Em Fri, 22 Sep 2006 18:41:45 -0300
Rafael Evangelista <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> 
> Trecho da matéria Don't Cry to Them, Argentina, publicada em 
> http://www.grist.org/news/maindish/2006/09/22/hearn/index.html?source=daily
> 
> "Ele [agrônomo argentino, Adolfo Boy] lembra dos anos 1990, quando a 
> empresa [Monsanto] trouxe suas sementes geneticamente modificadas
> para a Argentina. Sua teoria - compartilhada por muitos aqui - é que
> a Monsanto intencionalmente deixou as sementes RR em domínio público
> para que os fazendeiros argentinos as usassem, espalhassem, criassem
> novas variedades de plantas e, mais importante, se tornassem
> prisioneiros do custoso herbicida Roundup."
> 
> É ou não é a mesma estratégia das empresas de software?
> 
Rafael,

Está aí umas das melhores comparações que já li até hoje entre o modelo
desenvolvimento que promulga o consumo destrutivo, predatório de
sistemas/eco-sistemas, e outro que propõem um consumo e desenvolvimento
sustentável que possa dar sobre vida à aqueles que o destroem, seja
pelo seu individualismo, pela sua alienação político-ideológica, ou o
mais grave ainda, pela ignorância de com relação a sua posição aos
eco-sistemas que são a base de seu próprio desenvolvimento!

Então, comparativamente o Software Livre propõe, promulga um novo
modelo de desenvolvimento sustentável, não destrutivo, colaborativo. E
digo mais, propõe um novo modelo econômico sustentável onde não é
necessário a destruição, a subjulgação para a harmonia planetária.
Infelizmente, paralelamente o movimentos ecológicos e ativistas mostram
claramente que a sustentabilidade dos vários eco-sistemas, inclusive o
binário, deverão passar por modificações que se tornam cada vez mais
urgentes!

Se hora, a trajetória do desenvolvimento predatório contemporâneo-atual
nos mostra escancaradamente relatos graves do descaso humano em relação
aos seus diversos “eco-sistemas”.  Por outro lado, graças a exemplos:
movimentos como o do Software Livre, movimentos ecológicos, movimentos
sociais de propostas sustentáveis, é que subsidiarão o futuro deste
planeta. Caso, contrário Final Fantasy não terá nem a sua fenix!

O Caso do OGMs, além do seu fator genético altamente duvidoso e não
provado em relação a saúde humana. Configura descaradamente o propósito
da dependência tecnológica (pagamento de royalties, etc). O fator mais
crítico, contaminam produções orgânicas ou tradicionais tornando os
produtores deste tipo de agricultura cativos destes royalties (já vi
este filme do no mundo do softwares). Quer dizer os caras te danam, e
vocês ainda bate palmas. Nós somos cornos cerebrais mesmo, e os caras do
mau sabem e morrem de rir disso!

Inté,
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