BB quer implementar software livre em todos os terminais

Em 2006 o banco já trocou o sistema proprietário de 60 mil máquinas por
OpenOffice, assim como 30 mil licenças em servidores. A meta para 2007 é
estender para 90% dos terminais.

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Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD
07 de fevereiro de 2007 - 17h53

Ainda em 2007, o Banco do Brasil quer estender sua estratégia de adoção de
software livre para 90% de seus terminais. "Queremos tornar todo o banco
adepto do software livre", afirma o vice-presidente de tecnologia do Banco
do Brasil, Manoel Gimenes Ruy.

Em 2006, o executivo conta que migrou os sistemas operacionais de 60 mil
estações de trabalho, dando lugar ao Open Office, e 30 mil licenças de
servidores. Somando com os novos investimentos, o objetivo é fazer com que
entre 2007 e 2008, o Banco do Brasil economize mais de 50 milhões de reais,
deixando de pagar licenças de software proprietário.

Gimenes diz que a intenção de totalizar a adoção do software livre não
significa que a empresa é contra o software proprietário. "Nada nos impede
de usar e pagar as licenças, só precisamos que o usuário mostre a
necessidade", diz.

O vice-presidente de tecnologia explica ainda que o Banco do Brasil vem
investindo em tecnologias abertas há quatro anos e que, desde lá, já obteve
ganhos da ordem de 100 milhões de reais. "Parte dessa estratégia é o
laboratório que inauguramos para pesquisas nesse setor, que também estará
aberto para o uso de universidades", finaliza.
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