Um colapso no sistema de totalização de votos, administrada pelo
consórcio brasileiro E-Vote, fez a apuração dos votos das eleições de
ontem no Equador mergulhar no caos.

Até hoje, apenas 70,6% dos votos da eleição presidencial foram
contados e os equatorianos não tinham nenhuma idéia sobre quais
candidatos ocupariam as 100 cadeiras do Congresso federal e as
centenas de vagas dos Legislativos provinciais e municipais. A demora
na apuração vem alimentando as acusações do candidato nacionalista
Rafael Correa, apoiado pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez -
inconformado com o segundo lugar que lhe dá a contagem parcial.

"Advertimos que os números que estão sendo divulgados têm como base as
informações da empresa E-Vote, cujo sistema ninguém conhece", disse
Correa, insistindo que pesquisas encomendadas por seu partido lhe dão
uma pequena vantagem sobre Noboa na votação de domingo. "O relatório
da Organização dos Estados Americanos nos diz que o sistema fracassou
e não estava atualizado. Facilmente esse sistema pode ser programado
para que a cada três votos dados a mim, um seja retirado e desviado
para outro candidato", reiterou.

http://www3.atarde.com.br/mundo/interna.jsp?xsl=noticia.xsl&xml=NOTICIA/2006/10/16/1021390.xml
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