[EMAIL PROTECTED] wrote:
É confortante ver uma possível fraude nas UEs deixando vestígios que
podem ser investigados.


Confortante? Perderam o controle e fraude sobre fraude
coloca qualquer controle lo lixo. Um perito especiaizado em
forense computacional ficará DOIDO com tantos buracos no
processo de ponta a ponta.

É confortante, uma vez que o maior medo era que fosse impossível detectar fraudes que ocorressem. Ao menos sabemos que as fraudes mal-executadas podem deixar algum vestígio.

Bom? Então tá.
Gostaria de saber desta sua teoria de distribuição aleatoria.

A distribuição geográfica das anomalias pode indicar o tamanho da fraude.

Se quiser, eu faço um desenho.

lembre-se que a "inteligencia" das urnas está na "memoria flash"
e nao no hardware conhecido como "urna eletronica". COm uma
flash verdadeira posso simular uma urna deste notebook que
teclo e ele estando em qq lugar do mundo. E a partir daí,
TUDO que fizer num hw como este notebook é OFICIAL e LEGAL.

O único senão é que a flash vai precisar estar dentro da urna no caso de uma perícia, os lacres não poderão estar violados (se o TSE não cuida dos lacres, é um defeito do TSE, não da urna) e a urna não vai poder ter "desaparecido" por tempo demais.

E separar a operação das eleições de sua fiscalização em órgãos
diferentes seria fundamental para garantir que a coisa funcionasse.


A primeira providência é separar a execução da auditoria e
fiscalização. Quando o TSE conseguir me provar que ele
NÃO executa, legisla e julga tudo sozinho... o único orgao
publico que chama para si TODAS as funçoes...

Concoramos ocasionalmente.

Agora pergunta para o Presidente do TSE (atual e anteriores)
se eles deiam alguém auditar e fiscalizar externamente a
eles? Pergunta Se eles aceitam mostrar o código?

As fraudes poderiam ser feitas com o código aberto, sem o código aberto ou de qualquer outro modo. Se a urna puder ser violada e suas memórias trocadas sem que ninguém do TSE, das mesas e dos partidos perceba, estamos mesmo perdidos.

Pergunta porque eles NUNCA deixaram pessoas INDEPENDENTES
fazerem um "teste de intrusao/penetraçao"?
Até de graça já foi oferecido este teste.

Há um ditado no Direito, algo com "cabeça de juiz" e "fralda de bebê"...

Não sou o mais capacitado, mas não resisto.

Pouquíssimos são e pouqíssimos resistem.

- Quantas urnas tiveram indícios de problemas?

Pergunta e resposta inócuas. Se mais de 3% apresentaram
problema críticos, que comprometeram os resultados,
quem é o técnico para dizer que foi contido nas Alagoas?
Se eu decobrir outro local este tecnico vai falar o
quê?

Inócuas porque? Explique, mesmo não sendo o mais capacitado.

- Como esses problemas foram descobertos?

No caso de AL, com um pedido do candidato derrotado
que por ter amigos influentes no TRE-AL, permitiu
que profissionais de TI e o Prof Clovis fizessem
coisas e tivessem acesso a Logs e outras informações
que em POUCOS LUGARES foi permitido no Brasil.

Ótimo que foi permitido. É um exemplo que os outros TREs bem que poderiam seguir.

- Quantas urnas foram auditadas?

Irrelevante. mas certamente um número MUITO SUPERIOR
a padrões de amostra aceitos mundialmente em regras
de auditoria. O padrão é algo como: pega-se 5% das
urnas de uma cidade... se alguma apresentar problema
pega-se mais 5% de outro munícipio, se apresentar
problema mais 5% e vai caminhando até um percentual
X em função do eleitorado/urnas.

Irrelevante porque?

No caso os números foram satisfatoriamente seguidos
pelo Prof. Clóvis (ITA).

Alguém tem o link para poder ler o texto original dele? Não quero questionar os métodos, mas quero saber o tamanho e a natureza do problema sem que isso passe pelo filtro das paixões e frustrações individuais.

- A escolha das urnas auditadas seguiu algum padrão?

Sim.

Qual?

- As anomalias nos resultados se distribuiram uniformemente por todo o
estado ou seguiram algum padrão?

Aí começam os indícios de fraude sobre fraude.
Foram encontrados padrões diferetnes em determinadas
regiões e padrão único em uma região.
O relatório do Prof. Clóvis não trata dos POSSÏVEIS
padrões encontrados (que chamamos em alguns casos de
ASSINATURA DA FRAUDE).

Interessante. Queria mesmo ver o relatório.

- Os indícios de problemas seguiram algum padrão?

anomalias e indícios, neste caso, podem assumir a
mesma resposta.

Anomalias seriam os desvios estatísticos em regiões em que urnas não teriam sido periciadas. Os indícios, no caso (perdão pela falta de clareza), seriam os logs corrompidos, lacres violados, urnas vazias, urnas "fantasmas" e outras coisas que não deveriam acontecer de jeito nenhum.

- Outras votações que aconteceram ao mesmo tempo apresentaram resultados
inesperados?


Que outras votações?
Para Senador, por exemplo?
SIM.
As evidências e erros atingiram votações para TODOS
os cargos.

Isso é particularmente notável. Os desvios foram todos para os mesmos partidos ou eles também variam de acordo com a hipótese de fraude sobre fraude?

Houveram algumas urnas (observe o PLURAL, não se trata
de UMA, NEM DUAS e NEM TRÊS), das avaliadas, foi
IMPOSSÏVEL verificar o que foi votado nela.

"Houve algumas urnas". Aprendi no colegial que o verbo haver no sentido de existir é empregado como impessoal, na 3a. pessoa do singular. Ele não precisa concordar com o sujeito (que não existe).

Há um elemento de projeto aí. É uma linha fina entre o que deve ser gravado no registro da urna para facilitar uma auditoria e o que não deve para não se correr o risco de comprometer o sigilo do voto.

Só existe o BU e corre-se o risco de SE FOR PEDIDO
uma nova cópia do BU (isto é possível após a
eleição) o mesmo não poder nem ser impresso.

Se a urna é suspeita, de que vale um BU?

Em 2002, estive no Ceará com AS MESMAS duas pessoas que
estiveram em Alagoas. No Ceará a eleição para
governador teve diferença, NO ESTADO INTEIRO, inferior
a 4000 (Quatro Mil votos). Foi colocado para o
candidato derrotado à época que esta diferença seria
facilmente revertida tamanha era a ocorrência de
desvios, problemas e falhas... A decisão dele foi
não enfrentar a justiça eleitoral local.
Parece que o candidato derrotado das Alagoas não
pensa da mesma maneira.


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