Caros,Greenhalg não foi reeleito, seu mandato termina dia 1 de fevereiro, e
nos estertores apoia polícia especializada para crimes
na Internet junto com alguns da própria PF e Ong Sefnet.Vamos ver o q o
futuro nos aguarda neste campo.
A entrada nele de vários atores ainda q esquentendo os tamborins
As discussões e proposições apenas estão começando.
Muitas e muitas águas rolarão por baixo da ponte JK- cartão de visita - de
Brasília.
Este, com certeza, não é assunto nada trivial e pra ser açodado em decisões
Abs,
Ada
Comissão na Câmara defende polícia especializada em crimes da web
http://idgnow.uol.com.br/internet/2006/12/21/idgnoticia.2006-12-21.0513189705/IDGNoticia_view

Por Redação <[EMAIL PROTECTED]> do IDG Now!*
Publicada em 21 de dezembro de 2006 às 09h26

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Brasília - Deputado Luiz Eduardo Greenhalgh defende criação de uma divisão
na PF para atuar nas investigações de crimes pela internet.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, deputado Luiz
Eduardo Greenhalgh (PT-SP), defendeu na quarta-feira (20/12) a criação de
uma divisão específica na Polícia Federal para atuar nas investigações de
crimes pela internet.


A comissão vai se reunir com o ministro da Justiça, Márcio Tomaz Bastos, e
com o diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Lacerda, para defender a nova
divisão. Greenhalgh fez a proposta durante reunião do colegiado que discutiu
as violações de direitos humanos na rede.

O delegado da Polícia Federal Adalton de Almeida Martins disse, durante a
reunião, que o órgão atua há dois anos na repressão de crimes na internet,
em parceria com o Ministério Público. Durante esse período foram feitas 580
prisões relacionadas a crimes como extorsões financeiras, pirataria e
pedofilia na internet.

"Entretanto, não temos profissionais especializados; a pessoa soluciona um
crime relacionado à internet e depois volta para o trabalho comum", disse
Martins, que lamentou também a falta de legislação específica. "Isso acaba
limitando a atuação da Polícia Federal".

O procurador federal Sérgio Suiama defendeu a integração operacional entre
Ministério Público, Polícia Federal, Secretaria de Direitos Humanos e
Comissão de Direitos Humanos para unificar esforços e para que haja
compartilhamento de rotina. "Esse intercâmbio otimiza o fluxo de informações
e o processamento de denúncias", ressaltou.

O procurador disse que a empresa Google tem respondido a todas as ordens
judiciais, mas de maneira incompleta. Suiama acredita que ainda assim houve
avanços. "Afinal, até agosto de 2006, o Orkut [site relacionamentos
hospedado na Google] era terra de ninguém. Agora a Google já se preocupa em
eliminar as comunidades que disseminam o ódio. As páginas de pornografia
infantil não ficam mais de dois dias no ar. Houve avanço em relação aos anos
anteriores", afirmou.

Continua numa pag 2
*Com informações da Agência Câmara.
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