geral.

E NDA de coisas públicas também é um tanto quanto suspeito.
Soy contra!

Idem.

E (quanto ao resto da mensagem), quando os fiscais dos partidos não se interessam pela lisura das eleições, deixam técnicos do tribunal trocar flashes e não verificam os lacres, tudo está mesmo perdido. Nem todo o sofware livre do mundo vai evitar fraudes assim.

A discussão sobre software livre ou não-livre na urna serve, antes de mais nada, para lembrar quem esquceu, e fazer entender quem nunca teve a oportunidade de deduzir, que democracia não é artigo de prateleira que se consome.

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prof. Pedro Antonio Dourado de Rezende /\
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