Ainda sobre as questões legais do 2nd Life:

http://www.valor.com.br/valoreconomico/285/empresasetecnologia/151/ Jogo+ja++insp\
ira+implicacoes++legais,,,151,4108248.html

Jogo já inspira implicações legais
De São Paulo
18/01/2007

Depois de repetidas viagens até os Estados Unidos para encontros na Linden
Lab, o executivo Jorge Filho, da empresa de jogos on-line Kaizen Games,
conseguiu convencer os americanos a fazer do Brasil o primeiro país em todo o mundo a obter a licença para uma versão local do Second Life. "No começo
foi difícil. O pessoal da Linden dizia não ter interesse no mercado
brasileiro e pensava, primeiro, na Europa e na Ásia."

O esforço valeu a pena. A Kaizen obteve os direitos exclusivos do jogo em português e em espanhol. Jorge Filho, que conduziu as negociações, mudou-se
no fim de semana passado para San Francisco, onde vai trabalhar no
escritório da Linden Lab, como gerente geral da Kaizen nos EUA. O projeto exigiu um aporte de US$ 3 milhões, feito pelo portal iG, que se tornou sócio na empreitada, diz o executivo da Kaizen. "Seremos o braço de internet do
jogo", explica Alexandre Barreto, diretor de marketing do iG. "Vamos
distribuir (o software de instalação do jogo), fazer a divulgação e dar as
notícias sobre o Second Life." A estréia está marcada para o dia 27.

No bojo do mundo virtual, porém, questões legais começam a chamar a atenção de especialistas em direito eletrônico, como Renato Opice Blum, que também
criou um avatar no Second Life (OpiceBlum Chevalier) e nos próximos dias
inaugura seu escritório virtual. Nos EUA, lembra o advogado, a Linden
decidiu expulsar um residente acusado de cometer fraudes no jogo. O usuário,
no entanto, sentiu-se prejudicado por não ter tido tempo de negociar os
milhares de lindens que havia acumulado e está processando a empresa.

Embora haja uma versão gratuita do jogo, quem decide comprar um terreno
virtual para construir sua mansão tem de desembolsar dinheiro real e pagar assinaturas mensais à Linden Lab. Há meios de ganhar dinheiro trabalhando no
próprio jogo, mas os salários "lindenianos" em geral são modestos.
Conclusão: ou o usuário desembolsa verba real para explorar o jogo ou vira
um "sem-teto virtual".

No Brasil, para que os lindens se transformem em reais, será preciso que
operadoras de câmbio locais se instalem no jogo, diz Opice Blum. O curioso é que aqueles que prestarem serviços no Second Life e ganharem dinheiro real com isso, terão que declarar este ganho, com incidência de pelo menos dois
tributos: imposto de renda e Imposto Sobre Serviços (ISS). "Isso deverá
fazer, inclusive, com que a própria Receita Federal também entre no jogo."




Em 18/01/2007, às 23:01, Omar Kaminski escreveu:

Oi Fabs, quis dizer que a "moda" parece que tá pegando, e não surprende que já tenha várias tretas, especialmente na gringolândia, por enquanto - e que outras mais vão surgir.

A questão, jocosa até, é se vai chegar a alguma briga judicial no Brasil. Se o Orkut que não envolve $ gerou tantas...

Omar


----- Original Message ----- From: Fabianne Balvedi
To: Projeto Software Livre BRASIL
Sent: Thursday, January 18, 2007 6:35 PM
Subject: Re: [PSL-Brasil] Second Life


ué, mas não precisa esperar pra ver nada,
já tá rolando treta lá dentro há algum tempo:

http://www.pirex.com.br/2006/12/04/o-jogo-imita-a-vida/

a galera leva muito muito a sério esses jogos...


--
Fabianne Balvedi
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Before you call her a womyn?"

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