O número de pessoas que programam para Atari (suponho que seja o 2600) é bem pequeno. Sempre foi, aliás, porque era uma coisa fechada. O 2600 foi introduzido em 1977. Eu tive um. Atari 400 e 800, computadores de verdade, foram lançados em 1979.

Em 1989 tínhamos os Atari ST (o 520 foi apresentado em 1985). É possível que ela tenha feito alguns joguinhos para ele, mas, até onde eu me lembro, programar um ST não era trivial - ao menos não como alguns dos computadores da época que bootavam pra dentro de um interpretador BASIC.

Em outras palavras eu acho razoável supor que o jornalista tenha colocado palavras na boca da moça, ou que ela mentiu para ganhar alguma credibilidade extra como "ex-programadora". Pode ser que ela tenha digitado algum jogo que veio em uma revista da época.

Omar Kaminski wrote:
O que foi levantado em outra lista: se a colega tem 30 anos e "programava joguinhos de Atari desde os 13", isso foi em 1989.

Srs. programadores e/ou aficcionados em videogames, isso é razoável, possível? :)

[]s


----- Original Message ----- From: "Marcelo D'Elia Branco" <[EMAIL PROTECTED]>
To: "Projeto Software Livre BRASIL" <psl-brasil@listas.softwarelivre.org>
Sent: Thursday, September 07, 2006 5:33 AM
Subject: Re: [PSL-Brasil] Mais uma sobre crime na ou da INTERNET(Parte UM)


Em Qui, 2006-09-07 às 04:53 -0300, Cláudio Sampaio escreveu:
Mais uma ditadora... Hoje em dia parece que todos conspiram contra a
liberdade de expressão, viu. Que coisa! Se o tal "dano social" tem que
ser considerado, já não é liberdade de expressão.
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ISTOÉ – Isso não é um golpe na liberdade de expressão?
Peck – A Constituição garante a liberdade de expressão,
mas ela só vale se for vedado o anonimato. Ou seja:
as pessoas podem dizer o que pensam, mas precisam assumir o que dizem.
Se alguém gera um dano social
a partir de suas idéias veiculadas em jornais, rádios,
televisão ou na internet, responderá por seus atos. Essa turma diz o
que bem entende e comete barbaridades em comunidades do Orkut. Em São
Paulo, há uma lei que obriga os cybercafés e as lan houses a exigirem
identidade dos internautas. Menores de idade devem ainda dar o nome
dos pais e da escola onde estudam.

Concordo plenamente contigo Cláudio! a entrevista desta mulher é um
horror...
A pior coisa que pode ter é começarem a "regulamentar" o ciberespaço com
leis específicas...isso seria bom só pro mercado dos
advogados...imaginem cada país querendo ter uma versao nativa da lei
etc...seria uma merda pra cidadania.
Acho que as leis atuais, de cada país, já regulamentam a sua moda os
crimes, os direitos etc. Na Internet, se alguns destes crimes e direitos
forem violados, cumpra-se a lei. Nada de leis novas pra internet...isso
seria uma atrazo e um prato cheio para [EMAIL PROTECTED], tipo essa mulher,
encherem os bolsos de dinheiro.


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