gente eh simple como ja falaram...

vc utiliza um serviço gratuito, tem um contrato ou regulamento por tras

(MAS NINGUEM LÊ)

oras, as informaçoes que você tem estão com eles( servidores do
google) a forma de $$ deles eh publicidade, eles tem mesmo q conseguir
qq maneira de lucro
(como qq empresa) se essas informações estão sendo usadas pra outros modos.....

bem afinal vc se submeteu isso qdo utiiliza o serviço.

ou seja na hora de ter email de 2gb orkut, busca rapida, blog,
agenda....e tudo + uuuffaa

ninguem reclama, mas qdo dói, ai fica com a ideologia ah nao, pode nao..

" como o caso do orkut recentemente"

meu como qr processar um serviço gratuito....

é como processar a prefeitura pq sua rua se chama Rua: dos viadinhos,
24 por danos morais, ou seja ja morou lah por anos e anos pra só
depois ficar reclamando.

ou que os vizinhos acham sua mulher gostosa, poxa se a mulher eh linda
sarada e tudo e usa roupas sexys, quem nao ira chamar amigo....

tenham dó...

sem +

Em 30/08/06, Rafael Evangelista<[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

>
>
> Acho q a questão aqui é q vc cedeu ao Google voluntariamente o direito
> de "checar" seus e-mails confiando q isso seria feito apenas por
> rôbos, sem intervenção humana. Já nos diversos casos em q o Governo
> busca acesso a uma informação, vc quase sempre sabe q isso é feito sob
> um pretexto no mínimo questionável e em momento algum vc esperava q
> essa informação fosse acessada por ele.
Não é o governo, é a Justiça, cumprindo todo ritual processual que
consta na lei
>
> Já basta ter de agir como agente compulsório da Receita Federal ao ter
> de "dedurar" todo mundo com quem eu mantenha alguma relação comercial
> q possa implicar em recolhimento de  imposto (vide a obrigatoriedade
> de  declarar para quem eu pago o aluguel do imóvel onde habito hj, por
> exemplo), sem saber o q está sendo feito com praticamente 1/3 do meu
> salário q é descontado direto no contracheque sob as mais diversas
> rubricas.
Como não? O orçamento é público e o Estado responde à Justiça, sempre
sendo inspecionado por Tribunais de Contas. (ok, o mecanismo todo não é
perfeito mas o direito é garantido)
>
> Além disso, se um Google pisa na bola com o sigilo das informações,
> amanhã o modelo de negócio dele pode furar, a avaliação do mercado faz
> as ações dele despencarem, e a empresa pode ir pro buraco.
Nada, vide o artigo do Hudson que mosta a bela pisada de bola. Mas o
negócio só cresce.
E a MS? Não pisa na bola cotidianamente? Tá aí, se segurando até hj.
>
> Já se um Senador (ou vários) democraticamente eleitos violam o sigilo
> do Painel do Senado, por exemplo, eles renunciam aos mandatos e
> simplesmente voltam na eleição seguinte. Vide o caso do ACM (e ainda
> temos de engolir ele e o neto posando de guardiães da moralidade no
> serviço público) e do Arruda, provável futuro governador do DF. Assim,
> ser "democraticamente eleito" está beeem longe de ser atestado de
> confiabilidade, qdo não chega a depor contra... ;-)
Não é atestado de confiabilidade (claro q eleição não dá isso pra
ninguém), mas é o fato de ser uma escolha feita pela população, em um
regime de igualdade formal (1 cidadão = 1 voto e não $$$$ = muito peso).
Do mercado não podemos reclamar, o G. Soros tem mais dinheiro e vai ser
sempre mais forte que eu, mas se o Estado não faz sua parte sim. Entre o
mercado e a Justiça prefiro o segundo.
>
>     Alguém tem acompanhado como o Google tem manipulado os comunicados à
>     imprensa internacional, fazendo parecer que o governo brasileiro está
>     tentando violar a privacidade de seus cidadãos? Como se a requisição
>     viesse do executivo e não da Justiça?
>
>
> Se há "culpa" aí ela está na mediocridade reinante na imprensa
> nacional e internacional, com pseudo-repórteres incapazes de ao menos
> checar informações antes de publicá-las. É só lembrar a estória do
> churrasco onde teria sido anunciado o apoio das FARC ao PT, os dólares
> de Cuba via uísque, etc e tal. Em todos estes casos, a dita imprensa
> não apresentou uma prova sequer além do disse-q-me-disse de alguns e,
> qdo instada a apresentar provas, disse q a denúncia estava feita e q
> era obrigação do Ministério Público investigar. No âmbito
> internacional, o apoio da mídia norte-americana à Guerra do Golfo, sem
> questionamentos às famosas armas de destruição em massa inexistentes e
> a outros furos do governo Bush, foram exemplares em termos de
> parcialidade comprometida. Q saudades dos trabalhos sérios de
> investigação jornalística da época do Watergate... :-/
> No mais, acho q o gde equívoco foi do Dennis mesmo, q além de não ler
> os termos do serviço em q estava entrando, deve ter comido mosca em
> termos de atualização junto aos meios de comunicação e tal (sites,
> blogs, podcasts, imprensa tradicional, televisão, etc) pois a questão
> da privacidade do GMail foi *amplamente* debatida por todos os lados
> na época do seu lançamento.
>
>
> [ ]s,
>
> OJr.
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Fernando Palho Ribeiro
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