Rafael Evangelista wrote:
às vezes é FUD mesmo.

Todos têm seus favoritos. São humanos.

Não necessariamente, Rafael. Eu apostaria mais na síndrome de "scratch
an itch" (coçar um comichão) de que o Raymond fala. Suspeito que
muitos poucos softwares começam por pura paixão ideológica. Acho que a
ideologia vem depois, como acessório, como vontade de tornar a cura do
comichão pública e obter um pouquinho de status.
concordo que não é necessariamente isso. minha frase foi em tom de
brincadeira. até pq achei a frase final da matéria bem bacana, é uma
alfinetada bem dada (meu palpite é q o título é de autoria do editor e a
frase final vem do repórter).

Acho que a primeira contribuição efetiva que eu fiz para um software livre foi para coçar uma coceira da empresa em que eu trabalhava. Precisávamos fazer um Zope autenticar contra um domínio NT e o software que existia era livre e não fazia isso direito (levava tempo demais pra tudo). Arrumamos (duas pessoas trabalharam nisso), otimizamos e deixamos tudo mais limpo, rápido e funcional. Podíamos ter feito o nosso do zero ou pago alguém para fazer, mas extender uma coisa já existente foi a melhor coisa a fazer.

A inexistência de uma solução pronta nos mostrava que a demanda para ela era igualmente inexistente - Era algo que, se nós não fizéssemos, ninguém faria.


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