[EMAIL PROTECTED] wrote:
A peneira que parece ser o processo
do TSE permitiria fraudes mesmo se as urnas tivessem seu código auditado
e assinado antes de ser queimado em ROMs soldadas na motherboard e as
urnas fossem embutidas em blocos de policarbonato reforçado com fibras
de kevlar e recobertos por uma camada de carboneto de tungstênio.


Eu não me importaria nem um pouco com esse tipo de exigência junto ao
equipamento mais importante do país.

Pois é...

Alguém já pensou em quais seriam as exigências de segurança para uma urna eletrônica?

Talvez pudéssemos fazer um checklist, cuja simples conferência poderia sinalizar a (in)segurança do processo.

A segurança de um sistema pode ser dividida em três aspectos distintos: confidencialidade, integridade e disponibilidade.

(A confidencialidade refere-se à capacidade de manter informações em segredo, a garantia contra o acesso indevido ou indesejado; a integridade está relacionada à exatidão das informações, à garantia de não corrupção ou perda das informações; e a disponibilidade refere-se à garantia de acesso no momento desejado, e com a rapidez adequada.)

Também poderíamos analisar a segurança sob o ponto de vista físico e lógico.

O importante, porém, seria estabelecer uma série de requisitos em termos de segurança.

[]s

Nelson

--
Nelson Corrêa de Toledo Ferraz

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