Pessoal , dsculpem colocar isto na lista, mas é um pedido desesperado:

 Como sabemos, a nova tecnologia Wi-Max veio para criar definitivamente as 
redes metropolitanas locais ( MAN s ). Com uma rede destas, em tese, poderia 
existir uam rede metropolitana de computador sem fio, acabando com o 
monopólio da infra-estrutura das grandes Teles de acesso a internet $$$$.

  Todo o cidadão deveria poder abrir uma empresa, pagar uma licensa de 10.000 
reais a ANATEL e montar sua própria rede, cobrando um preço justo para o uso 
da mesma ou não.

  As teles querem fazer o que ja fizeram antes: Dominar a concessão da nova 
tecnologia só para elas. Se amanhã começarem a vender celulares Wi-Max VoIP, 
você ainda vai ter que pagar pelo uso da rede delas (concessão) mesmo que 
você tenha seu próprio Hot-Spot (que passará a ser ilegal provavelmente).

   Qualquer um poderia comprar um HotSpot (Exemplo um da RedLine) e montar sua 
rede , pelas regras de hoje, por até 15 mil reais. Qualquer empresa (com um 
engenheiro eleétrico com CREA por trás para assinar a licensa) pode sonhar 
com isso

Temos que usar a época de eleições para impedir isso.
Será que algum dos candidatos entende alguma coisa de Wi-Max e monopólio das 
teles ?

 E aí ? Vamos perder mais essa também ?
  Ninguém vai falar nada ???? De novo ?

Abraço (Desculpem o Off Topic)

Veja a notícia Abaixo: 


Tribunal de Contas suspende leilão de internet da Anatel
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da Folha Online, em Brasília

O TCU (Tribunal de Contas da União) decidiu nesta segunda-feira suspender o 
leilão de licenças para oferecer serviços de internet por banda larga sem 
fio. A decisão foi comunicada pelo presidente da comissão de licitação da 
Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), Dirceu Baraviera, que anunciou 
a existência de despacho do ministro Ubiratan Aguiar, do TCU, determinando a 
suspensão da licitação.

A decisão cautelar do ministro do TCU foi baseada em "inconsistências no 
estudo de viabilidade econômica" e desatualização no câmbio utilizado no 
processo (euro e dólar de 2004, por exemplo), o que poderia interferir nos 
preços mínimos do leilão, segundo despacho do ministro do TCU lido pelo 
procurador da Anatel, Antonio Bedran.

O TCU tem poder para analisar e rejeitar contas do governo, mas também pode 
embargar licitações. Além desse leilão de internet, o TCU também mantém 
suspenso o leilão de concessão de rodovias federais como a Régis Bittencourt 
(SP-Curitiba) e a Fernão Dias (SP-Belo Horizonte), por exemplo.

A Anatel terá 15 dias para se pronunciar sobre a decisão do tribunal.

A decisão foi anunciada depois que cem empresas, incluindo as principais 
operadoras de telefonia brasileiras, já haviam entregue à comissão de 
licitação os envelopes com propostas e documentos de habilitação para prestar 
serviços nas freqüências de 3,5GHz e 10,5GHz, compatível com a tecnologia 
WiMAX, que permite a prestação de serviços de acesso à internet em banda 
larga (em alta velocidade) sem fio mais avançado que o Wi-Fi (já oferecido em 
algumas regiões do país).

Esses envelopes vão permanecer lacrados até a decisão final do TCU e só serão 
abertos se o tribunal aprovar as regras do leilão.

Essas cem empresas se habilitaram hoje para disputar 20 licenças para operar 
nas áreas correspondentes às das três grandes concessionárias de telefonia 
fixa (Telemar, Telefônica e Brasil Telecom) e 1.036 divididas nas 67 áreas de 
numeração (áreas de cada DDD, como o 11 de São Paulo e 21 do Rio de Janeiro).

Amparadas por liminares obtidas na Justiça Federal de Brasília e decisão do 
Tribunal Regional Federal da 1ª Região, as empresas de telefonia fixa e 
celular vinculadas a essas concessionárias puderam entregar propostas --a 
presidente do TRF da 1ª Região, Assusete Magalhães, negou o recurso 
apresentado pela Anatel que pretendia restabelecer o texto do edital que 
impedia a participação das teles fixas nas áreas onde já atuam como 
concessionárias.

A Anatel, ao defender a restrição, alega que pretende permitir a competição, 
já que as empresas que entrassem no mercado não teriam que se submeter à 
competição considerada predatória das concessionárias fixas que dominam o 
mercado de ADSL (banda larga por meio da linha telefônica), no qual são 
praticamente monopolistas.

Pelo edital da Anatel, a Telefônica, que já opera a telefonia fixa no Estado 
de São Paulo, por exemplo, não poderia participar do leilão para ficar com a 
operação das freqüências no Estado.

Os provedores de internet, que majoritariamente se opunham à participação das 
teles, criticavam o excesso de poder que será dado às teles se essas empresas 
comprarem as licenças de banda larga sem fio, uma vez que já disponibilizam o 
serviço por meio da infra-estrutura com fio (cabos).

As empresas de telefonia também possuem receitas gigantescas quando comparadas 
às dos provedores, o que deixaria essas empresas pequenas com pouca condição 
de concorrer com as teles.

As empresas de telefonia, por sua vez, argumentam que precisam acompanhar a 
evolução tecnológica (no caso, a tecnologia WiMAX), e que serão prejudicadas 
se não puderem comprar licenças para uso de freqüências em suas áreas de 
concessão, como previa o edital original.
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