Olival Gomes Barboza Júnior wrote:
Pra começar eu citaria o fato de q mesmo as versões mais recentes do
Mono ainda estão bem atrás da implementação "original" da MS. Embora
alguns argumentem q o lance é trazer os princípios da tecnologia para
o mundo GNU/Linux e não necessariamente portar aplicações MS Windows
.Net para gnu/linux, o fato é q muitos vendem o Mono como se fosse o
".Net para Linux", com portabilidade 100%, o q está longe da verdade
para uma série de aplicações.


Essa percepção é muito perigosa porque, ao estabelecer que o Mono é um .NET, ele coloca nas mãos da MS o conjunto de requerimentos e eles podem fazer os desenvolvedores do Mono andar em círculos o quanto quiserem, mudando as especificações.

Obviamente, se o tal acordo MS Novell incluir em algum momento um
acordo de cross-licensing com direito a benchmarks (no sentido de
"olhar o q vcs estão fazendo"), pode ser q esse gap diminua ou deixe
de existir. Aí sim teríamos um fator de impulso bem gde para a
tecnologia Mono/.Net.

O Eben Moglen (que é muito mais esperto do que eu) está preocupado:

"Microsoft's pledge not to sue unpaid programmers is "no comfort at all," given the quantity of paid open-source programmers."

(em http://news.com.com/2061-10795_3-6132156.html)

Vamos esperar pra ver o q vai acontecer . . . Até pq o Alexandre Oliva
colocou coisas muito mais ameaçadoras qto ao futuro desta associação
naquele post dele com link para a FSF.

De acordo. Como sou apenas usuário do Mono (na forma de algumas coisas do Gnome), não tenho qualquer problema com sentar e esperar pra ver no que dá.

E, quanto a ser parceiro da MS, se eles quiserem comprar a empresa por um bom preço, podem. Mas apostar o meu futuro na boa vontade deles, nem fo^H^H a pau.
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