Ada Lemos wrote:
Ricardo,

Antigamente, aprendíamos nós mulheres sempre reprimidas, de que melhor um marido horroroso do q ser, ficar sem marido.Pior mesmo é descasamentos.Era assim q nos foi ensinado milenarmente.

Eu aprendi essa do jeito difícil - minha ex-esposa e eu prolongamos um casamento por anos depois do momento dele ser eutanasiado.

Foi um erro estúpido, mas sobrevivemos.

Mutatis mutantis, guardando todas as devidas proporções, melhor se ter um judiciário do q não ter um.Melhor sempre a democracia. E, cá pra nós, no judiciário existem tb muitas cabeças sábias, ética e justas, q procuram ser tudo isto a duras penas.
O mundo não é perfeito.As pessoas não são perfeitas, são FINITAS.
Não continue amargo.
Vamos q vamos em frente.

Não é amargura - é medo mesmo ;-)

Acho que dar eficiência demais a alguns juízes (uns poucos, verdade) é como dar lança-chamas nas mãos de crianças.

Mas, mesmo umas poucas crianças com lança-chamas fazem um tremendo estrado.

O que é importante - e bom - nisso é que existe a possibilidade de uma abertura muito maior do processo judicial. Imagine poder googlar (argh!) por coisas questionáveis em vez de revisar um por um em cópias impressas. Melhor ainda - imagine que robôs (aí vai precisar de um caminhão de ciência da computação pra que eles existam) que possam fazer isso por nós, avisando de um potencial abuso, erro ou coisa parecida assim ele acontecer.

Mas precisa ser uma coisa mais amigável que o do Diário Oficial da União (http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/10/09/super-poderes-uteis/) ou apenas uns poucos - que tipicamente não se interessam por isso - vão conseguir fazer algo.
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