Acho que o ponto chave é "dificultando seu estudo técnico-científico".

Quando o software é o objeto do estudo, ele ser proprietário atrapalha bastante e faz com que o estudo seja limitado às suas interfaces públicas.

Em todos os outros casos, essa é uma falsa contradição - software-preso e software-livre podem se integrar quando conveniente ou necessário e não são mutuamente excludentes.

A primeira vez que eu usei um GCC ou um Perl foi no Solaris, naquela época em que ele era bem proprietário, bem caro e não tinha nem versão pra x86.

Omar Kaminski wrote:
Portanto, pergunto: como lidar com a contradição entre software proprietário (que arbitrariamente limita o conhecimento, dificultando seu estudo técnico-científico) e educação? Deveriam as escolas ser POR LEI E SEM ÔNUS autorizadas a reproduzir, utilizar, fazer engenharia reversa etc. de software proprietário, para cumprir sua função de produzir e difundir conhecimento?

Talvez essa seja a primeira questão, se quisermos pensar no futuro do software livre temos que focar na educação. A criançada hoje já nasce mexendo em computador, é é muito bom que saibam que existe uma diferença, e porque essa diferença pode pesar a balança para um dos lados.
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