Glauber Machado Rodrigues (Ananda) escreveu:
Se eu te "avanço tecnologicamente" não te deixo livre para dominar
este avanço até o limite do teu conhecimento, e te proíbo coletar
conhecimentos a respeito deste avanço e outras melhorias que vão além
dos meus interesses de mercado, eu realmente te "avancei
tecnolocicamente" ou eu te tornei um dependente meu?


É uma evidência simplória, mas, em minha experiência pessoal, conheço muitas pessoas com mais de 30 anos de idade . . . ok, com mais de 35 . . . q começaram a se interessar por programação usando sistemas proprietários. Gente q começou programando sobre o velho MS DOS (tá bom... sobre o CP/M), passou pelo MS Windows 3.x, passou por diversos Unices (plural de Unix?) proprietários até descobrir o GNU. Da mesma forma, conheci muita gente q começou em Java e terminou em Python.

A tecnologia proprietária serviu de base para o aprendizado de conceitos básicos, mas, qdo as limitações proprietárias apareceram e a fome de conhecimento foi maior, elas foram devidamente substituídas pelas contrapartes livres. Sem prejuízo ao aprendizado anterior. Obviamente, qdo falamos em "educação" aqui usamos o termo de forma bem "livre", sem muita precisão. Mas, usei o exemplo da programação para tentar demonstrar q o mundo proprietário pode não ser a melhor opção, mas não necessariamente deixa de servir à "alfabetização tecnológica", bem como de pto de partida rumo ao mundo livre.


[ ]s,

olival.junior
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